Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
eu gostaria muito de escrever um lindo texto agradecendo a todos meus amigos '' Virtuais '' que mesmo longe conseguem ser melhores que aqueles amigos que moram perto de mim , os melhores momentos da minha vida eu nao passei na balada , nao passei em acampamentos , em praias e nem em clubs , os melhores momentos da minha vida eu passei na frente do computador rindo sozinho sobre coisas sem sentindo e compartilhando todo o meu riso com amigos de verdade que nao se importa se sou pobre , se sou negro , se tenho cabelo duro se escrevo certo ou errado , amigos virtuais sao assim nao liga pros seus defeitos apenas te ama do seu jeito e compartilha tudo com voce mesmo sem nunca te olhado nos seus olhos sentimentos a sinceridade porque o amor esta no ar amigos virtuais eu AMO voces seus lindos e lindas maravilhosos voces sao tudo pra mim ♥
#POR ▬ Bello Garcia
Beija-me um segredo, sussurra-me o que eu ainda não sei,aguça-me o céu da boca,que tem sede para descobrir, o que ainda não te dei...
Sim,olha-me com mistério
Um dia você vai saber, que eu sabia que tinha errado, mas mesmo assim testei nossos sentimentos. Você vale muito
Não acho graça nesse seu egoísmo, na verdade, eu sinto nojo . Me surpreendo com a capacidade de um ser humano escarrar e pisotear em um coração desfileirado .
Espero que com o que me restar desse meu coração, eu consiga acumular amor o suficiente pra quando você precisar de mim eu estar pronta para lhe pagar com a minha ajuda , meu cuidado e minha maturidade .
Eu tinha muitos sonhos, eu tinha muitas esperanças, eu tinha um futuro...
Mas os que estavam a minha volta, levaram tudo de mim.
E foi assim que eu passei a não ser eu mesma (o).
Eu disse a um amigo: Voce tá amando demais. E ele me respondeu: Eu tô amando de menos, do contrário, eu estaria feliz.
Eu junto cacos de um amor falido e faço dele um amor novinho. Mas, de que adianta isso? O amor velho fica na nossa pele. O novinho é estátua.Não se pode juntar cacos de um amor que não deu certo. O que se pode, é fazer deste amor novinho um bibelô que só serve pra enfeitar.
pensa nisso.Amores novos não mascaram antigos...É covardia tentar esquecer alguém colocando outro no lugar.
Esquece antes...Depois voce se arrisca.Amores são fortes.Não são folhas de alface, que vão nascer no lugar de manjericão.
O tempo voou e eu nem percebi,mas eu continuo sendo a mesma mulher que um dia você conheceu; mas eu nunca esqueci da menininha que há dentro de mim.
O espelho me diz que eu envelheci.
Mas que mal pode haver em ter histórias para contar, dos amigos que aqui eu fiz?
Quanto coisa já se passou.
Sou o que sou,e ninguém vai mudar,e falo com rara calma,
sei que sou fraca ; mas eu sempre tivevocê perto de mim..
Eu acredito no amor,em busca da fé eu vou em busca da felicidade eu vou , um dia ainda eu vou encontrar a felicidade que me abandonou.
Que eu tenha força para superar tudo, e que meu sorriso n apague em nem um momento.. Por mais difícil que seja mantê-lo, que eu jamais desanime.
Incrível como perto de você eu me sinto desarmada, e você sabe que eu tenho um gênio muito forte. Mas com você eu me sinto como se as defesas estivessem baixas, mesmo sabendo que estou segura. Eu já não posso mais fugir, transparece em meu rosto, e mesmo que eu me segure, alguma coisa cai ao redor de mim. Mesmo se eu tentasse voltar atrás, nunca me esqueceria do dia que vi você pela primeira vez, e eu sabia que já tinha alguma coisa muito diferente acontecendo.
MORTE POR AMOR
Quando Otávio me bateu à porta, às dez horas da noite, eu tinha um livro aberto diante de mim. Não lia. À cólera, que me agitara durante toda à tarde, sucedera uma grande prostração. Parecia-me sem remédio a minha desgraça, depois daquela certeza, daquela terrível certeza, eu finalmente aceitei a realidade.
Minha vida jamais havia sido invejável, mas apesar de toda dificuldade que enfrentei e de todo o sofrimento que passei, minha vida não podia ser considerada uma vida triste.
A indigência que nos cercava não permitia que gozássemos das mais singelas mordomias que existem. Meus pais, apesar de analfabetos, nunca nos deixava faltar a uma aula sequer. Meu pai sempre dizia que o futuro que podemos escolher, nós o encontramos na escola.
Algum tempo depois minha mãe adoeceu. Não suportando as complicações de uma desconhecida doença, faleceu. Eu estava com a idade de dezoito anos e acabara de me formar no ensino médio. Minha mãe sempre havia sonhado em ser professora; daquelas que estudam a língua e escrevem contos e poesias, desejava possuir um diploma de mestre ou doutora. Entretanto, a terra que perdurava sob suas unhas representavam anos e anos de estudo de quem nunca estudou, os calos de suas mãos representavam as marcas do esforço de uma escritora que não sabia ler e escrever, as rachaduras de seus pés representavam a longa caminhada de uma professora que não sabia ensinar, mas que não deixava faltar comida para seus dependentes, tampouco educação. Esse era seu maior certificado!
Daquele dia em diante a vida não era a mesma. Todos nós, apesar de ter superado a dor da perda, não conseguíamos cobrir o buraco que se abriu em nosso coração. Meus irmãos não estudavam mais como antes e meu pai já não trabalhava com tanto vigor.
Havíamos prestado concurso, no qual somente eu fui aprovado e ingressei na faculdade. Independente de sua ausência, para alegrá-la, estudei Letras. Tornei-me doutor em língua. Embora tenha um amplo conhecimento sobre a escrita, prossigo com a mesma simplicidade com a qual sempre falei e escrevi. Não escrevo contos ou poesias, mas aplico-os em minha vida com a mesma devoção de um fiel em um culto; culto este que frequento diariamente.
Antes de as reminiscências interromperem a minha leitura, eu lia o poema que havia recitado para meus pais em um aniversário de bodas. Essas recordações que citei acima foram as mesmas que emergiram em mim correntezas bravias de uma cólera irremediável, mas efêmera. Otávio, meu irmão, trazia sempre boas notícias e, ao abrir a porta e cumprimenta-lo, minha cólera deu lugar a uma imensa alegria. A ansiedade de saber a notícia que estava por vir desapareceu quanto tive de aceitar aquela tão terrível certeza, aquela tão terrível realidade.
Lembrei-me do poema que havia lido para meus pais naquele dia e recitei-o para meu irmão:
Velejando sem barco ou vela
Viajando na Vida
Por uma simples tela
As ilusões me espreitam,
Horizontes desordenados
Com placas de várias setas
Mas que não inibem minhas frestas
De sonhos que se deleitam
De imagens ilimitadas
Multicores
Refletem por sobre os mares
Por sobre os ares
Por sobre as flores
E nas variações do destino
Enraigados por desafios
Não me induzem a desistir
Pois nesta fascinante tela
Que faço da vida
A imagem mais bela
Do porto onde
Quero seguir.
Tínhamos pranto e lamentações no coração. De nossos olhos, cascatas de dores. E essa era a tão terrível certeza, a tão terrível realidade: enquanto lembrava-se de minha mãe, meu pai havia morrido.
É tinha que ser eu alguém tão vazio, mas disposto a te dar tudo. Tinha que ser eu um homem sério, mas disposto a te dar todos os sorrisos. Tinha que ser eu uma alma solitária disposta a superar os teus medos. Eu queria, eu bem que queria que você não fugisse, não desaparecesse, não se afastasse enquanto ainda da tempo... Mas se fosse eu, eu fugiria.
Nessa hora eu vi que tenho muitos poucos amigos verdadeiros. Precisava de um agora, e vi que até os mais fiéis e bons pra mim tão distantes. Me sinto só.
Eu sei que chegará o dia em que eu não terei mais nada a lhe ensinar. Será um triste dia! Pois, tudo o que aprendi, e ainda aprendo, é por você.
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