Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
(Só lágrimas)
Hoje eu acordei só lágrimas,
Olhei para o céu, um vazio
Profundo.
Olhei para o jardim, não me
Encantei,
E chorei.
Será, meu Deus,
Que estou perdendo aquela
Essência bonita do poeta,
Ou será apenas um momento
De desilusão,
De desilusão?
Como não haveria de ser eu um lobo da estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema. Mal posso ler um jornal, raramente leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com sua música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras mundiais, aos corsos, aos centros culturais e às grandes praças de esportes. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam. Por outro lado, o que se passa comigo nos meus raros momentos de júbilo, aquilo que para mim é felicidade e vida e êxtase e exaltação, procura-o o mundo em geral nas obras de ficção; na vida parece-lhe absurdo. E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou errado, estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes — aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem ar nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.
Eu acho que preciso sumir, sabe? Dar um tempo de tudo isso. É algo que escuto diariamente. Mas eu não me vejo sumindo da família, dos amigos e das coisas fúteis do dia a dia.
“Você devia se cuidar mais.”
“Há um tratamento.”
Sobre mim mesmo eu disse: “Eu nunca me cuidei ou me tratei.”
“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira
Mundo
Tu viste um mundo orbitado
Azul vazio ,quase pronto!
Eu vejo canteiro de obra
Placa tectônica que "entra em serviço"
E mãos que chegam com argamassa.
com botas sujas de barro,que o amassa.
Em 2026 eu renasci. Um renascimento saudável, consciente. Os desafios dos últimos três anos me ensinaram muito e mostraram que ainda estou no campo de batalha, aprendendo, resistindo e seguindo em frente. Mas agora carrego algo diferente dentro de mim: a certeza tranquila de que, passo a passo, tudo vai se ajustar e ficar bem.
Eu fui um amor ausente na sua vida; me perdi pelo caminho, em outros braços e outros laços, me enrolando. Aos poucos fui me distanciando do seu coração.
Sem saber o caminho de volta, bati em outras portas, mas nenhuma tinha o seu cheiro nem os seus abraços.
Foi então que entendi que, ao procurar outros laços, perdi o seu abraço — que era o que mais importava para mim.
Na sua opinião, o que é mais provável: um jumentinho sustentar um homem ou um corvo? Eu sei que você dirá um jumentinho. Eu também diria isso, mas para minha e sua confusão, Deus usou um corvo, ou corvos, para sustentar o profeta Elias. Amigo, quem pode impedir a maneira estranha como Deus atua na Terra?
O profeta disse à viúva: 'Traga-me um pedaço de pão para que eu possa comer.' Ela, porém, respondeu: 'Tenho apenas um pouco de azeite e um punhado de farinha na panela.' Ele disse: 'Isso é suficiente.' Moral da história: Honre os filhos de Deus com o pouco que você tem, e Deus o honrará com tudo o que Ele possui.
Se você visse, ouvisse ou vivesse o que eu experimento todos os dias no mundo espiritual, seria um cristão melhor.
Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.
Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.
Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.
E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.
Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.
"Uma vez eu pedi a Deus
que ele me desse a oportunidade
de ouvir a voz de um
ANJO,
e ele me apresentou a você."
"Meu silêncio não é falta de amor,
meu silêncio é apenas um tempo,
um tempo que eu preciso ter
para poder acalmar o meu coração."
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