Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Um homem bom é livre, mesmo quando é escravo. Um homem mau é escravo, mesmo quando é rei. Não serve a outros homens mas a seus caprichos. Tem tantos senhores quantos vícios.
O que me vale é que tenho uma alma muito bem-disposta, todos temos, ela sempre dá um jeito de me fazer encarar as lições. Apronta mestres. Improvisa material didático. Reinventa métodos. Brinca com a minha ilusória fuga. Aguarda-me nas salas de aula porque sabe que, no fim das contas, eu apareço. Aguarda-me porque sabe que tantas vezes preguiçosa por ter tanto pra aprender, tanto pra curar, tanto pra transformar, no fundo, continuo interessadíssima em crescer.
Homer para Bart:
Agora é a melhor hora de afeto, sentar um do lado do outro, ficar em silêncio e olhar fixamente para a televisão.
Se alguém se comporta de forma negativa com você, ajuda a lembrar que ele ou ela é um ser humano como você e para distinguir entre uma ação e a pessoa que faz isso. Se forem necessárias medidas defensivas para evitar que alguém faça mal, é sempre melhor fazê-lo com calma, em vez de uma mente agitada. Se você agir com raiva, a melhor parte do seu cérebro deixa de funcionar. Lembre-se, a compaixão não é um sinal de fraqueza
Os meus sapatos de cristal, têm um lacinho de ouro. Mas mesmo assim prefiro...aqueles de couro. O meu sentir é um pássaro engaiolado. Mas quando escrevo voo, para todo e qualquer lado. A minha boca sorri sempre quando preciso, e a minha cabeça, avisa...Juízo!
Podia ser uma princesa, mas prefiro ser uma camponesa. E se me disseres, que de bom senso não tenho nenhum.
Pois eu te direi, que assim ficarei. Porque mais que os dons da realeza, amo a natureza!
E sou assim...comum.
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem.
Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão.
Que nunca, nunca, nunca mais esta bela terra experimente novamente a opressão de um pelo outro e sofra a indignidade de ser a escória do mundo. Que a liberdade reine!
Deus me livre de um coração ingrato, Deus me livre de um coração soberbo, Deus me livre de um coração rancoroso, Deus me livre de um coração orgulhoso, Deus me livre de um coração hipócrita, Deus me livre de mim mesmo!!!!
Sobre os velhos amigos
Muito mais que qualquer nostalgia barata de um reencontro despretensioso ou a simpatia de uma rápida conversa diplomática, são as lembranças que tenho a respeito de quem passou por minha vida: os velhos amigos. Eles são cicatrizes benignas feitas por pessoas que, usufruindo de toda a liberdade que têm, deixaram com que a intersecção de nossas histórias existisse.
E eu quero lhe chamar a atenção aqui porque, quando digo história, estou falando do acumulado de experiências, acúmulo de encontros e desencontros da vida colecionados em um indivíduo, de forma que seu caráter, personalidade, espiritualidade e ideologia se fazem frutos desta dita história.
As sobreposições que sofri pelos meus velhos amigos me permite ver, talvez só aqui na frente olhando para as fotos, que a vida foi boa de ser vivida com eles; me permite ver que, como diria Spinoza, o encontro fraterno de nossas almas gerou ganho potência, o que ele mesmo traduz como felicidade.
Aos meus antigos amigos dos enes lugares pelos quais passei, a cada um deles, eu sinto a falta de vocês. Obrigado por permitirem o nosso encontro. Com vocês eu ganhei potência, eu palpei a felicidade. Com vocês vivi momentos dos quais não queria que acabassem e compartilhei lugares dos quais não queria sair.
A Filosofia é uma atividade permanente de esclarecimento. Não se pode reduzi-la a um esclarecimento da linguagem, como pretendeu a escola analítica. Porque, por trás da linguagem, existem questões reais substantivas, pessoas de carne e osso, e assim por diante. Tratar tudo isto apenas como análise da linguagem é o mesmo que confundir a comida de um restaurante com o cardápio. Quando o dono do restaurante fala para o seu cozinheiro "Nós temos que modificar o nosso cardápio", o cozinheiro faz novas comidas reais. Não simplesmente pega o cardápio e decide escrever tudo diferente.
Quando o dono fala em modificar o cardápio, está raciocinando metonimicamente. Não é modificar o cardápio em si, mas as comidas que estão referidas no cardápio. O que os filósofos fazem é isto. Não estão reformulando somente o cardápio, mas estão colocando dentro da lista novos elementos que não existiam ou não tinham sido percebidos antes.
Esta é a finalidade da Filosofia, o esclarecimento permanente das questões tal como se apresentam concretamente na cultura e na vida humana, e não somente na linguagem. Obviamente, a análise da linguagem faz parte disto, mas como um instrumento auxiliar cuja importância não deve ser muito enfatizada ou exagerada. Porque a maior parte dos elementos que você lida são elementos que ainda não têm uma formulação linguística, são elementos de experiência interior e exterior que às vezes escapam da expressão linguística. Por exemplo, quando apareceram os fenômenos das duas guerras mundiais e das tiranias totalitárias, impondo aos seres humanos uma quantidade de sofrimento e de situações absurdas que elas não conseguiam expressar verbalmente. Se você ler hoje a obra de Alexander Zinoviev, professor de Lógica Matemática, perceberá que ele usa o seu instrumental lógico para criar uma nova linguagem capaz de descrever o que a situação real vivida pelos cidadãos do Império Soviético. Experiência que, portanto, transcendia os meios linguísticos de expressão dos próprios personagens que estavam vivendo. Como poderia ser isto uma mera análise da linguagem se a linguagem para expressar aquilo não existia no momento? Tratava-se, sobretudo de sentimentos e vivências mudas do coração humano que Zinoviev puxará de dentro da alma humana para uma expressão linguística finalmente. E é evidente que a análise da linguagem de Zinoviev não é a mesma que o próprio Zinoviev está fazendo dos acontecimentos e das experiências reais.
A filosofia analítica é uma filosofia de brinquedo, que transforma as questões mais temíveis da existência humana em meros jogos de linguagem. Isto é bom para quem quer ficar se divertindo em casa, mas não para quem quer meter a mão na massa. É um divertimento acadêmico apenas. Às vezes, produz algo de real utilidade, não se pode negar. Quando eu digo que a função da filosofia é lançar luz sobre estas questões reais, então não estou me referindo a meras questões de linguagem ou de lógica. A própria lógica como disciplina científica é um dos dados da situação social e existencial que estamos vivendo. Ela tem uma função dentro, entre outros, do universo da ciência e da tecnologia, e é, por assim dizer, uma força social. Então tem que ser analisada também como força social e não somente dentro dos detalhes formais da própria lógica.
Felizes de uma maneira geral, estamos vivos brilhando como um cristal, somos luzes que faíscam no caos e vozes abrindo um grande canal
Precocemente um homem se formou e as maldades do mundo
Hoje lhe tocou fazendo a família sofrer agindo sem
Pensar, é lamentável e a tendência é piorar. Largando
Os estudos e o futebol, não quer saber de nada acorda
No final do sol enquanto um garoto pacato vende num
Farol, só pensa nele não faz nada em prol. Esse
Moleque que fugiu da escola, se tornou um dependente
Ele é mais um nas drogas, de baixo de um viaduto
Termina essa história sem amor, sem carinho. E agora?
Em um mundo de ignorantes, a melhor maneira de ignorar a ignorância de um ignorante, literalmente é ignorar a ignorância de um ignorante.
Quero um dia poder falar para meus netos que aproveitei a vida ao máximo sem medo de errar, que lutei com todas as minhas forças por aquilo que almejava, que não possuo me arrepender de coisas que deixei de fazer, e sim briguei por elas até o final, pois eu ACREDITEI que um dia poderia dar certo, além de poder dar-lhes muitos e muitos de conselhos, de como ser alguém romântico a moda antiga. Depois de ter ensinado bastante, poderei descansar em paz!
A fragilidade dos vínculos humanos é um atributo proeminente, talvez definidor da vida líquido-moderna.
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