Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Silencio
De repente, um silêncio tão bem dito que não entendi mais nada. Ao contrário de outros, alguns silêncios apagam a luz.

Bendita seja a claridade das palavras também quando permitem que dúvidas sejam dissolvidas. Que equívocos não sejam alimentados. Que distâncias não cresçam. Que a confiança prevaleça. Que o afeto não se torne encabulado.
Bendita seja a claridade das palavras também quando ficamos no escuro da incompreensão, tateando as paredes deste cômodo pouco ventilado à procura de um interruptor qualquer que acenda o nosso entendimento.

Bendita seja a claridade das palavras também quando aproximam, em vez de afastar. Quando nos possibilitam o conforto da verdade, mesmo que ela desconforte. Quando simplesmente queremos saber o que está acontecendo com as pessoas que amamos simplesmente porque amamos.

Bendita seja a claridade das palavras quando ditas com o coração. Ele sabe como acender a luz.

Se podemos fazer um homem feliz e sereno, então devemos fazê-lo em todo caso, quer ele nos peça ou não.
(O jogo das contas de vidro)

A vida é como um jogo de xadrez onde você tem que pensar para ganhar.

Se cada um cultivar afeto,
beleza e lealdade
em seu ambiente,
por pequeno que seja,
isso há de espalhar
claridade no mundo.

Adrenalina é como amar alguém, todos os seus músculos se contraem, dá um grande frio na barriga e, depois de realizado, você sente uma leveza e alegria inexplicável, é muito bom.

Posso me apaixonar por um corpo, mas só posso amar uma mente.

Somente quem vivenciou a dor de um trauma sabe que embora seja necessário se reestruturar, esta tarefa pode não ser tão simples, nem fácil.

Percebi que refazer é diferente de fazer de novo,
assim como um novo dia nem sempre
é um dia novo.

Um corpo, formado de membros todos belos, é muito
mais belo que cada um dos seus membros de cuja
conexão harmoniosíssima se forma o conjunto,
posto que também cada membro separadamente
tenha uma beleza peculiar.

Mais um dia nasceu,
de novo se renovou a esperança.
A paz chega com o brilho do sol,
inradiando a todos.
Obrigado querido Deus por hoje também,
que tua paz reine emtre nós.

A Arte foi definida cem mil vezes: é o belo, o verdadeiro, o bem. A Música, que é um dos ramos da Arte, está inteiramente no domínio da sensação. A sensação se produz no homem quando este compreende a Arte de duas maneiras distintas, mas estreitamente ligadas; a sensação do pensamento que tem por conclusão a Filosofia e, depois, a sensação que pertence toda ao coração.

Creio, vivi um conto de fadas, mas sem o “felizes pra sempre”;
Foi mágico... lindo...
E certamente será inesquecível.
Não pude detê-lo, por mais que este fosse o meu desejo;
Deixei-o partir... e ele se foi, levando consigo o brilho dos meus olhos e o encanto do meu sorriso.
Fiquei observando... desejando que uma maré forte o trouxesse de volta.
Enfim, o mar silenciou-se.
Guardo em meu coração todos os momentos bons e o aprendizado proporcionado pelo “Cuide-se”
Deixei de focar em você e agora estou cuidando de mim... amando-me...como deve ser!
Cuide-se você também!!!
"o tempo passa e com ele a dor..."
06.10.09

O mais importante de tudo é continuarem a mostrar um profundo amor uns pelos outros, pois o amor compensa muitas das faltas de vocês. E todos vocês sirvam uns aos outros com um espírito humilde, pois Deus concede bênçãos especiais àqueles que são humildes, mas se opõe àqueles que são orgulhosos.

Na ultima vez que conversamos, e você me deu um abraço, e naquele abraço,
pude sentir sua energia, você tem uma aura com uma energia muito forte,
seu abraço foi para mim como um desfibrilador,
naquele momento meu coração voltou a bater,
ressucitei de meu tumulo de pedra, de onde já não sentia nada,
das feridas que se espalhavam por meu corpo todo, flores nasceram no lugar,
dos meus orgão que foram mutilados, o espaço vazio deixado por eles,
é preenchido por você, meu espírito que estava preso ao que havia sobrado,
habita agora um novo corpo, em minhas veias corre a essencia da esperança,
em minhas mãos o fogo celestial, queima todas as lembranças,
de um passado de derrotas, o vento apaga minhas pegadas,
a chuva que você pos sobre mim com seu sorriso,
lava os ferimentos de minha alma, e faz germinar em mim o sorriso de gratidão.
Antes que você existice em meu caminho, não havia um caminho,
e sem seu sorriso, não havia felicidade.
Minhas pegadas rumam ao seu coração...E as suas?
Desculpe-me, não quero invadir seu mundo, apenas quero te dar um pedaço do meu.
Sei que haverá uma nova querra, muito em breve, que provavelmente,
vai me ferir novamente, mas com você sendo minha bandeira e minha espada,
terei força para lutar contra todo o exercito das trevas,
e com você, minhas novas feridas, serão apenas um sinal,
de que a causa da minha batalha, minha bandeira você, será sempre defendida,
até a ultima gota de sangue. Aos seus pés me ponho, para te dar minhas vitórias.
Não se preoculpe se seu coração não estiver comigo, você não me fará sofrer,
simplesmente continuarei aqui caido, em eterno repouso,
com meu corpo em decomposição, tornando-se parte da terra,
até que ele se integre ao solo, e desapareça para sempre,
fazendo com que assim, meu espírito seja libertado.
Não terei nada a perder, pois antes de te conhecer eu já não tinha nada,
e sem você eu continuarei sem nada, com você só tenho a ganhar,
se estiver comigo em meu karma, terei minha fonte de energia,
se não estiver, as lembranças que tenho de você,
darão energia para meu espirito caminhar, após ser libertado de meu corpo.

Há um desamor nas pessoas, uma enorme falta de tudo; valores, princípios, atitudes, respeito, coerência, seriedade, responsabilidade, caráter, moral... Isso é muito triste!

O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.

A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?

Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.

Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?

Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".

O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.

Conheci você para te amar

Não juramos amar um ao outro
Não prometemos beijos românticos ao luar
Não te beijei naquela hora
Foi estranho não te conquistar
Acabamos sendo amigos
Nos momentos em que lutei
Coincidência que me apaixonei
Por você tanto pensei
Onde quer que eu fosse
Você estaria lá
Me pergunto sobre você
Era para eu te conquistar?
Um amor não correspondido
Uma paixão que traz saudade
Uma garota que amei
Momentos de felicidade
Coisas do amor
Te amei, te amo
Talvez nunca te disse isso
Ao céu estrelado brilhando
Me emociono com uma música romântica
Ainda quero te conquistar
Amor verdadeiro de mim para você
Conheci você para te amar

O conflito é um sinal de que existem verdades mais amplas e perspectivas mais belas.

O desejo é um sentimento muito perigoso, pricipalmente, quando desejamos o proibido.

O tempo de uma fotografia
Não era nem ontem, e nós éramos um rostinho inocente posando para um retrato escolar. Olhinhos apertados, espertos, ávidos por ver a vida crescer. Crescemos nós. Já no mundo adulto, aquela foto da escola perdeu-se em alguma caixa parda que guarda fotografias do tempo em que elas eram reveladas. Eram aguardadas no suspense de seu conteúdo. Havia prazer em esperar. Fala-se disso:

_ As fotos ficaram boas? _ Vem aqui em casa pra ver!. Diálogos dos século passado.O mundo adulto, hoje, é cheio de pressa. Nem bem viveu-se algo, e esse algo já foi postado em alguma rede. Desfruta de uns segundos de visibilidade, para depois perder-se, em memórias cibernéticas. Será que as crianças de hoje ainda tiram fotos do tipo grupinho escolar? Todas as carinhas reunidas, professora do lado, e um fotógrafo gorducho mandando fazer xis.Não há muito tempo para esperas e aguardos. Hoje, é tudo para hoje. Será que no meio de tanta aceleração, dá tempo de se perguntar onde estarão aqueles meninos e meninas do nosso retrato escolar? Caminhos que nos engolem enquanto tentamos acrescentar alguns minutos à mais nas nossas horas corridas, e lá se foram os nossos primeiros melhores amigos.

A que se presta esta nostalgia? Serventia prática, nenhuma! Pensamentos miúdos não se prestam. Eles prezam. Prezam alguma coisa de valor que vai se perdendo pra não se perder tempo, e que podia ‘não’.

Podia-se não perder contato com as pessoas queridas.Podia-se responder os e-mails com muito mais palavras.Podia-se telefonar ao invés de encurtar tudo por sms.Podia-se ganhar da preguiça e chamar amigos pra um jantarzinho.Podia-se ultrapassar o tédio e organizar uma viagem.Podia-se fazer mais visitas, pra se ver ao vivo e à cores.Podia-se escrever uma carta, pra lembrar da própria caligrafia.Podia-se largar mão de artificialidades e conversar com mais vontade.Podia-se deixar pra lá a vaidade, e expor os sentimentos com mais verdade.Podia-se deixar o orgulho de lado e procurar reacender os afetos congelados.Podia-se dar um tempo aos formalismos das relações, e sair por aí, abraçando os outros,beijando os outros, olhando nos olhos dos outros…

Podia-se redescobrir aquele amigo, daquele tempo, e surpreender…

Em meio à tantas metas e prazos, a gente sabe que é na companhia do outro, na intenção e na atenção dedicados à amizade e ao encontro que a vida faz sentido. Sem perder tempo com as miudezas que importam, perdemo-nos todos. Perdidos e acelerados, periga que um dia, a gente não se ache mais.

‘Ultimamente têm passado muitos anos.’