Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Se eu ainda soubesse como mudar o mundo
Se eu ainda pudesse saber um pouco de tudo
Eu voltaria atrás do tempo
Eu não te deixaria preso no passado
E arrumaria um jeito pra você estar ao meu lado de novo
Eu voltaria no tempo

Pra voltar pra ontem sem temer o futuro
E olhar pra hoje cheio de orgulho
Eu voltaria atrás do tempo...
Os nossos erros seriam apagados
Nossos primeiros desejos ressuscitados
E de novo eu voltaria no tempo
Eu não te deixaria desistir tão fácil
E não te negaria nenhum abraço
De novo Eu voltaria no tempo

eu só posso dizer que não sei,falta pouco pra me convencer da inexistência de um futuro,na verdade não falta nada,já me covenci,só não abandonei meus sentimentos porque eles são como filhos,(e eu jamais abandonaria meus filhos),afinal eu que os criei eduquei (por mais mal educados que sejam).os alimentei,os ví crescer,não os ví evoluir,e deveria vê-los morrer um dia,porém é exatamente aí que mora a diferença,meus sentimentos são crianças travessas demais,tomaram o elixir da longa vida,e não adianta,por mais que eu lhes dê veneno eles são imortais,assim como um fiozinho de esperança que nos mantém ligados,não sei como lidar com eles,não sei se um dia saberei lidar com eles,e não sei se quero aprender,são a minha parte mais humana,é o pouco que sobrou de uma existêncis vazia,dói,mas no fundo no fundo eu gosto,se não gostasse,assim como tantas mães fazem,eu os largaria na rua e mais cedo ou mais tarde eles iriam embora,não eles são meus e como prometi a você ficarão comigo até o fim.

⁠Eu conheço a sua reputação e não estou nem um pouco interessada por você.

⁠Eu estou prestes a te dar tudo que você quiser e um pouco mais. O que eu irei te dar, não pode ser comprado em loja alguma.

Eu quero usar um pouco do seu vazio pra eu me fazer inteira. Eu quero o som do seu oco pra fazer música até amanhecer.

"Na minha vida eu ja fiz de tudo um pouco, e esse pouco me fez crescer; mas nada foi o suficiente se comparando ao presente de ter conhecido você"

- Detesto essa música.

"Eu gosto", ela disse.

Passei a gostar um pouco também.

Pra ser sincera...
Eu estou um pouco cansada desta vida de voltar pra casa sozinha, to um pouco cansada de não ter pra quem enviar “Drummond” ou “Quintana”. Um pouco cansada de ir dormir pensando em se existe alguém com quem eu deva sonhar está noite.
“Estar só é a própria escravidão”
Mas entre estar cansada da ausência de companhia e uma companhia ausente... Bom, eu prefiro o meu travesseiro.
Às vezes eu tenho oportunidades pra fazer as coisas de outro jeito, pra ter uma companhia definitiva, amável ao meu lado.
Mas eu não consigo, eu quero continuar assim.
Não to a fim de começar outra história que tem tudo pra dar errado.
Não quero me intrometer em alguma relação, não quero alguém com ressentimentos, não quero alguém indeciso e nem decidido demais.
Eu posso estar exigindo muito, mas é que eu sei que quando for me apaixonar de novo nada disso vai fazer diferença, simplesmente vai acontecer...
Então me deixa pensar um pouco mais...

Eu queria apenas um pouco de atenção, de compreensão. Queria apenas fazer historia e não sofrer com ela. Queria ser pra você alguém especial, e não alguém que você só lembra quando ninguém lembra de você. O que não quer para você, não faça com o outro. Seja sincero por mais que isso doa… Não iluda se não quer ser iludido, não faça sofrer alguém que não te fez sofrer. Se não pode fazer esse alguém feliz, deixe-a livre para que ela vá em busca da sua felicidade, para que ela possa ser feliz de verdade.

Eu sempre soube que vivi um pouco diferente de outros homens. Quando eu era um garoto não vi nenhum caminho antes de mim, simplesmente dei um passo e depois outro. Sempre em frente, sempre para a frente, correndo em direção a algum lugar que eu não sabia onde. E um dia eu virei e olhei para trás e vi que cada passo que eu tinha tomado era uma escolha, ir para a esquerda, ir para a direita, ir em frente ou até não ir. Cada dia, cada homem tem uma escolha entre o certo e o errado, entre o amor e o ódio, e às vezes entre a vida e a morte, e a soma dessas escolhas torna-se sua vida. O dia que eu percebi isso foi o dia que eu me tornei um homem.

Estava pronta pra tentar de novo, um pouco ferida, um pouco humilhada, e eu espero um pouco mais esperta!
Acredito que escrevemos nossas próprias historias, e cada vez que achamos que sabemos o final, nos enganamos, talvez a sorte exista em algum lugar entre o mundo dos planos, num mundo das chances, e na paz ,que vem do saber que você não pode saber de tudo, a vida é muito estranha uma vez que você deixa acontecer, o que deve ser será.

As vezes sou um pouco exagerada, eu não espero o tempo certo para dar um passo, um abraço, ou retribuir um sorriso.

Esses dias, me perguntaram se eu estava apaixonado. Depois de pensar um pouco sobre o assunto, eu percebi: eu não estou, eu sou apaixonado! Sou apaixonado pela vida! Sou apaixonado pelos meus pais e irmãos, minha família. Sou apaixonado pelos meus amigos que ainda estão aqui, mas também pelos que já partiram ou os que nunca mais vi. Sou apaixonado por abraços, sorrisos e amores que ainda nem conheci. Ainda digo mais, acho que todos também deviam ser assim.

Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique.

⁠Geralmente eu não me assusto, mas agora estou com um pouco de medo. Tenho medo de algo acontecer com você. Isso significa que você se tornou uma pessoa especial para mim?

PONTO FINAL

Quebrei o aquário com o maior prazer do mundo. Eu matei os dois peixes, deu um pouco de dó da fêmea, ela demorou mais pra morrer. Mas, sinceramente? Não estou com pena deles. Peixes morrem todos os dias, assim como pessoas. Ciclos se encerram todos os dias, assim como o dia acaba, como o amor é destruído ou construído. Todos os dias. Quem sabe, essa não seja toda a emoção da vida, não é mesmo?
Depois rasguei o embrulho do pijama, e queimei. E a tesoura me foi útil na hora de cortar o pijama em pedacinhos irreconhecíveis. O pingente de sol deve estar em algum lugar da rua, já que eu joguei da varanda aqui de casa.
Depois as coisas na parede do quarto devem estar em alguma lixeira; notei a presença da mãe tirando os papéis do chão enquanto eu dormia. Espero, sinceramente, que ela não os tenha guardado.
E, eu acho que depois que eu surtar e tacar o celular do vigésimo andar e ter o prazer de vê-lo esmigalhado no chão, eu me sinta bem melhor. Melhor do que estou agora.
Sinceramente, achei que fosse estar pior. Mas, não. A vida é feita de escolhas. Ok, eu sei que isso é muito clichê; mas é a verdade. Quem sabe, a única verdade nisso tudo.
As coisas costumam passar na nossa frente, se exibindo, prometendo felicidade. E vai da nossa coragem querer pegar e ser feliz, ou não. Daí que tem pessoas que fazem questão de deixar passar, por simples covardia ou vai saber lá o quê. As pessoas surtam e decidem ferir as outras. Depois reclamam de não serem respondidos.
Eu lembro que um dia eu escrevi sobre livre arbítrio. E, depois de tudo, continuo tendo a certeza de que existe uma coisa pré-definida por trás do livre arbítrio, que nos faz tomar aquela decisão por ser exatamente aquela que devemos tomar. Pro nosso bem ou não, mas a gente acaba vivendo uma história que já está traçada, já está escrita, já foi determinada. Aí, basta a gente entender e aceitar tudo isso pra não sofrer mais que o necessário.
E aprendi que, sofrer no dia seguinte é idiotice. Se sofre no dia da dor, o dia seguinte é outro dia e esse dia segue.
Eu já tentei várias vezes me fazer de forte, dizer que eu era durona e que jamais me apaixonaria, ou sofreria, ou cairia na lábia de um idiota que tem um rei na barriga.
Eu sofri. Não nego. Me descontrolei, quebrei o que eu podia quebrar, xinguei o que eu podia xingar, taquei almofadas na parede, me joguei na cama e me chamei de burra, prometi nunca mais ver nem ouvir falar no nome, tomei comprimidos pra dor de cabeça, meu estômago ficou atacado e eu chorava e me contorcia de dor na cama. Depois fiquei até altas horas da madrugada sentada na varanda olhando a lua cheia. Ela estava maravilhosamente linda e o céu não poderia estar mais bonito. Tudo isso normal. Coisas normais que acontece com qualquer pessoa que se entrega, que tem coração, que ama. Que ama de verdade. Que entende o perfeito significado do amor descrito em Coríntios, e que insiste em cumprir tudo o que promete. Coisas normais de uma pessoa que não é movida pela emoção, e mesmo na emoção, fala coisas que tem certeza que vai cumprir. Coisas normais de uma pessoa que mudou e que quer ser feliz, muito feliz.
Mas, no dia seguinte, a pessoa continua sendo normal e a ferida pára de sangrar. Tá dolorida por ser tão cutucada, mas não sangra mais. Depois de uns dias, cicatriza e fica a marca. E não é vergonha carregar as marcas. Pior aquele que não se entrega por medo de sofrer e carregar marcas depois. Como ele vai viver e passar toda a alegria e dor que teve pra outras pessoas? Impossível aprender sem carregar marcas, marcas que pesam, que revoltam, e que as vezes nos faz sentir idiotas. Mas são marcas, e por mais feias que sejam, devem ser motivo de orgulho para quem as carrega.
E quando você se conscientiza que foi melhor assim e que todo mundo precisa ser feliz, e não vai ser mais uma decepção que vai te fazer parar, te fazer desistir, aí você consegue não sofrer mais pela pessoa, não sentir falta. O amor fica escondido em algum canto e depois se cansa de insistir e vai embora, mais ou menos no tempo em que a ferida vira apenas uma marca.
E, mesmo depois de tudo ontem, não me arrependo de absolutamente nada. Eu vivi, fui extremamente nobre em me deixar viver, mais uma vez, tudo o que eu tinha pra viver, com toda a intensidade possível. E como todos os outros, vira mais um texto pro meu blog, mais uma história pro meu livro. De tudo o que foi vivido, de tudo o que foi dito, pra isso serviu. Pra me inspirar a escrever.
Não significa mais nada, a não ser, parágrafos de um desses textos gigantes que eu costumo escrever sem ver a hora passar.
E tudo volta como estava. Você, sendo uns papéis perdidos na minha gaveta de cartas. E eu, pra sempre, presa em algum canto em você. Porque eu ainda acredito no ser humano, ainda acredito nos olhos, na verdade das palavras, e nem tudo aquilo foi em vão ou mentira. E quanto a você, eu liberto de algum canto onde você esteve preso em mim por tanto tempo, e me esqueço, pra sempre, do que você foi e representou. Pra sempre.
E deixo de cumprir a promessa de que mais ninguém seria suficiente. Sim, existe alguém suficiente. Suficiente só pra mim. Do meu jeito. Que não tenha medo e que saiba, sempre, o que sempre quis. E que nunca, nunca desista de mim.

Hoje eu estou triste, mas só um pouco,
Passam da meia noite, todos na casa já adormeceram.
Estou sozinha de novo.
Meus pensamentos são aleatórios.
Sinto tanto, sinto muito, não sinto por não ter tido, sinto por não sentir nada mais.
É confuso eu sei, como sempre ...
Os anos passam, e o vazio não some.
Não é fome, não é por falta de amor.
Falta entusiamo, falta cumprir tudo aquilo que prometo dentro da minha cabeça na noite anterior.
Mas amanheceu, e ele apareceu de novo, me agarrou pelas pernas que a fizeram pesar, apertou minha cabeça que a fizeram doer, desânimo, vá embora!
Não gostaria que fosse diferente, mas também não quero que seja igual.
Meu mundo não é ruim, minha vida também não, eu sou a confusão.
Esta tudo "muito" aqui dentro.
É isso.

Eu sou um pouco de cada uma das pessoas que fazem
ou fizeram parte da minha vida.
Cada uma que passa por ela deixa um pouco,
deixa algo que me marca e, goste ou não, algo muda
as escolhas que eu faço
os caminhos que escolho.
Cada um ao seu tempo com o seu jeito,
uns mais forte que outros, outros quase insignificantes,
alguns de forma tão intensa chegam a definir e limitar fases,
alguns nunca se vão.

Alguns sabem, ou outros não.

Sou de tudo das pessoas que conheci,
mesmo daquelas que não me conheceram
sou nada de tudo que eu conheci
apenas sou
um pouco de todos e nada de muitos...

Sou alguém que pode ser algo para outro alguém,
o tempo, as minhas atitudes, minhas palavras ou meu silêncio,
definem as marcas que eu posso deixar...

Pode ser que as marcas que já tenham mudem,
pode ser que elas não sejam as marcas certas,
pode ser que nem marcas sejam,
nem sempre ficam certas as marcas
que eu quis deixar...

Mas o que eu procuro ser,
é não ter sido...
Permanecer e estar na vida daqueles que,
mesmo longe ou perdidos em algum tempo,
se fazem sempre presente,
responsáveis em me provocar todas as situações, emoções,
sentimentos e sensações que dão a razão e sentido
ao meu eu.

Ah, se a juventude que essa brisa canta
Ficasse aqui comigo mais um pouco
Eu poderia esquecer a dor
De ser tão só
Prá ser um sonho

E aí, então, quem sabe alguém chegasse
Buscando um sonho em forma de desejo
Felicidade então prá nós seria

E depois que a tarde nos trouxesse a lua
Se o amor chegasse eu não resistiria
E a madrugada acalentaria a nossa paz

Fica, oh, brisa fica, pois talvez quem sabe
O inesperado faça uma surpresa
E traga alguém que queira te escutar
E junto a mim queira ficar...

Eu posso viver sem você. Só vai ser um pouco mais chato, mas nada que eu não possa aguentar.