Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
SONHAR;
Sonhos são possíveis após um desastre
Quando conhecemos nós mesmos
Mesmo por nome
Aceitamos quem somos
Acreditando numa benção
Se bênçãos forem, além, do mero conforto selecionado
Quais os papeis de sonhos?
Selecionamos, cortamos, afogamos
Para nunca mais sonhar
O que se pode esperar de um tempo inesperado?
Relógio parado,
tempo nublado,
suspiro cansado...
Lembranças de um momento amado.
Só sei que nada sei, talvez um dia saberei... Não sei!
Um dia deste mundo partirei!
E o que não sei...Comigo levarei!! 😔
Se um ignorante vê um grupo de sábios conversando, ele sai de fininho daquele lugar!!!
Se um grupo de ignorantes estão conversando, se aproxima um sábio e tenta entrar na conversa, eles expulsam o sábio do grupo!!!
PS: O ignorante se recusa a sair da ignorância!!!!
Quem escolhe acreditar no que lhe convém, se arrisca em viver só de mentiras. Por um lado é bom, porque são menos nocivas que as convicções.
O que o alfabeto me contou hj
Somos oferecidos a um sem número de predicados, contudo falta-nos a oportunidade de adjetivarmo-nos. Ser um substantivo não garante uma sentença, uma vida... O que garante? Descubra.
Se for necessário representar a estética do raciocínio através de um objeto geométrico, que seja com a esfera pois ela não possui arestas ou vértices, nem a concavidade que impede a sua beleza. A esfera é bela.
Todos enfrentam dificuldades na vida. Não pense que você é o único passando por um momento difícil. Cabe a cada um transformar desafios em aprendizado e crescimento. Nunca esqueça que você é uma pessoa phoda demais.
Gratidão
Gratidão é saber dizer
Um simples e sincero “obrigado”.
Pelas mãos que nos ajudam
E por quem caminha ao nosso lado.
É lembrar que cada gesto
Pode iluminar o dia.
Quem cultiva gratidão
Espalha sempre alegria.
Solidariedade
Ajudar quem precisa
É plantar um bem maior.
Um gesto pequeno hoje
Pode mudar muito ao redor.
Solidariedade é partilha,
É pensar também no outro.
Quando muitos dão as mãos,
O mundo fica mais solto.
Cooperação
Sozinho vamos mais rápido,
Mas juntos vamos mais longe.
Quando cada um ajuda
O esforço nunca se esconde.
Cooperar é trabalhar
Com respeito e união.
Pois grandes sonhos se constroem
Com mais de um coração.
Amizade
Um amigo está ao teu lado
Quando ris e quando choras.
Partilha jogos, sonhos, medos
E as pequenas grandes horas.
Amizade é dar a mão
Sem pedir nada em troca.
É um tesouro silencioso
Que o tempo nunca sufoca.
"Um jeito simples de se perder, tentar agradar outras pessoas. Se a ausência traz paz, não é perda "
Rasgou as velhas roupas do passado como quem corta cordas invisíveis. Cada fio que caía era um sopro de liberdade, uma promessa de si mesmo que não se enrolaria mais em nostalgias fáceis. O prazer momentâneo sussurrava em cada canto — o chamado das mesas cheias, dos abraços sem compromisso, dos consolos rápidos — mas ele fechava os ouvidos.
Escolher o melhor para si é coragem que não se veste de glamour. É se colocar inteiro diante do mundo e dizer: “Não mais me contentarei com migalhas, mesmo que doces.” Há uma dor doce nisso, um aperto nos ombros e no coração, porque renunciar é um rito silencioso que só o próprio corpo entende.
Mas há também poesia no sacrifício. Cada passo para longe do que não serve é um avanço rumo à plenitude que ninguém pode roubar. É o gosto de um vinho guardado, saboreado depois de anos, ou o perfume das flores que crescem em solo inesperado, intenso, solto, sem pressa.
Ser gentil consigo mesmo não é indulgência; é firmeza. É reconhecer que você merece o melhor, ainda que seja caro, ainda que seja solitário, ainda que precise atravessar tempestades interiores. É aceitar que a reconstrução dói, que a vida não se repete nem se empresta, e que a cada manhã há um pedaço de você que renasce.
Reviver é isso: um gesto íntimo, visceral e silencioso. É dançar com suas próprias feridas, abraçar a coragem que faz do abandono do velho uma vitória e da escolha consciente, o maior dos prazeres.
Há um ruído antigo em mim — não sei se nasce do peito ou das paredes internas. Um som que pergunta, sem mover a boca, se minha presença é respiro ou incômodo. Não pergunto aos outros; pergunto ao silêncio. E ele sempre responde: depende.
Depende de quê?
Talvez da sombra que ainda carrego — essa que aprendeu a duvidar do que é oferecido com ternura, como se o afeto tivesse validade curta.
E não é por falta de amor; não faltou.
É que, em algum ponto sensível da minha história, aprendi que tudo pode virar silêncio sem aviso. Cresci assim: não desconfiado das pessoas, mas das marés. Meio alerta, meio cético, inteiro faminto do que é seguro.
Há em mim um eco que hesita diante do amor mais evidente — não por falta de provas, mas por excesso de memória. Uma parte minha vigia a porta mesmo quando não há perigo.
E o curioso é que eu sei que sou querido.
Mas há uma porção antiga — leal às dores que sobreviveram — que pergunta: “e se for só gentileza?”
Às vezes imagino que essa dúvida é um animal. Mora em mim. Cheira o amor antes de deixá-lo entrar. Rosna quando alguém chega perto demais — não por recusa, mas por medo de desmanchar.
E a cura?
Talvez seja deixar esse animal cansar.
Permitir que o amor chegue devagar, até o corpo entender que não é ameaça: é colo.
Ou aceitar que essa dúvida é profundidade — alguns de nós amam em camadas, e o afeto precisa atravessar labirintos para chegar ao centro.
E no meu centro existe um lugar que sempre soube que sou amado.
Mas às vezes ele cochila — e o mundo fica estrangeiro.
Basta um olhar verdadeiro para tudo despertar.
E eu lembro, mesmo que por instantes:
não estou sendo tolerado, há morada nos amores que me abraçam.
(“O lugar onde o amor cochila”)
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