Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Os veganos que me desculpem, mas se tem até planta carnívora, não sou eu que vou parar de comer carne; neste mundo é assim mesmo, é um comendo o outro, e isso não vai mudar, faz parte do mecanismo universal do funcionamento da vida.
Toda vez que se aproxima o dia das mães eu sempre dou graças a Deus por ter sido criada em minha casa, sob os cuidados da minhã mãe, e não numa creche. Mas, hoje, isso virou artigo de luxo, é pra quem pOde, e não pra quem quer, infelizmente.
Se eu pudesse escolher, e tivesse a oportunidade de morrer e nascer cem milhões de vezes seguidas, eu escolheria viver esta mesma vida novamente, com os mesmos pais, a mesma família, os mesmos amigos, e a mesma fisionomia que tenho, por exatas cem milhões de vezes seguidas; por amor-próprio, para ser assim como eu sou hoje, não por eles.
O Surto do Momento...
Será que hoje, dia 9, do mês 11, do século 21, eu ainda posso dizer que concordo com alguém em gênero, número e grau, sem correr o risco de ser ridicularizada, ou até mesmo linchada? Pois, se sim, aqui vou eu. Concordo, plenamente, em gênero, número e grau, com o que o jornalista Gustavo Alonso, disse sobre a cantora Marília Mendonça, na Folha, na sexta passada, dia 05, se não me engano. Muito verdadeiro, sob todos os aspectos. Ela nÃo era mesmo tudo isso que estão falando por aí. Ela nÃo cantava bem e ela nÃo empoderava as mulheres... A meu ver, ele só se esqueceu de falar do incentivo que ela dava, publicamente, ao alcoolismo, e que ela nÃo era a primeira mulher do sertanejo. Nem sequer cantava sertananejo, e sim "breganejo pop". E muito menos foi um exemplo de mulher feminista. Ela só está sendo mostrada como querem que ela seja vista. Pronto falei. Só não falei isso antes, com todas as letras, por respeito ao "surto" do momento. Agora, se querem iludir, continuem com a máscara da hipocrisia, e com esse alvoroço sem fim, enganem o povão.
Eu sou do tipo que se tiver que sair dando dinheiro por aí, vou dar. Só se eu não tiver dinheiro pra dar. E se eu der, tá dado. Mas se ficar me devendo sequer um centavo de troco, ou de qualquer outra coisa, eu não me sossegarei enquanto eu não pegá-lo de volta. Se não dei, é meu.
Sinceramente, eu até hj não entendo por que é que pobre grita tanto, eu, como pobre, simplesmente não suporto gritos nem conversa alta.
Me lembro bem que qdo eu era ainda um bebê de colo isso me irritava profundamente, e como eu ainda não sabia falar o que eu estava pensando, eu chorava, aí eles gritavam mais ainda na tentativa de me distrair, e eu chorava mais ainda. Um dia, qdo tinha quase dois anos, ou menos, não me lembro ao certo, eu chorei mto por causa do converseiro alto, e eles acharam que eu estivesse com sede, e me trouxeram um copo americano com água, qdo colocaram o copo na minha boca eu mordí o copo e uma parte dele ficou na minha boca. Agora mesmo levei um susto danado com uma vizinha da rua gritando, ela vive me assustando com seus gritos, já não basta a cachorrada toda latindo ao mesmo tempo.
As pessoas deveriam entender que assim como existe cachorro que escuta demais, também existem pessoas que escutam demais, e abaixarem o tom da voz.
Essa tbm é uma diferença entre bairros nobres e bairros pobres, os gritos e a barulhada sem fim. E pior, falam todos ao mesmo tempo, nem sei como é que se entendem. E pior ainda, o natal está se aproximando, vou sair correndo, ou vou me esconder debaixo da cama.
Fico observando como algumas pessoas dão extrema importância às aparências exteriores. Eu nunca dei a mínima pros estereótipos e padrões estéticos. Eu vivo a minha vida, segundo meu próprio estilo, independentemente daquilo que os outros estão ditando por aí. O importante é me sentir livre e bem comigo mesma, e pronto.
Natal chegando, e eu ainda nem terminei de pagar a fatura dos presentes do ano passado. No Brasil é assim, uma fatura atrás da outra, não importa o passado, nem o presente, e mto menos o futuro do presente.
Pelo que eu sei, qualquer coisa que tenha musk é às custas de extremo sofrimento alheio; e acho que com esse "almiscarado" aí, o Elon Musk, mesmo sendo artificial, não vai ser diferente, nem virando Noé.
Caracas, agora, de repente, assim, do nada, me deu uma vontade de passar o natal em Caracas, eu nem me ligava que existia Caracas, não entendí essa🤔
Se hoje eu tivesse que usar uma metáfora para simbolizar aquele cara – ou aquela – que está sempre em cima do muro, e nunca se posiciona perante as situações importantes, nem mesmo diante de injustiças, e nem sequer aborrece ninguém, sem sombra de dúvida que ele seria a da “pessoa zero à esquerda"; medíocre ou sem valor algum. Os zeros à esquerda não valem nada, nem um tostão furado.
No interior onde eu nasci, só os políticos, e os seus chegados, têm bons empregos, o resto morre à míngua.
Quem eu sou, como pessoa, não tira de você a significância ou insignificância que o seu "eu" indica; mas pode causar inveja, ciúme ou até repulsa, depende apenas do que você pensa a respeito de si próprio, ou da forma como se sente acerca si mesmo; e vice-versa.
Venha ser feliz
Eu não tenho tempo a perder
Agora não dá mais, agora é pra valer
Não quero mais mentir
Eu nem tô mais a fim de esconder
Eu não quero fingir
Amor, amor, diz sim
Depois você pode se arrepender
Não deixe o amor pra depois
Meu amor
Não deixe o amor se perder assim
Ei, amor
Você sempre diz que me ama
No fim, só quer cama
Oh, amor, meu amor
É tanta fobia🙄, mas até agora eu não ví ninguém reclamar da "bonitofobia", ninguém fala nada, nem a tevê.
Eu queria que o Serviço Público servisse a sociedade da mesma forma como ele serve determinados servidores, sem deixar nada a desejar.
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