Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Não que eu não goste de sair pra night, azarar, curtir com minhas amigas, flertar e me divertir.
Sabe como é, eu amo essa vida de solteirisse. Mas chega uma hora, em que eu não consigo parar de me
perguntar porque o homem dos meus sonhos não está aqui do meu lado, vendo um filmezinho na TV tomando nescau, ou então
dormindo de conchinha comigo. Talvez seja porque ele esteja nos meus sonhos. Mas deixa estar.
Uma hora dessas, ele bate aqui na porta de casa e me convida pra tomar um café logo ali.
Tá, tudo bem,eu não estou em uma situação de poder exigir muita coisa.
Não precisa ser o homem dos meus sonhos, deixa ele lá, pra eu ter algo ainda por almejar.
Mas se, por acaso, existir lá fora, não o homem dos meus sonhos, mas um homem que me faça sonhar,
é só avisar que eu passo meu enderço. E eu acredito que uma hora ele apareça.
Afinal, sonhar não custa nada. Mas eu pagaria um preço alto para que isso se realizasse.
(desculpa pelas palavras, o frio parece me deixar mais tolerante)
kety 09/08
Mas se ainda existir dentro de você alguma esperança, eu preciso demais que você me abrace e me faça sentir aquilo novamente. é fácil, basta você querer, eu ainda quero tanto.
Eu sei que o amor é uma coisa boa.
Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção.
Eu não sei o que é mais irônico: o "bom dia" às 6 da manhã ou o "boa sorte" que os professores colocam na prova.
Eu te perdoo pela palavra não dita
Refugiada na solidão dos teus lábios
Entre os beijos que amordaçaste
Eu te perdoo pelo carinho adiado
Tatuado na insônia do teu corpo
Entre os sonhos que não dormiste
Eu te perdoo pelo olhar aflito
Desenhado no deserto do teu rosto
Entre os gritos de silêncio que guardaste
Eu te perdoo pelo abraço apenas imaginado
Sonâmbulo a ansiar o calor dos meus braços
Entre os luares que teus olhos apagaram
Eu te perdoo por sufocares teus desejos
Exilando-os na penumbra do teu coração
Entre os invernos perenes da tua alma
Eu te perdoo pelas vezes que te esperei
Quando teus passos emudeceram
Entre as fronteiras dos teus limites
Eu te perdoo pela tua renúncia
Por amontoares teus sonhos em gavetas
Entre tantos outros estilhaçados pelo tempo
Eu te perdoo por te perderes de mim...
Eu confio em ti;
Mesmo se as estrelas deixarem de brilhar,
Mesmo se secarem as águas do mar,
Mesmo se o sol não aquecer.
Eu confio em ti;
Mesmo se o meu coração não quiser amar,
Mesmo se a minha cabeça não pensar,
Mesmo se um sonho lindo morrer,
Eu confio em ti;
Mesmo se a chuva cair sem parar,
Mesmo se nuvens no céu não se formar,
Mesmo se o arco-iris não aparecer.
Tal vez...
Eu não sei,
porque tem que ser assim.
Mas sei...
Que tudo vai passar!!!
Eu não sou da sua rua,
eu não sou o seu vizinho,
eu moro muito longe, sozinho.
estou aqui de passagem.
Às vezes as mentiras também ajudam a viver...
Talvez para meu filho eu também tenha que mentir para enfeitar os caminhos que ele um dia vai seguir...
Ode ao Burguês
Eu insulto o burgês! O burguês-níquel,
o burguês-burguês!
A digestão bem feita de São Paulo!
O homem-curva! o homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!
Eu insulto as aristocracias cautelosas!
os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros!
que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangues de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!
Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará Sol? Choverá? Arlequinal!
Mas à chuva dos rosais
o êxtase fará sempre Sol!
Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais
Morte ao burguês-mensal!
ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
“_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
_ Um colar… _ Conto e quinhentos!!!
Mas nós morremos de fome!”
Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma!
Oh! purée de batatas morais!
Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados!
Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a Central do meu rancor inebriante!
Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!
Fora! Fu! Fora o bom burguês!…
Mas nesta época eles dançavam pelas ruas como piões frenéticos e eu me arrastava na mesma direção como tenho feito toda minha vida, sempre rastejando atrás de pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante pop pode-se ver um brilho azul intenso até que todos caiam no "aaaaaaaaaaaaaah!" Como é mesmo que eles chamavam esses garotos na Alemanha de Goethe?
Se você deixasse tudo de lado, por cinco minutos, e escutasse tudo que meus olhos têm a dizer, eu diria tudo em silêncio, sem precisar falar.
Sempre que precisar de mim, estarei aqui para lhe acalmar e dizer que tudo vai ficar bem... Mas eu também preciso de alguém que faça isso por mim.
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