Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Senhor não me deixe, sem teu óleo.
Mantenha em mim, o azeite da tua esperança, que eu não me venda a este mundo, de falsas esperanças.
Preciso subir, sei que não mereço, tudo que fiz pra ti, não foi nem o começo, mas agarrado, às tuas promessas, é o que me faz acreditar, sedo e sem demora, tu vem me buscar!
Assim que o dia amanhece, com o corpo ainda em repouso eu coloco a alma de joelhos e com o coração agradecido faço a minha mais sincera oração: agradeço a Deus por cada instante maravilhoso do dia que sob sua proteção, eu vou viver, antes mesmo que aconteça.
Nunca me senti tão forte, eu só precisava de algo que me impulsionasse, foram momentos de reflexão que eu fiz valer antes que tudo se acabasse. Eu vejo tudo pelo brilho do olhar. A alma nunca mente, quando tenta no futuro colherá. Já tive coleira igual cachorro, hoje livre me movo. Sou o grito que ouço, quantos de nós se envolve com o que consome. Quantos de nós quer apenas o que console. Ninguém tá preocupado com seu sentimento, não adianta chorar, o mundo sempre foi cruel desse jeito. Somos seres insensíveis quando a dor do outro vemos. Cada um está preocupado apenas consigo mesmo.
hoje eu entendo o que ontem não entendia, hoje conheço o que ontem desconhecia.
Nisso percebi que hoje é melhor que ontem e posso esperar com paciência que amanhã seja melhor que hoje!
Se eu fosse questionado hoje sobre o que desejar ao mundo, eu desejaria diálogo. Se agora você for ao teu lugar de conforto, você verá que do maior ao menor problema, um diálogo diferente teria trazido à realidade dos fatos, uma finalidade mais justa, sensata e empática. O diálogo não é simples, nele não pode haver raiva momentânea, ou rancores, ele deve ser fluído e feito fora do momento de caos. Ao momento de caos, dê lhe preferência ao silêncio, o silêncio é importante, faz com que o outro não invalide toda sua importância. E, ao outro, independente de como ele te trata, cabe a você compreender e transpassar cada vez melhor o seu diálogo, tranzendo-oª cada vez mais para a realidade.
Por intermédio das leis divinas e também as sagradas, e somente por elas eu quero percorrer os infinitos universos da vida, na pretensão de encontrar sempre em mim um ego novo.
Ela é minha Cinderela
Eu sou doidinho por ela
Ela falou pra mim
Os outros gostam dela
Mas ela gostou de mim
Cê sabe que eu volto
Pra gente se amar, se beijar, eu quero te abraçar
Daquele jeito imperfeito
Que se torna tão perfeito
Porque é você e eu
Deixa ir, que pra mim tá difícil ver
Você e eu já não pode ser
Não consigo querer quem me quer
E quer outro alguém
Foi confortável me paralisar
Mas mudei o disco
Eu sou grande e mereço
Quem não culpe velhos traumas
Pra me maltratar
- Cela 421
Eu aqui na minha cela, recluso,
Com pensamentos não aprisionados,
Nas linhas tortas deste verso confuso,
De um poeta marginal, marginalizado.
As grades são o portal do meu mundo,
Onde a liberdade se esconde em chamas,
As memórias são ventos profundos,
Que esvoaçam a minha alma em chagas.
Nas entrelinhas dos muros sombrios,
Minhas palavras ganham vida e voz,
Soltam-se no ar como pássaros bravios,
Que negam a prisão e voam veloz.
Enquanto o tempo passa, lento e cruel,
Meus versos clamam por justiça e verdade,
Denunciam a opressão, lutam pelo réu,
Desmistificam essa pálida sociedade.
Eu aqui, na minha cela, sou insurgente,
Meus pensamentos vão além dos limites,
Escrevo com a tintura da rebeldia ardente,
Transbordo de poesia as represadas digitais.
Ah, poeta marginal, poeta sem destino,
Tuas palavras são balas nos opressores,
Revelam o vazio do sistema mesquinho,
Destilam a raiva dos marginalizados e dor.
Então, mesmo aprisionado, sigo poeta,
Denunciando as injustiças pelo mundo,
Através dessas versos a minha voz liberta,
Para que os opressores ouçam o grito profundo.
Eu aqui na minha cela, com os pensamentos livres,
Construo versos de pura dissidência,
A poesia se ergue, onde a realidade não cai,
E transcrevo em letras a minha resistência.
Eu aqui na minha cela, solitário,
Com pensamentos que anseiam voar,
Na obscuridade deste canto sombrio,
Um poeta marginal quer se libertar.
As grades tentam silenciar a voz,
Mas a poesia é resistência intrépida,
Nas linhas tortas, sou um herói feroz,
Denunciando a opressão que me impede.
Os dedos traçam versos em desespero,
Em cada palavra, minha alma grita,
A liberdade é um sonho verdadeiro,
Que a cela não tem o poder de evitar.
Eu aqui, na minha cela em confinamento,
Escrevo em protesto contra as amarras,
Revelo a injustiça, a dor, o sofrimento,
E ergo a voz dos marginalizados sós.
A prisão é apenas uma aparência,
Minha mente voa livre no universo,
Mesmo cercado pela mais pura ausência,
Meus pensamentos são imunes ao peso.
Enquanto mergulho na solidão profunda,
A poesia se torna minha armadura,
Desafio as correntes com minha escrita fecunda,
E reescrevo a minha própria ditadura.
Eu aqui na minha cela, com os pensamentos ardentes,
Sou a voz dos marginalizados esquecidos,
Através da poesia, resisto ferozmente,
Na busca incansável pelo sonho perdido.
Que meu canto ecoe além das grades,
Que minha mensagem chegue a todo canto,
Enquanto na cela, em silêncio, a poesia invade,
Desafiando o sistema que quer me aprisionar tanto.
Eu aqui, na minha cela, com os pensamentos revolucionados,
Sou um poeta marginal, inquebrantável,
Apesar de todo o cárcere imposto e fadado,
Minhas palavras jamais serão domesticadas.
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