Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Todos nós começamos de algum ponto. Para aqueles que estão há muito tempo, eu digo: ajudem os recém-nascidos a andar. O saber é algo extraordinário.

Os poderosos no final das contas são mais comuns do que eu e você. Só exercem o cargo ao qual foram capaz de assumir. Pessoas simples sabe ...

Eu gosto de histórias! São ótimas para se inspirar não acha ?

"A paz não é o destino, é o modo como eu decidi dirigir o meu próprio destino."

Se uma mulher não pode me oferecer
uma vida melhor do que a que eu já
tenho sozinho, é melhor eu continuar
solteiro.⁠


____Sim__
Boa noite
😴

Aquele que procura a sabedoria
não pode guardar rancor. Então por que achar
que eu devo procurar nos outros
o que eu só posso encontrar em mim mesmo...


______Amor-próprio_
Sim.
😴
❤️

Qualquer mulher pode sair por aí com o intuito de se deitar com qualquer homem. O fato é que eu não me troco por nenhum deles. E nem queira saber o motivo.


Marcélio Oliveira
⁠Sim.

Sabe o que eu penso de você? Que você não passa de uma CADELA NOJENTA.


______Sim__
⁠🤗

Que o sentimento flua
Que seja para a vida
Que meus olhos nunca
Se percam dos teus
Que eu possa sentir o bater
Do coração sempre
Que te ver chegar
Desde o primeiro dia
Eu senti que estava destinado
Unirmos nossas vidas
Senti que já te conhecia
Que a minha alma já te pertencia…
Que seja sim para a vida
Sem medos, sem atropelos
Aqui pensado em ti.
Eu te sinto, sinto o calor do teu abraço
O fogo do teu beijo...
Não é um sentir
De querer acreditar..
É um forte sentir uma voz que me diz
Que nosso Amor veio para ficar!

Meu pobre coração estava fechado
Eu nunca pensei que ele voltasse a bater a sentir com tamanha intensidade!
Me sinto uma menina perdida ..
Perdida se não ouço tua voz ..
Perdida buscado teu olhar ..
Teu olhar têm um brilho intenso..
Que me domina completamente..
Estou rendida ao teu encanto ao teu
Charme ..
E a essa humildade a pureza que vêm da tua alma ..
Te busco em todas as horas do meu dia ..
Não me imagino mais sem ti ..
Sem te ouvir ,sem ver teu sorriso ..
Estou dependente da tua doçura..
Mary Gonçallves

O amor chegou sem avisar,
Bateu a porta e eu o deixei entrar

Se hoje me contasses algo de grave sobre teu passado, eu continuaria te querendo da mesma forma, porque a conexão de nossas almas vai muito além de algo que se passou quando nem sabia que existias, e a tua transparência e bondade superam tudo isso.

Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”

Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.

Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.

Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.

Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.

E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.

ESPELHO QUE SUSSURRA O AMANHÃ.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Do Meu Eu.

O pronunciamento na frase: " Exatamente! Bom seria se ao olharmos no espelho e o reflexo nos dissesse te vejo ainda amanhã. " invocamos um desejo antigo como a própria consciência o de que a alma encontre permanência dentro do próprio corpo. O espelho torna_se então uma fronteira silenciosa entre o que somos e o que tememos deixar de ser. Diante dele o rosto não é apenas rosto é memória condensada é promessa que tenta sobreviver ao esquecimento.

Há instantes em que o reflexo parece perguntar:
_ Quem és tu? Quando ninguém te observa e em outros murmura quase como confidência: _ Vejo-te cansado mas não vencido. Porém o que verdadeiramente nos comoveria seria ouvi-lo afirmar com ternura: _ Te vejo ainda amanhã como se reconhecesse em nós uma centelha que resiste apesar das sombras que recolhem nossos passos.

Amanhã é palavra que se curva ao tempo mas aqui assume outro significado torna se permanência íntima fidelidade a nós mesmos. O reflexo que promete reencontro não fala da matéria mas da lucidez do caráter da chama que não deseja se apagar. E assim contemplamos o vidro como quem se inclina diante de um oráculo discreto buscando nele não a vaidade mas a continuidade do espírito.

O espelho nos é sempre este guardião que nos recorda que não estamos fragmentados, que o nosso melhor não se perdeu na noite e que o nosso amanhã ainda nos espera com a dignidade de quem confia em nossa própria luz renovada. Pois quando a alma reconhece a si mesma nada lhe rouba o brilho da sua permanência sutil e inexaurível.

AMOR,EU SEI QUE TU ESTÁS AÍ.
Catarina Labouré.
Filho é para ti que insuflo estas palavras empregnadas de amor e o amor é inegavelmente coragem para todos os momentos.
Recorda-ti desse sentimento no âmago do teu íntimo e diante da dor mais profunda que te faz verter lágrimas dorídas, mergulhes na solidão que sentes em teu inexprimível sofrimento para dizeres: _ Amor! Eu sei que tu estás aí. Vem ser minha companhia visível.
No momento da raiva incontrolável que fadiga as fibras de todo o teu cérebro à afetar teu corpo o entorpecendo em dormência estática. Vai no teu íntimo e evoques esse puro sentimento inato a todos,mas tão postergado,o amor, digas tu em profunda e emocionada rogativa: _ Amor, eu sei que estas aí.
Diante da ofensa que lançan-ti sem misericórdia na face vos procurando fulminar maldosamente os teus sagradas idéias refugia-ti no pensamento próprio procurando se firmar vai secretamente em teu caminho entronizado ainda pela luz que tu amas sem ser enfadonho e grite para dentro de ti: _ Amor, eu sei que estás aí.
Quando as perseguições te espreitarem por onde quer que vás, nutra-ti de coragem,siga adiante mal grado os perigos penses alegre e evoques as figuras dos perseguidos injustamente e aparentemente vencidos, libertes junto as vozes e exemplos desses mártires repetindo--lhes a inolvidável vivência e cantes junto a esse coral: _ Amor, eu sei que estas aí.
Na alegria que vives mesmo que embora poucas vezes,pois a presença da solidão não vos esqueces, não olvides a missão da simples flor que mesmo na escuridão e esquecida não deixa de evolar a beleza e o perfume que lhe faz sobrepor o desprezo e com a mesma resiguinaçao fazes emitir de tua fala tristonha,mas confiante no porvir: _ Amor,eu sei que estas aí.
Segue meu filho! Redimido porque em todos os instantes nunca permitista estares só e revoltado.O amor te acompanha e vos atende. As noites poderão ser solitarias,exteriormente frias mas em ti fostes fiel e o amor vos dirá:-Amado,eu aqui em tua porta,ansioso para que tu a abras para mim e ser contigo.
Votos de muita paz.

"Eu ri como todo mundo do Espiritismo, mas o que eu considerava como o riso de Voltaire não era mais que o riso do idiota, muito mais comum que o primeiro."
Eugène Bonnemère.

“Enquanto todos viam apenas minhas falhas, meus filhos jamais souberam quantas dores eu enterrava para lhes oferecer um pouco de paz.”

EU, DO ESPELHO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Eu, do espelho em minha face,
do escarro frio também no chão,
não há alma que disfarce
a verdade sem solução.
Vejo a máscara rompida,
feito vidro a se partir;
toda a farsa desta vida
já não pode mais mentir.
Teus discursos são fumaça,
teu orgulho, pó sem cor;
quem semeia a própria trapaça
colhe espinhos de amargor.
Sob o verniz das palavras,
onde a vaidade fez morada,
jazem promessas macabras
numa consciência arruinada.
O tempo, juiz silencioso,
não aceita bajulação;
desnuda o falso virtuoso
diante da própria ilusão.
Teu retrato é sombra e lama,
é castelo sem alicerce;
arde por dentro a chama
da mentira que te aquece.
E enquanto finges grandeza
nas vitrines da multidão,
a verdade, com firmeza,
grava teu nome na escuridão.
Pois ninguém foge ao reflexo
que habita o íntimo profundo;
o remorso é um nexo
entre a alma e o próprio mundo.
Eu, do espelho em minha face,
do escarro frio também no chão,
sei que não existe disfarce
para enganar o coração.
A noite cobre os telhados,
mas não encobre o pensar;
há fantasmas acorrentados
que o silêncio faz despertar.
E o homem que vende honras
por aplausos passageiros,
ergue sobre frágeis sombras
os seus tronos derradeiros.
Quando o último véu cair
e cessar a encenação,
restará apenas ouvir
o veredito da razão.
Porque a mentira floresce,
mas não resiste à estação;
cedo ou tarde apodrece
sob o peso da revelação.
E então, diante do espelho,
sem plateia, sem perdão,
verás teu próprio conselho
transformado em condenação.
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Sem Disfarce.

Eu, do espelho em minha face,
do escarro frio também no chão,
sei que não existe disfarce
para enganar o coração.

Do osso que se ergue na carne,
da sombra que o corpo projeta ao sol,
sei que a vida é um pacto de carne
com o pó que nos espera no final.

Não há perfume que cubra o cheiro
da matéria que nos compõe e nos leva,
nem palavras de amor que não queiram
alimentar a fome do verme na terra.

Eu, do dente que treme na gengiva,
da veia azul que se ergue na mão,
sei que a mentira é só uma folha viva
sobre o esqueleto do que há de ser sempre igual.

O olhar do espelho é cruel e puro,
não tem piedade nem compaixão;
mostra o rosto que o tempo amadurece
e o coração nu, sem ilusão.

Do suor salgado na testa aberta,
do ar que entope a garganta seca,
sei que nada vale a falsa certeza
que a alma carrega como um peso pesado.

Não há deus que cure a dor da carne,
nem anjo que vista o ósseo nu;
a verdade é um espinho que arranca a pena
e deixa o homem nu diante do que é seu.

As Cinzas do Que Julgávamos Eterno.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Às vezes eu supunha que bastava acreditar.
Acreditar com a devoção dos que contemplam o horizonte e o confundem com a eternidade.
Então julgávamos possuir o mundo inteiro. E talvez algo além dele.
Pensávamos que dos ermos faríamos florestas. Que da aridez brotariam jardins. Que os fragmentos de vidro abandonados pelas estradas converter-se-iam em diamantes sob a luz dos nossos sonhos.
Mas o tempo possui uma linguagem que não pede licença.
Agora percebo.
Teu sorriso regressa diferente. Há nele uma melancolia silenciosa. Como se cada curva de seus lábios carregasse o peso de uma ferida invisível. Como se sorrir fosse uma forma delicada de sangrar.
Não desejava ver-te assim.
Ansiava reencontrar aquela força antiga. A mesma que atravessava tempestades sem curvar-se ao vento. A mesma que transformava os invernos da alma em estações suportáveis.
Contudo, há dores que pertencem apenas ao seu proprietário. Sombras que nenhum abraço dissipa. Abismos diante dos quais toda fuga é inútil.
E então resta apenas sentir.
Sentir o frio. Sentir a ausência. Sentir o lento desmoronar das certezas.
Houve um tempo em que parecia suficiente improvisar. Como se a existência fosse um livro aberto. Como se cada página aguardasse obedientemente a escrita dos nossos desejos.
Até o dia em que quisemos mais do que nos cabia.
Foi quando começamos a vender por migalhas aquilo que não possuía preço. Foi quando trocamos tesouros invisíveis por promessas efêmeras. E o sentido, pouco a pouco, dissolveu-se entre os dedos.
Hoje compreendo o valor raro de uma presença.
Alguém para ouvir sem transformar confidências em armas. Alguém para permanecer quando as palavras se tornam frágeis. Alguém para dividir o silêncio sem exigir explicações.
Quanto a mim.
Nada mais parece capaz de ferir-me como antes.
Não por coragem. Mas porque me habituei aos escombros da estrada equivocada que escolhi. Aprendi a caminhar entre ruínas. Aprendi a reconhecer minha própria lei nas cicatrizes que carrego.
Guardo apenas o que restou.
Pequenas relíquias de um passado que já não retorna. Vestígios de luz escondidos entre as cinzas.
E ainda assim considero-me afortunado.
Porque apesar de tudo. Apesar das perdas. Apesar da tristeza que se acumula nas margens da memória.
Ainda possuo o que ficou.
E creio que tu também.
"Há ausências que não morrem. Apenas aprendem a habitar os corredores silenciosos da alma."