Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
E cada passo que dou carrega a coragem de quem aprendeu a caminhar sozinho. Eu não me dobro ao que espera me ver fraco, nem me perco tentando agradar quem nunca soube reconhecer o meu valor.
Para ser feliz, não preciso depender de você,
porque a felicidade nasce dentro de mim, na voz em silêncio que só eu escuto, na força que só eu conheço a hora de ir ou de parar. Sou eu quem sustenta meus dias em fúria ou de calma, quem ergue meus sonhos e enfrenta minhas tempestades é o meu equilíbrio moral.
Não aceito migalhas quando o melhor está em mim, não suplico atenção do famosa nem do telespectador, não mendigo presença no teatro de aparências.
Quem quiser caminhar ao meu lado precisa ter alma forte, coração limpo e verdade no olhar.
Eu sigo.
Sigo firme, sem medo do que deixo para trás, porque tudo o que realmente importa permanece em mim: minha essência, minha dignidade, minha história. Verdade Honra justiça lealdade.
Aprendi que ninguém tem o poder de me quebrar quando eu decido ser o meu melhor.
Te procurei nas lembranças que guardei
No silêncio das noites eu chorei
O perfume das flores se perdeu
E o som dos meus versos se calou
Mas sigo firme na minha doutrina
Que é amar mesmo quando a vida desafina
Pois quando o coração não é ouvido
O sonho se torna ferido
E no vazio da ausência compreendi
Que o amor não se força, ele nasce ou se deixa partir
O que restou foi a lição da dor
De quem entregou a alma em nome do amor.
Eu, sem você,
Sou barco perdido em mares sem destino,
Sem porto, sem âncora, levado pelo sopro da saudade.
Teu amor é farol que rasga a escuridão atéas estrelas,
Bússola serena que orienta cada batida sas ondeno barco,
E transforma tempestades em calmaria no meu peito.
Quero ser a âncora dos teus sonhos velejando longe do porto,
O abrigo seguro na vastidão dos dias sem ti,
Navegar contigo até onde o horizonte se dissolve,
E descobrir no infinito a eternidade do nosso amor.
Eu sem você
sou barco que veleja
em oceanos sem porto,
sem âncora, sem direção.
Sou vento que sopra vazio,
no peito um mar aberto
que só encontra descanso
quando lembra do teu olhar.
Sem teus braços,
a noite é longa e fria,
e até a lua parece distante,
navegando sozinha no céu.
Mas quando penso em você,
meu coração acende faróis,
e cada onda se torna caminho
para te encontrar de novo.
Porque o amor,
quando é verdadeiro,
sempre devolve o barco
ao abraço do seu destino.
Eu nem imaginava que em você é pura magia e felicidade.
Quero estar contigo, feiticeira,
que enfeitiça minha alma com um simples olhar
e acende em mim desejos que eu nem sabia que existiam.
Sem você, o tempo fica lento, a noite perde o brilho
e meu coração vagueia, procurando o caminho de volta aos teus braços.
Você é o encanto que me completa,
o feitiço que eu não quero quebrar.
Ela não me deixa, mesmo que eu queira fugir,
sussurra verdades que me fazem sentir.
No silêncio profundo, onde o eco é vilão,
encontro na solidão a minha mão. Entre sombras longas e o vazio sem fim,
ela é minha sombra, meu próprio jardim.
No duelo calmo, no peito, na mão,
estou de mãos com a minha solidão.
Você insiste em me agradar,
dizendo sobre mim coisas tão bonitas,
como se eu fosse algum farol perfeito
iluminando todos os teus dias.
Mas não sou tudo de bom que você fala —
sou feito de falhas, de medos, de cicatrizes
que o tempo não apagou.
Ainda assim, quando você me olha,
parece enxergar além do que eu sou,
como se visse em mim um alguém
que eu mesmo não encontro.
E é nesse teu jeito de me ver
que descubro o amor:
não por me tornar perfeito,
mas por ser aceito exatamente assim,
imperfeito e teu...
Nem em pensamentos você está em minha vida
Nem em pesadelos loucos, nem em sonhos distorcidos
Eu sei, podem pensar que é injusto
Mas é o meu pensar, é o meu caminho
Não é dor, é livramento
Não é prisão, é liberdade
Ignorância ou orgulho, pouco importa
Eu sigo sem tormento, sigo em verdade
Chamam de absurdo o meu silêncio
Mas é nele que encontro paz
Não preciso da sua presença
Minha alma enfim se desfaz
Não é dor, é livramento
Não é prisão, é liberdade
Ignorância ou orgulho, pouco importa
Eu sigo sem tormento, sigo em verdade
Ponte
Se pensam que é loucura
Eu chamo de renascer
Na ausência encontro cura
Na distância, o meu viver
Eu sei a dor que insiste em se espalhar pelo corpo cansado, há uma chama que não se apaga: a esperança. Cada lágrima que cai carrega consigo a força de quem resiste, de quem não se entrega ao peso da derrota. O sofrimento pode tentar nos dobrar, mas não consegue arrancar a coragem que pulsa dentro de nós.
Amanhã pode trazer a cura, pode trazer o alívio, pode trazer o renascimento. E mesmo que o hoje seja árduo, é nele que se constrói a vitória do amanhã. Dias melhores virão, não como promessa vazia, mas como certeza de quem luta, de quem acredita, de quem se recusa a desistir.
O corpo pode fraquejar, mas o espírito é indestrutível. A dor é passageira, mas a superação é eterna.
A eu gosto muito de você linda mulher do seu jeito,
mesmo quando o mundo pesa nos seus ombros
e a vida arranha a tua pele com unhas de tempestade.
Gosto de você mulher encantadora quando se perde,
quando explode em silêncio,
quando responde com dureza
porque o coração está cansado demais para ser gentil.
Eu gosto de você assim mulher ardente —
forte, imperfeito, cheio de cicatrizes.
Gosto do amor que você carrega,
mesmo quando parece áspero,
mesmo quando chega quebrado.
Há ela é uma doçura feroz em você,
um tipo de amor que não se curva,
que enfrenta, que morde a dor e continua.
E eu fico.
Fico feliz por conhecer você, porque sei que por trás da tua fúria
existe um abraço quente que o tempo não apaga.
Fico porque teu amor, mesmo bruto,
tem a delicadeza que a vida não ensinou a ninguém.
Eu gosto de você deusa do amor —
simples, real, verdadeira —
até nas horas difíceis
em que amar você parece guerra…
e ainda assim é o lugar mais doce onde posso estar.
O gosto que tenho de você é fogo e chama,
raiva que arde sem apagar, luta que não desarma.
Eu gosto quando tudo racha, quando os ventos cortam,
porque até nas horas duras, teu rosto se mostra a pureza. Te quero em pele crua e alma despida,
na raiva, no silêncio, na dor sofrida.
Te amo com punhos cerrados, voz que não se cala,
porque o amor mais forte é o que não vacila mulher guerreira. Gosto de você no caos, na tempestade bruta,
na sombra onde a luz se oculta brilhar no teu olhar.
Nos seus defeitos e tropeços, no jeito ríspido sutil e delicado,
teu amor é um punhal — afiado, doce e carinhoso mulher livre, explícito. Eu gosto de você mesmo assim, voraz com amor feroz, sem conserto,
porque amar é revolução, um choque incerto.
No amor que tem força, que morde e quero fervente,
há doçura na guerra, há paz na corrente entrelaçados em teus abraços abraçados. Gosto do teu jeito, da tua luta, da tua fúria estreita,
porque amar é resistir, amar não é receita com você mulher.
Eu te dei a chave — a promessa do meu mundo,
Para entrar e ficar, viver entre sorrisos e abraços,
Ser feliz, ser amada, ser a morada mais doce. Mas você partiu — silêncio pesado,
Deixou a porta escancarada, sem palavra, sem motivo,
E eu cuidei de cada espaço onde tua ausência doía. Agora, a chave não tem retorno,
Nem o vento se atreve mais a segurar essa fresta,
Fechei a porta com o fogo da minha alma, firme e certa. Sem apego, sem arrependimento,
Que saibas: quem não valoriza o lar que ganha,
Perde a luz que poderia ter brilhado para sempre. A porta está fechada — não para trancar,
Mas para proteger o que ainda resta de mim,
Pronta para abrir só para quem queira entrar de verdade.
Eu te falei a verdade tantas vezes
que minhas palavras cansaram antes de você perceber
que o amor não é invenção, nem fantasia,
é coragem nua, é alma exposta.
Você não escutou.
Preferiu o silêncio que afasta,
a fuga que destrói,
a dúvida que corrói o que poderia ser eterno.
E agora, depois do fracasso,
tenta recolher palavras que nunca foram tuas,
memórias que não te pertencem,
promessas que não sustentaram o tempo.
Mas apesar de tudo,
meu coração ainda sabe renascer.
A esperança não é tola —
é a força que me empurra para dias limpos,
para um amor que venha inteiro,
verdadeiro, firme, sem passos pela metade.
Eu sigo em frente.
Não nego a dor, nem o que senti,
porque só quem já amou de verdade
tem coragem de recomeçar.
E eu vou viver feliz,porque eu finalmente aprendi
que a verdade que dei aos outros
é a mesma que agora escolho dar a mim.
Eu não vou por ninguém — vou por mim.
Caminho na direção que minha alma aponta,
sem pedir licença, sem buscar aplauso.
Porque quem vive para agradar o mundo
acaba perdendo a própria voz.
Eu não faço pra agradar ninguém,
faço porque é minha essência,
porque carrego na pele a marca
de quem aprendeu que liberdade
não se negocia, se conquista.
E eu não posso te amar antes de mim.
Antes de oferecer o peito, eu cuido dele.
Antes de entregar o coração, eu o fortaleço.
Porque amor que nasce do abandono de si
não sustenta ninguém — apenas destrói.
Se eu escolher ficar, será inteiro.
Se eu escolher amar, será verdadeiro.
Mas nunca mais deixarei minha alma por último.
Minha prioridade sou eu —
e quem quiser caminhar comigo
precisa saber que amor não é prisão,
é parceria.
E começa sempre dentro da gente.
Eu não sei bem o quanto as pessoas dizem,
nem decifro os delírios que habitam suas consciências.
Será que a ciência, com seu farol incansável,
ainda vai revelar algum mistério?
Uma parte de mim é pura consciência;
a outra, ciência que tenta me compreender.
No sim, nasce a certeza que acende o pensamento;
no não, repousa o silêncio que insiste em nos questionar.
Assim como as estrelas, que não revelam sua beleza
a quem não levanta os olhos para o alto.
Eu ensaiei por tantas vezes, longe de você e de todo mundo,
num palco onde éramos só eu, você e o vazio que o silêncio faz.
Ali, na quietude, criei os poemas mais sinceros, feitos só pra você,
desenhando teus beijos em cada curva do meu corpo,
onde a fúria dos desejos arde como chama impossível de apagar.Mulher bonita, encantadora, maravilha que transforma meu mundo,
você é o sonho que os meus olhos não cansam de perseguir,
a melodia doce que acalma meu peito inquieto,
a razão porque cada verso é um suspiro, um grito contido.E mesmo quando a distância nos desafia, sinto você aqui,
no pulsar da minha pele, no ritmo louco do coração em festa,
porque amar você é viver o impossível sem medo,
é acreditar que entre o silêncio e o caos, só existe o nosso amor.
Ela é a minha ideia de perfeição,
a mulher que o coração reconheceu antes mesmo de eu entender.
Quando penso nela, nasce em mim um desejo manso e profundo,
um querer que não se explica, apenas se sente.
Tenho amor por ela — um amor que cresce silencioso,
que ilumina os dias, que aquece a alma.
Tenho carinho — desses que tocam sem precisar de mãos,
que abraçam mesmo à distância,
que prometem presença mesmo no silêncio.
E tenho desejos…
desejos que não são só do corpo,
mas da alma que anseia caminhar ao lado dela,
do coração que deseja repousar no dela,
dos sonhos que já começam a chamar seu nome.
Ela é a minha ideal,
a que desperta o melhor em mim,
a que faz meus pensamentos florescerem
e meu sentimento transbordar.
Sei que não a escolhi: foi meu coração que a encontrou.
E desde então, só sei sentir —
forte, verdadeiro, inteiro —
por ela, e por tudo o que ela desperta em mim.
O que vou fazer quando eu chegar
e não sentir o calor da tua presença
esperando por mim na porta?
O silêncio da casa vai doer,
como se cada parede perguntasse por você.
O que fazer nessa hora em que o mundo parece maior,
e eu me sinto menor sem o teu abraço?
Ficar longe de você é uma ausência que pesa,
um vazio que não se disfarça,
porque é você quem me faz bem,
quem acende o meu dia,
quem acalma o meu coração.
E é nessa distância, ainda que breve,
que eu descubro o tamanho do meu sentir:
a verdade de que a tua falta ecoa,
e o meu amor por ti permanece firme,
esperando o momento de te reencontrar.
Desde o início, muitos repetem: Eu vou deixar tudo na mão de Deus, Ele sabe o que faz. Essa frase soa como um alívio, uma forma de se esquivar das próprias responsabilidades. Mas será que é realmente fé ou apenas comodismo?
É muito fácil transferir para o divino aquilo que exige esforço humano. A fé não deve ser desculpa para a inércia. A própria Escritura afirma: Quem não deseja trabalhar, não pode comer. O trabalho é parte da dignidade humana, é o que nos conecta ao propósito e nos permite construir, transformar e sustentar a vida.
Deixar tudo nas mãos de Deus sem agir é como esperar a colheita sem plantar. A fé verdadeira anda de mãos dadas com a ação. Deus dá força, sabedoria e oportunidade, mas cabe ao homem levantar-se, lutar e produzir.
Portanto, não se trata de abandonar a confiança em Deus, mas de compreender que Ele nos chama à responsabilidade. O mundo não se move apenas pela oração, mas também pelo suor e pela coragem de quem decide agir.
Por favor, mantenha a porta fechada.
Não temas — não há risco de invasão.
Eu já estou do lado de fora,
e não existe em mim sequer a sombra de voltar.
Quando a porta se fecha, não é apenas madeira e ferro.
É escolha. É sentença.
É o fim que não precisa de palavras,
apenas do silêncio que pesa e confirma.
Alguns caminhos não se desfazem em gritos,
nem em despedidas longas.
Eles se encerram assim:
com a firmeza de um gesto,
com a certeza de que não há retorno,
com a dignidade de quem sabe que partir também é necessário.
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