Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.
Às vezes, o uso apaixonado — e mal-intencionado — do nome de Deus só passa despercebido por outro igualmente apaixonado.
A JUSTIÇA DE DEUS E IMPLACÁVEL
Nos confins do tempo e do infinito, o véu da justiça divina é tecido com os fios mais puros e firmes. Implacável, ele se estende além dos limites do entendimento humano, transcendendo todas as fronteiras terrenas. A Justiça de Deus é uma balança imparcial, que não se deixa influenciar por caprichos ou artimanhas.
Seus olhos abrangem cada ação, cada palavra proferida e cada pensamento semeado nos corações da humanidade. Nada escapa à sua vigilância compassiva, nem mesmo o menor dos atos praticados nas sombras mais obscuras. Seus desígnios são claros e irrefutáveis, e a punição ou recompensa é medida com precisão divina.
Mas engana-se quem vê nessa implacabilidade apenas severidade e dureza. Pois a Justiça de Deus também é um abraço terno e acolhedor para aqueles que trilham os caminhos da retidão. É um farol de esperança que guia os perdidos de volta ao rumo certo, uma bússola que aponta para a redenção e a renovação.
Enquanto muitos podem temer a justiça humana, com suas falhas e imperfeições, a Justiça de Deus é a derradeira verdade. Ela não conhece suborno, não se curva a influências corruptas, nem se deixa cegar pelo poder ou pela riqueza. É a lei suprema que governa o universo, trazendo equilíbrio e ordem onde quer que seja invocada.
Aqueles que transgridem os princípios divinos não escapam do olhar perspicaz do Criador. Porém, mesmo na sua implacabilidade, há espaço para a misericórdia. Deus, o Juiz Supremo, sonda as profundezas da alma, conhecendo as lutas e as fraquezas de cada ser humano. E é nesse encontro entre a justiça e a misericórdia que a verdadeira sabedoria se manifesta.
Portanto, diante da Justiça de Deus, não devemos temer, mas buscar a verdade e a virtude em cada passo dado. Devemos aprender com os erros e crescer na compreensão de nossas responsabilidades. Pois, no final, a Justiça de Deus prevalecerá, trazendo consigo a paz e a plenitude que só a retidão pode oferecer.
Se alguma igreja (instituição) disser que somente nela há salvação, o 'deus' presente nela não é o verdadeiro Deus. Nenhuma instituição pode monopolizar Deus, pois, se assim fosse, Ele deixaria de ser Deus!
Deus é último refugio dos canalhas. Nesse país o sujeito pode ser psicopata, corrupto, traficante, assassino, estuprador. Então basta dizer que é crente e que deus está do seu lado para ser absolvido pela massa e assim virar um herói do povo
Se deus pune descrença com tortura num lago de fogo e enxofre, então ele odeia o livre-arbítrio (que ele mesmo criou).
A situação está tão feia que os ateus estão tendo que lembrar aos cristãos que deus é sobre bondade e perdão, e não sobre armamento e tortura.
Deus só cura doenças que podem ser fingidas e curadas, amputações ele nunca curou, o deus do impossível tem uma onipotência meio aleijada, não é?
Religião não ensina moralidade, ela propaga o medo da punição eterna, religiosos não amam a deus, na verdade, apenas tem medo de um monstro imaginário.
Até deus tem um brinquedo: é o seu total desprezo pelos seres humanos, caso exista, tal ser apenas se diverte com a desgraça humana.
