Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Ele é louco. Sou eu. Eu sou sua loucura. Por anos ele vem procurando algo para depositar sua loucura. E ele me encontrou.
“Gosto que me digam a verdade. Eu decido se ela dói ou não”. Nem sempre a verdade vai nos trazer alívio ou alegria, mas a vida precisa ser vivida com clareza, por mais que essa transparência traga dor. Ainda assim, é uma dor que nos localiza, nos situa, nos confronta com o amadurecimento e aprendizado. Pois tudo está em pratos limpos, às claras, sem manipulações, hipocrisias, omissões e mentiras.
Hoje compreendo que a causa principal de tamanho sofrimento era que eu nunca imaginara que ele pudesse morrer antes de mim. Como se a morte respeitasse uma ordem de passagem
Hoje eu te magoei. Minhas palavras e minhas atitudes te machucaram. E eu queria te pedir desculpa. Eu tive um dia difícil, mas não é justo descontar minhas frustrações em você. Espero que me perdoe!
E pra não dizer que eu não falei do ódio
Digo, pra que falar?
Falar sobre o demônio, é igual a um convite pra ele entrar
Meu coração tá doendo tanto pelo que está acontecendo. Eu queria tanto poder olhar nos seus olhos e explicar meus motivos. Fazer você sentir que eu realmente TE AMO e não brinco. Não é possível. Nada é possível agora, só resta esperar. Ai, como dói isso tudo, como dói, meu amor, ficar longe de você e às vezes até fingir que não ligo. Mas eu ligo, eu amo você, muito. Por favor, vê se me entende.
As vezes durante o dia eu sinto a minha alma vazia. O pensamento longe e o sentimento perto. Mas ela é estranha e me domina, as vezes eu sinto a minha alma vazia.
Vem aqui e prove pra mim que você é diferente de tudo que eu já vi. Vem aqui e faça o que ninguém jamais fez.
Eu quero uma vida de cabeça pra baixo...
Sentir aquele friozinho na barriga, mais só por coisas boas...
Nela só serão possíveis os sentimentos que eu desejar..
Amor, Alegria e acima de tudo Felicidade!
Entrada proibida de qualquer tipo antídoto para esses sentimentos.!!
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Não quer mais falar comigo, não pode, por questão de escolha ou não, se eu fiz alguma coisa... Eu entendo, juro como vou entender. Só peço que não me deixe, sem pelo menos me dizer, sem pelo menos um adeus. Se esta mal, queria como sua amiga ter a chance de ajudar, mas como? Não sei o que faço. Tento contato, esses que são respondidos como se estivesse tudo bem, e sabendo que não está, acabam ferindo mais.
Disse que não esconderia as coisas de mim, juro que acreditei de coração e alma no que disse. Sei, tenho consciência que não devo te cobrar isso, que não devo lhe cobrar nada... Mas por todo esse tempo, por tudo, todos esses dias convividos contigo, não consigo...
Pare por favor de talvez tentar adiar as coisas. EU TE AMO... Isso machuca poha!!! :'(
Não é justo perder tempo respondendo a quem se considera meu inimigo, se eu mau tenho tempo pra estar com os amigos.
