Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Sou romantica, sou sensivel, mas posso me tornar realmente uma pessoa sem coração. Se eu gosto, eu realmente posso fazer de tudo pela pessoa, mas só quando vejo que realmente não estou sendo incoveniente e otária. Sou uma pessoa sonhadora, por mais que alguns sonhos já tenham se desfeitos com o tempo. Gosto de video-game, animes, doramas, series, ler realmente me faz viajar e escrever me liberta. Não vou dizer que podem confiar em mim, só digo que odeio errar 2x e faço de tudo para que isso não ocorra. Posso ser tímida, anti-social, bravinha de verdade e realmente muito perigosa… mas tenho um coração bobo. Sou carente, manhosa, dengosa... tenho uma imensa necessidade de ser cuidada, assim como a de cuidar.
Tenho minhas crenças e minhas 'doenças'… no fim, só sou uma garota comum atrás de Paz!
VELHAS ROSEIRAS
Eu já tive milhares de companheiros e colegas.
Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.
Mas nem todas as amizades duraram.
Algumas pareciam sólidas como rochas,
mas não resistiram aos tempos
e às circunstâncias.
Assim sobraram poucos amigos de infância,
pouquíssimos amigos de escola,
poucos amigos de adolescência,
poucos amigos de juventude.
E pensar que a gente brincava todos os dias,
via-se todos os dias e não saia da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos,
outros interesses, outro tipo de vida,
longos anos de distância e mil preocupações da vida
nos afastaram totalmente.
Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá
são amigos de "Bom dia"...
Mas nada acontece.
A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância,
de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu?
Ou foi a vida que nos mudou a todos?
Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo...
O que sei é que fiz muitos amigos
e não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos
que se saúdam de passagem e se respeitam.
Às vezes nem isso.
Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado.
E eu digo a mim mesmo:
"Feliz o homem
que sabe cultivar sua roseira!
Talvez não seja tarde...
Roseiras velhas também produzem
rosas lindas e viçosas.
Saia do meu caminho, eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decido a minha vida
Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração
Sonho e escrevo em letras grandes de novo
pelos muros do país
João, o tempo, andou mexendo com a gente sim
John, eu não esqueço, a felicidade é uma arma quente
Quente, quente
Saia do meu caminho, eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decido a minha vida
Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração
Sob a luz do teu cigarro na cama
Teu rosto rouge, teu batom me diz
João, o tempo andou mexendo com a gente sim
John, eu não esqueço (oh no, oh no), a felicidade é uma arma quente
Quente, quente
De: mim, Para: Eu mesmo!
Aqui se faz, aqui se paga.
Aqui se tens ou não tens nada.
Aqui se esconde aqui se ve.
Não tenhas medo de viver.
Aqui se fala, aqui se cala.
Aqui se ouve e não diz nada.
Aqui se julgas sem saber.
Não tenhas medo de viver.
Aqui se ama, aqui se odeia.
Aqui se plantas e semeia.
Deus fara algo por voce.
Não tenhas medo de viver.
Eu vejo o meu amor em tudo: no bom-dia, no filme da tarde, no Chaves, no almoço, na Coca-Cola, no abraço, no céu, no sofá de casa... Meu Jesus Cristo, como é GOSTOSO sentir saudade de alguém!
"Onde está escrito que eu deveria ser santinha?! Meu bem... Meu sobrenome é provocação."
-Aline Lopes
Eu só acredito num “Tô com saudade de você”, se vier acompanhado de “O que posso fazer pra te encontrar?”. Fora isso, preferia nem ouvir.
Há mulheres que quando magoadas se tornam mais frias e vingativas.
Mas eu sou daquelas que além de mais sábia, ainda fico mais bonita.
Não olhe pra mim como se eu fosse invisível, como se fosse possível enxergar nessa escuridão. Não olhe pra trás, odeio despedidas. Diga até mais mesmo se for ''Adeus''
Na melancolia de teus olhos
Eu sinto a noite se inclinar
E ouço as cantigas antigas
Do mar.
Nos frios espaços de teus braços
Eu me perco em carícias de água
E durmo escutando em vão
O silêncio.
E anseio em teu misterioso seio
Na atonia das ondas redondas.
Náufrago entregue ao fluxo forte
Da morte.
Eu proponho uma campanha de saúde pública: vamos ser mais bem-humorados, mais desarmados. Podemos ser cidadãos sérios e respeitáveis e, ao mesmo tempo, leves. Basta agir com delicadeza, soltura, autenticidade, sem obediência cega às convenções, aos padrões, aos patrões. Um pouco mais de jogo de cintura, de criatividade, de respeito às escolhas alheias. Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico, e não por aquilo que é apenas incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias.
Diante disso, Jesus ministrou-lhes: “Eu sou o Pão da Vida; aquele que vem a mim jamais terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.
Você se importa comigo? Por gentileza, demonstre, eu ainda não aprendi a ler pensamentos e nem a ouvir o silêncio.
