Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Ah, tormento que eu não posso confessar...
O que eu escrevo é a verdade, eu não minto,
eu declaro tudo aquilo que eu sinto,
e é a outra que teus lábios vão beijar...
Sei que quanto mais verdade tem no escrito,
mais distante eu te ponho dos meus braços,
pois desenho o paralelo de dois traços
que na certa vão perder-se no infinito...
Estes versos feitos para te emocionar
justificam todo o amor que tens por ela
e as carícias que esses dois amantes trocam.
E eu te excito, sem que venhas a notar
que esses lábios que tu beijas são os dela,
mas são minhas as palavras que te tocam.
Eu aprendi...
Eu aprendi a amar mais antes precisei com a mesma intensidade do amor aprender a perdoar
Eu aprendi que crescer não foi conseqüência da idade, mais foi a minha capacidade de tornar possível o que antes eu não era capaz.
Eu aprendi a acreditar, pois se Deus ainda acredita na minha capacidade de vencer, quem sou eu para não confiar.
Eu aprendi que a pressa nos diz que o tempo é pouco, mais não percebemos que poderá ser a ultima hora de falar com quem amamos.
Eu aprendi que ser livre não é fazer tudo que queremos, mais é ser obediente diante dos que o único interesse é nos ver feliz.
Eu aprendi que a maior virtude do homem é fazer o bem, pois o mal é conseqüência da perversidade dos seres humanos que ao invés de amor disseminam o ódio.
Eu aprendi que não posso mudar o mundo mais posso mudar a minha parcela, eu sou o autor da minha própria história.
Eu aprendi que nossos pais são professores e que na escola da vida eles ensinam à matéria principal
Eu aprendi que a amizade não se prova pelo o tempo que ela dura, mais sim pelas vezes que precisamos de um ombro pra chorar.
Eu aprendi que amor é eterno e incomparável a uma paixão passageira que somente nos faz sofrer
Por fim aprendi que nada sou sem Deus, e que até aqui ele me ensinou, cabe a mim dentre outras lições o desejo de aprender.
Quando eu estou triste, é ela que me ajuda.
Quando eu estou feliz, sempre compartilho com ela.
Porque com ela tudo fica perfeito.
Que sempre consegue me alegrar.
Que me aguenta todo dia.
O que seria de mim sem você?
Que eu nunca perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa. Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim. Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo sabendo que o mundo é pequeno.
Amar não é apenas dizer “eu te amo”, mas deixar que os gestos falem por si só.
É querer estar sempre por perto, mesmo no momento mais incerto.
Não é xingar, humilhar, ofender, mas sim , cuidar, amparar, proteger...
É querer expressar o nobre sentimento que invade o coração e às vezes até machuca, sufoca, dói de tal forma que muitas vezes parece que será impossível suportar tamanha dor.
Como é estranho esse bicho chamado amor!
Ele pode ser massacrado, sufocado, até esmagado, mas é forte o suficiente para seguir em frente e ressurgir do chão e passar por cima de tudo, perdoar o que for, esquecer tudo o que for necessário, mesmo que todos digam para que se faça ao contrário.
O amor não é vingativo.
É nobre, sublime, terno.
É um sentimento que, quando é verdadeiro, é para sempre.
É eterno.
Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela
E oculta mão colora alguém em mim.
Pus a alma no nexo de perdê-la
E o meu princípio floresceu em Fim.
Mostra o teu lado mais mulher, mais ousada, mais provocante. Eu juro que seu lado mais frágil me apaixona, mas é teu lado mais provocante me faz perder o controle
- Esta é a parte onde você me diz que se eu machucá-la, você vai me matar?
- Não. Se você machucar Clary, ela é bem capaz de te matar por si mesma. Possivelmente com uma variedade de armas.
Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.
Quanto mais tempo eu observo a vida, mais tenho a certeza que a felicidade está nos pequenos goles da bebida chamada sonho.
Embriago-me!
Eu não quero encontrar a pessoa certa, não, não mesmo.
Quero que ela seja toda errada, toda torta, que venha na hora errada, que entre pela janela ao invés da porta, que chegue em uma data qualquer e sem aviso prévio, que venha despreparada ou chegue atrasada, mas que aos poucos, não queira partir, não consiga ir embora.
Não quero que ela me ame assim que me veja, talvez até que não vá com a minha cara, que me ache de repente superficialmente chata ou antiquada, mas que entenda que gostar ou não de alguém é algo que só depende da convivência e do "se permitir" conhecer o outro.
Não quero que ela veja minhas qualidades de pronto, nem que me ache incrível no primeiro encontro caso eu lhe arranque suspiros, não, não quero, quero sim é que descubra aos poucos o melhor de mim.
Não quero que ela seja irresistível, daquelas pessoas que só de olhar dá vontade de engolir ou pôr no bolso, não isso não, eu quero é alguém a quem eu não queira resistir, com todas as coisas erradas e certas que ela possa ter.
Não quero que ela seja super interessante, quero que ela tenha manias e erros irreparáveis e tudo isso a torne antes de tudo singular.
Não quero a pessoa certa.
Quero a pessoa errada, que vá contra minha racionalidade, aos padrões da sociedade, aí sim, saberei que realmente é pra ser!
Eu mudei um pouco sim:
Antes, quando a garota falava
- Eu te amo!
Eu perguntava o quanto.
Hoje, pergunto rindo
- Até quando?
