Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Eu não tenho fé na perfeição humana. O homem é agora mais ativo, não mais feliz, ou mais esperto, do que era 6000 anos atrás.
Eu te entreguei o melhor de mim, mas não houve reciprocidade. Ainda te amo, mas as migalhas do seu amor não valem a minha liberdade.
Boa sorte!
Você veio como um novo amigo, para me fazer esquecer todas as coisas ruins que eu sentia naquele instante. E a compensação chegou em forma de uma pessoa compreensiva, carinhosa, meio palhaço e corneteiro, que por mais que eu tente, não consigo deixar de falar, ter notícias, me preocupar e colocar em minhas preces quando agradeço a Deus pelo meu dia, pelo meu trabalho, pela minha família, saúde e pela minha disposição.
Quero expressar todo o meu entusiasmo por você ser tão gente, tão maravilho e tão, tão, tão palhaço. Agora tenho certeza que estou completa, pois sua presença preencheu aquele lugarzinho.
Como sabe, essa admiração por ti é sincera e pode até não representar muito. Mas é, para mim, motivo de esperança de poder passar uma fase feliz de minha vida e quem sabe contar para meus netinhos.
Espero que essa nossa amizade tenha vindo para alegrar sempre nossas vidas, e que ela seja à base de sinceridade e que também traga uma expectativa de dias melhores. Afinal, nós merecemos!
Marshall: Eu prometo para você, seus melhores dias ainda estão por vir.
Lily: Amo muito você por dizer isso, mas chega uma hora em que isso deixa de ser verdade.
Por que não consigo te esquecer?
Por que eu quero te querer?
Por que preciso de você?
Por que tem que doer?
Por que sofrer?
Por que viver?
Por que amar?
Por que você?
Por que eu?
Por quê?
Eu quero ser o símbolo de algo, isso é o que acho que é vencer, quer dizer que você significou alguma coisa. Até onde eu sei Marilyn Monroe conquistou o mundo... ela significou algo.
A luxúria nunca me atraiu, eu gosto de coisas simples, livros, estar sozinha, ou com alguém que me compreende.
A sabedoria só surge quando a consciência do “eu que é a criadora, a causa do sofrimento, é dissolvida
E eu sou assim mesmo. Esse turbilhão que por onde passa leva tudo ao redor, leva porque não tem saída efusiva. Leva por incerteza. Leva só por levar um bocadinho ali, outro mais a frente... E assim a vida vai seguindo. Vai seguindo porque ninguém é de ferro, ninguém deixa tudo passar sem olhar pra trás, ninguém deixa de se arrepender – a não ser que esteja morto -, vai levando a vida, assim, na calmaria. Porque se tem pressa tudo estraga. Estraga porque a vida é só uma e tudo que é demais perde a graça. Eu me perco mesmo nesses meus desatinos, nesses meus repentinos, nesses meus cálculos de frieza constante – como se eu fosse algo definido – e constantemente digo a mim mesmo: “Não sei”. Não sei que hora ela liga e diz que volta, nem sei mesmo que horas eu volto amanhã, se estou pra amanhã, meu humor é mesmo assim, inconstante, tão inconstante que me faz ter ódio do que eu amo agora.
E não sei, não sei de novo, nem sei quando vou saber...
Solidão é independência, com ela eu sempre sonhara e a obtivera afinal, após tantos anos. Era fria, oh! sim!, mas também era silenciosa e grande como o frio espaço silente em que giram as estrelas.
Eu fiz isso para consertar a minha vida. Não espere, fiz isso porque sou uma pessoa extremamente infeliz. Não fiz para ganhar a sua simpatia. Fiz para irritá-la. Fiz porque não superei você. Ou eu superei você e estava seguindo em frente. Eu fiz pois queria saber como era não ter dor. Eu fiz pois quis sentir mais dor. Qualquer que seja a razão, foi ruim e uma má ideia. Isso é tudo que importa.
Hoje, eu brindo as pessoas verdadeiras que permaneceram na minha vida e aos falsos, sinto muito se minha felicidade te incomoda.
Sou fundamentalmente otimista. Se isso vem da natureza ou da criação, eu não posso dizer. Parte de ser otimista é manter a cabeça apontada para o sol, os pés se movendo para frente. Houve muitos momentos sombrios, quando minha fé na humanidade foi duramente testada, mas eu não iria e não podia me entregar ao desespero. Dessa forma, se estabelece a derrota e a morte.
