Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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"Sei lá….derrepente momentos.


Eu não vou deixar a distância…
… apagar meu sentimento.
Não!
Não mesmo!
Pois ele é real…
… e sincero dentro de mim.

Sabe!
O meu peito é vulcão…
… e a saudade erupção.
E ele não se esfria…
… ele não se apaga.
Ele apenas!
Queima de saudades.

Ahh… tá!!!
E quer saber o porquê?

É porque você…
… ainda mora aqui.
Do meu lado…
… no meu peito.
Nos meus braços…
… dentro de mim.

É!
Assim!

De um jeito meigo.
E com muito…
… muito amor.
Com um olhar penetrante…
… lindo e brilhante.
Cheio de momentos memoráveis.
Sério!
Momentos…

Meramente memoráveis.

Admilson
09/05/2020

Eu nunca pensei
Silêncio com você, eu me encontrei
Nem precisa falar nada, meu amor, eu sei
Acostumada com o drama, meio que cansei
Eu nunca pensei
Silêncio com você eu me encontrei
Nem precisa falar nada, meu amor, okay
Eu já entendi que eu te quero

Eu não sei atirar pedras
Então ... Acho que palavras servem
As cabeças fervem e as bocas ferem

Eu não consigo atirar pedras, mas palavras já são bastante pesadas.

Gostaria de escrever sobre perdão,
Mas não sei fazer caridade, prefiro a verdade.
E de fato, não sei perdoar e não sei mentir.

Você acha que eu não sei quando falas diferente comigo?
- Logo eu que leio narrando querido?.

Eu não quero ser a rainha! Eu quero… Não sei. Se um dia eu me casar, eu quero que haja romance e paixão. Quero me apaixonar.

Chinese Democracy - Democracia Chinesa
(...)
Eu sei que sou um caso clássico
Veja meu rosto desencantado
Culpe o Falun Gong
Eles viram o fim
E você não pode se segurar agora(...)

Por onde eu ando
Levo ao meu lado
A minha namorada
Cheirosa e bem tratada

Não sei se o nome dela
É Eva ou Adão
É religiosa por formação
A minha culpa de estimação

Se alguém me ama
Ela diz que não
Se nem me notam
Ela diz: "Por que não?"

É a minha companheira inseparável
Sua fidelidade é incomparável
E me perdoa por não ter razão
A minha culpa de estimação

E me aceita o pior dos tarados
Um ser mesquinho tropeçando no nada
Guarda segredo e diz que não é chantagem
Que ninguém vai saber das minhas bobagens
Me dá um calmante e diz que é pra eu ser bom
A minha culpa de estimação
(Ela é de estimação)

Me dá um calmante e diz que é pra eu ser bom
A minha culpa de estimação
(Ela é de estimação)

Por onde eu ando
Levo ao meu lado
A minha namorada
Cheirosa e bem tratada

Não sei se o nome dela
É Eva ou Adão
É religiosa por formação
A minha culpa de estimação
(Ela é de estimação)

{O sol e o Mar}

O sol brilha sobre mim,
como é belo o explendor,
está distante, eu sei,
mas sinto seu calor.

Não fiz por merecer,
dá-me o Sol sem receber,
ouve-me pois oh sol,
pois venho lhe agradecer.

Quero me arrebatar do chão,
estar onde estás,
pois não quero a solidão.

Sou mar de águas calmas,
mas frio sem meu sol,
a noite é mui longa,
o dia um simples farol,
o entardecer é nossa hora,
enfim podemos nos unir.

Vou mudar-me em horizonte,
se meu sol me acompanhar,
vamos parar o tempo,
como um, vamos estar.

Posso sonhar assim,
posso poetizar,
mas sempre serás Sol,
e eu aqui, um frio Mar.

Descupa,mas não sei se você gosta de mim,ou é ilusão,mas eu quero um amor verdadeiro que não queira brincar,quero um amor bom e sincero não tenho tempo para mim mas oque eu mais quero é alguem que me ame de verdade,quero uma razão para viver para mim mesmo,esquecer,mas se você realmente me quizer levar a sériueu vou até o fim com que nem para isso tenho que dar minha vida só não quero chorar igual estou chorando e escrevendo agora,com dor no coração esperando uma porta abrir pra mim e que atraz dessa porta existe mesmo essa pessoa,para mim amar espero que você seja essa pessoa realmente.

Já não sei mais se eu posso voltar o que já foi dito.
Já não sei mais se eu posso trazer você pra mim.
Já não sei mais o que faço pra tentar te convencer.
Que nos temos uma chance e eu não quero te perder.

Já não sei mais se você já não quer voltar comigo.
Já não sei mais se você não me esqueceu.
Eu só sei que o tempo apaga o que for preciso.
Pra você me entender que isso já não tem mais sentido.

Mesmo que me diga que não sente mais por mim.
Tudo aquilo que um dia já me fez acreditar.
Eu não vou poder fingir e nem tão pouco aceitar.
Porque você é tudo pra mim.
Tudo pra mim.

Sei que por amor se faz de tudo
E eu faria tudo por você
Só você é tudo que procuro
Tenho mil razões pra te querer

Amor de verdade eu senti
Quando eu te conheci
E esse sonho que sonhei
É real, agora eu sei
Não é só uma paixão
É amor de coração

"E a imaginação hidrata. Eu não sei por que a amo. Não me fale. Quem sabe deixou de amar. Sonhamos melhor com a certeza da companhia. Não chegarei, amor é estar a caminho. A fragilidade do vidro nasce da força e do ímpeto do fogo. Minha alma é masculina, o que me faz sensível para não provar mais nada. Qualquer jeito não é amor. O amor não aceita amadores. Quando se ama, acorda-se vestido para o milagre. Soltos pelo riso, nunca amarrados pelo grito."

Eu numca sei bem ao certo
(é tão grande o meu desejo...)
se te beijo quando sonho,
ou sonho,quando te beijo!

Sabe de uma coisa?Eu não gostava de sentir saudade.Achava-a triste,solitária,vazia...Hoje sei que saudade é aquilo que de melhor vivemos,que nos marcou, e que de alguma forma ficou registrada na memória: um cheiro,uma música,um amor,uma pessoa, um aprendizado, uma alegria, uma ausência, um momento. A saudade?Ah minha linda Bruxinha, ninguém tira da gente!
Assim como a história,a vida, a saudade é só nossa!Maykira para Bruxinha do Mundo

Noites de junho, noites de outrora

Junho acabou e eu nem sofri com isso. Sei que alguns lugares as festas ainda teimam em sobreviver, mais por vício de calendário e pesquisa mercadológica do que por necessidade.

Considero obscena a decoração que as lojas comerciais promovem em nome de uma tradição que não mais existem, as bandeirinhas de papel fino, os balões armados com arame e plástico, as fogueiras de mentirinha, movidas a ventilador. No adro de algumas igrejas, também há movimento, mas sem empolgação, lucro das barraquinhas mudará as telhas quebradas dos templos, alguns deles aos pedaços.

Não sei como as coisas se passam em outros sítios. Aqui, no Rio, é uma calamidade, os jardins de infância faturam por fora em nome dos santos juninos, e os pais são obrigados a gastar os tubos com fantasias caipiras que as crianças sem entender e sem amar. Até o presidente da republica bota na cabeça um chapéu de palha em frangalhos e convida os ministros para um quentão oficial geralmente substituído por uísque 12 anos.

Da antiga e bonita tradição das festas de Santo Antônio e São João não sobrou nada, apenas a referencia no calendário e a advertência anual das autoridades a respeito de os balões e fogos.

Pois foi por aí que a festa acabou. Reconheço os motivos que obrigaram o governo, em seus diferentes níveis, a proibir os balões. Mas que diabos na minha infância, o céu ficava pintado de balão-como lembra a marchinha de Assis Valente. As casas eram mais frágeis, mais espaçadas, havia matagais em abundancia na paisagem e mesmo assim os incêndios eram poucos.
Que me lembre nunca vi incêndio provocado por balão, embora meu pai, nos anos de infância, fosse famoso baloeiro entre os baloeiros mais famosos. Foi talvez a única arte em que se distinguiu,nas demais foi um desastre.

Os preparativos começavam no mês de maio, as resmas de papel fino sueco, era o melhor e o mais resistente, de cores mais cintilantes e duradouras. Os balões se amontoavam pelas salas e quartos, pendurados em varas, ganchos, em cima dos armários, deles saia um cheiro de cola de farinha de trigo e do papel importado. Ali eles aguardavam a noite mágica em que subiriam ao céu.
Murchos, coloridos e disformes, pareciam monstruosas fantasias de palhaços, sem alma, sem chama, à espera do momento em que entrariam em cena , no imenso espaço da noite de junho.

Mas dia 13 (Santo Antônio) ou dia 24 (São João), eles se erguiam, iluminados, varando espaço majestosamente, enquanto aqui embaixo ficávamos, ao redor da fogueira, olhando atônitos aquela beleza que subia, frágil e poderosa. Eram enormes os balões e belos.

Lá distante, da sala onde funcionava a primeira radio vitrola que meu pai comprara na casa Edison, provavelmente a prazo, vinha a marchinha de Assis Valente na voz de Carlos Galhardo. “Cai, cai balão/ não deixa o vento te levar/ quem sobe muito/ cai depressa sem voar/ e a ventania/ de tua queda vai zombar/ cai, cai balão/não deixa o vento te levar ”

Mas os ventos levavam os balões e eles sumiam na imensa enseada da noite. Mais um pouco e as fogueiras ficavam reduzidas a cinza, onde se assavam batatas-doce e roletes de cana. Enquanto isso os balões voavam pela madrugada, silenciosos, buchas apagadas. Manoel Bandeira tem versos pungentes sobre os balões apagados das madrugadas, no poema que foi o primeiro que entendi e amei. (“Profundamente”).

Vivi a mesma experiência: acordava no meio da noite e pensava em todos os que estavam dormindo, profundamente, e de repente um balão apagado passava em silêncio pela minha janela, vindo de longe, cansado sem gloria, cumprindo seu destino de balão. Todos estavam dormindo, menos eu, vigiando o céu, esperando que um deles viesse cair em nosso quintal. Alvoroçado acordava meu pai e íamos juntos e orgulhosos apanhar a dádiva que os céus nos mandara.

Pois é! As fogueiras acabaram mesmo. As noites de junho eram as mais frias do ano. E as festas também estão acabando. Mas não posso deixar de lembrar os balões que nunca me libertaram do seu legado de tristeza, mansidão e fragilidade.

Carlos Heitor Cony
Folha de São Paulo 17 de julho de 2009

Eu confesso que esta difícil que as vezes penso em desistir, mas continuo porque sei que só a minha existência já faz alguém feliz

Eu não posso gostar de você
Não sei como isso foi acontecer
Eu não posso gostar de você
Mas quem disse que eu posso escolher?

Você entrou na minha vida de repente
E já chegou fazendo tudo diferente
Esse seu jeito chamou minha atenção
Em pouco tempo ganhou meu coração
Porque você me completa sem saber
E me faz bem mesmo quando é sem querer
Mas a dor em te ver é indescritível
Porque eu sei que esse amor é impossível

Eu não posso gostar de você
Não sei como isso foi acontecer
Eu não posso gostar de você
Mas quem disse que eu posso escolher?

Se eu pudesse mandar no meu coração
Não sofreria com essa desilusão
Mesmo sabendo que você já tem alguém
Que te ama e sempre te fez tão bem
É tão difícil pra mim ter que aceitar
E já não dá mais enganar
Meu coração que não quer entender
Que eu não posso gostar de você

Eu não posso gostar de você
Não sei como isso foi acontecer
Eu não posso gostar de você
Mas quem disse que eu posso escolher?

- Eu...
Apenas eu
Com tudo aquilo que é seu,
eu sei que é meu
E o que é meu é o seu amor
E o que é seu é a minha vida
Mesmo depois de tantas histórias contadas,
não consigo fazer comparação do meu amor por você.

Nunca foi simultâneo, primeiro você e depois eu, e agora a dúvida...
Não sei se realmente existiu, não sei o que realmente foi
Sei que sempre quando lembro, vem na minha boca um gosto doce do teu beijo e outro amargo de receio, um receio incessante, que desde que nos percebemos ele se fez onipresente
Nada é certeza, sempre houve quem nos fizesse questionar o que era mais forte, quem era que estava fazendo o meu coração bater daquele jeito
A pergunta é quem substituía quem e quais as explicações deveriam ser dadas
Sentimento? Desejo? Os dois? Nós dois? Ou simplesmente a praticidade de nunca tentar
Confesso, praticidade e segurança coordenam minha mente antes de qualquer outra emoção
Não sei se estou certa, mas sou assim
Como um seguro anti-mágoas que fez com que me privasse de momentos incertos
Poderiam ser eles realmente ruins ou extremamente maravilhosos
Mas nunca vou saber, as escolhas foram feitas
E nem me arrependo
E nem acho que teria dado certo
Mas é esse achar que faz meu paladar mais amargo do que doce
E o pior de tudo é que a única certeza que tenho, é que a culpa é minha.
Eis o quase! Quase tudo, quase sempre, quase dito, quase feito, quase sentimento...

Eu queria ser poeta,
para poemas poder fazer.
Mas poeta em muito pensa,
So sei pensar em vc!!