Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Hoje eu to-que-to a inspiração acabou tento escrever, mais nada me vem a cabeça, tento e tento e nada, não consigo atinar lé com cré e nem tão pouco cré com lé.
Não é que eu tenha mudado o geito de ser, eu apenas descobri uma forma de ser ouvida, porque hoje em dia a palavra que vale é a de rostinhos bonitos e pernas a mostras.
Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade.
Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincera. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo.
Quero que o tempo passe bem devagar quando eu estiver com você, e que cada beijo que eu te der tenha o tempo suficiente pra você nunca mais esquecer.
Dizem que as pessoas sinceras de mais machucam. Eu já acho que a mentira causa um estrago muito maior.
Não adianta se afastar, tentar substituir, esquecer. No final eu sempre acabo sentindo falta e voltando pras mesmas pessoas.
"Eu forte, sou sorrisos. Eu fraca, sou silêncio. Eu triste, suspiros.... Suspiros desapercebidos. O vento como companhia."
"Eu poderia te ver e não ousar te tocar... Ver, pra simplesmente contemplar os traços e feições que um dia me aqueceram a alma..."
"Ainda bem q eu não sou como você. Ainda bem duas vezes porque você não é igual a mim. São essas chatisses diferenciadas que diferenciam os nossos dias!"
"Eu sussurrei o seu nome ao vento... Falei do meu amor em silêncio, como se você também pudesse ouvir."
