Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Eu não sou um cara que sabe quando uma pessoa dar valor a outra ,você me deu esse valor e eu não entendia por q?
você me completava agora um pouco disso eu perdi agora eu sou só metade da metade,eu perdi por causa do meu jeito de pensar e de agir.
pois eu lhe peço desculpa se fizv você sofrer,essa no era minha intenção, minha intenção era ficar com você nos momentos que você mas você mas precisar de mim ,naqueles momento que você esteja oprimida.
você me ajudou a compreeder certos pontos.pontos que eu ainda não tinha encontrado.você foi embora agora da minha boca saeêm coisas sem sentidos,coisas sem signficado,você me mostrou o verdadeiro caminho do amor, da compreensão.
as vezes fico pensado,o que foi que aconteceu comigo em tão pouco tempo.sei.....lá mas acho que estou sonhado com algo que você me mostrou, que foi o amor ,mas se isso for sonhor espero que eu nuncam acorde,por que é um sonho que nãopode ser esquecido.
poxa! eu tô pirando por tá escrevedo isso,mas nessa piração espero que eu possa ter te mostrado o quanto você é importtnate para mim.
Amor, eu te quero tanto bem, e só um bem a vida me deu,
Se me quiseres amor, assim, o quanto eu te quero,
verás no meu querer , o quanto eu quero de ti amor.
Ele é um anjo e no seu beijo me deu todo seu amor, eu entreguei meu coração e junto ao seu ele guardou, e... e nós fomos caminhando pelas ruas, coração com coração... Ele é um anjo!
Me deu uma vontade louca de chorar mas, eu resisti as lágrimas... Acabei percebendo que mesmo caminhando junto, às vezes, me sinto sozinha...
Oque Posso Fazer Se o Meu Coraçao Nao Pertence Mais a Voce ! Eu Tentei Te Amar Mais Voce Nao Deu Valor! Sinto Muito Em Te Dizer Mas Acabo
me diz porque tudo
acontece tão veloz assim. Antes de'u ver, já havia me perdido de mim. Agora eu sei, vi o longo tempo que perdi tentando ser o melhor pros outros e o pior pra mim. Já não vou mais ser assim .
Shakespeare & eu
“Aceito”. Foi essa a palavra que deu início à primeira estrofe de minha vida ao lado de Ana Judite. E, talvez (pensando bem) tenha sido esta mesma palavra que tenha selado meu acordo com a infelicidade.
Era tão jovem, ela! Seus olhos não eram azuis. Muito pelo contrário: eram pretos e arredondados. Olhos de boneca, certamente. No entanto, não foi isso que achei logo que a vi. Da primeira vez, não senti todas aquelas coisas que são ditas como “sintomas de amor”: não senti as pernas tremerem (nem mesmo as mãos); não senti o suor escorrendo desenfreado pelo rosto; meus lábios não ficaram secos e, o mais importante, meu coração não acelerou. Achei-a muito sem graça.
Num outro dia, a vi sentada, em um banquinho da praça chorando lastimavelmente. Aproximei-me.
-Tudo bem?
-Por acaso se chora feito uma louca quando se está tudo bem?
-Realmente, foi uma pergunta sem sentido. É claro que não está bem...
-Que idiotice...
-O que?
-Você! Não sabe nem o que falar.
-Garotinha com personalidade você, hein? Gostei.
Ela então soltou o sorriso mais lindo que já havia visto em toda minha vida e falou:
-“Fortes razões, fazem fortes ações!” Shakespeare!
-Hum... Conheço. Legal, ele.
-Ele morreu há mais de 200 anos.
-Sério? Triste isso, não é?
Conversamos como se o dia tivesse mais de 24 horas.
Daquele dia em diante tivemos vários encontros, a fim de jogarmos conversa fora. Logo fui percebendo que Ana Judite não era “sem sal”- ela tinha o tempero na dosagem certa para minha fórmula do amor perfeito.
Nosso relacionamento teve muitos altos e baixos, mas, ao fim de quatro anos de namoro, finalmente iríamos nos casar. Eu já havia me tornado um verdadeiro perito em Shakespeare e, nas horas que não a via, era ele quem me acompanhava com suas mais que perfeitas tragicomédias.
“Aceito”. Sim, ela aceitou estar comigo na doença e na tristeza, na riqueza e na pobreza... Até que a morte nos separasse. No entanto, uma frase não constava no “contrato”: a de estar comigo na sanidade e na loucura.
Foi como um “click”. Acordei mais cedo do que de costume, pois tive uma daquelas crises de insônia devido ao elevado nível de estresse no trabalho- às vezes até esquecia-me qual a data.
Judite não estava em casa. Então logo cogitei a possibilidade de ter ido à padaria. Espreguicei-me, escovei os dentes e fui até a cozinha. O café-da-manhã estava posto. E na geladeira havia um bilhete que dizia:
“Fui até a casa de minha irmã. Irei ajudá-la a fazer compras. Não demoro.
Beijos, Judi. ♥”
A irmã dela estava grávida; e preocupado fui até sua casa. Caso precisassem do carro, eu estaria lá.
Quem me recebeu foi a própria Laura, com a barriga quase que insustentável.
-Vocês ainda não foram?
-... Para onde?
-Fazer compras.
-Ah! O Mário foi com a Judi. Não estou me sentindo muito bem, sabe?
-Sei. Então, posso entrar?
-Claro. Entre.
Laura jogou-se no sofá e perguntou se eu aceitaria um café. Respondi que sim e me dispus a ir pegá-lo.
Eu havia esquecido onde ficavam as xícaras e fui abrindo todas as portas dos armários. Mas... A dispensa estava lotada!
-Laura, eles irão demorar?- Gritei.
-Acho que sim. Falta muita coisa, sabe? Os armários estão praticamente vazios. O Mário disse que falta até açúcar.
Não faltava. O açúcar estava lá! Não faltava nada.
Não podia ser. Há semanas que a Judite me vinha com reclamações a respeito do cunhado: o chamava de atrevido, insuportável e coisas do gênero. E, de repente, foram juntos fazer compras que não eram necessárias. Senti-me um completo idiota. Só poderiam estar tendo um caso.
Pedi desculpas e disse à Laura que voltaria logo. Despedi-me.
Quando estava na metade do caminho para o supermercado, parei ao sinal. Até que uma mulher veio em direção a meu carro. Era uma das amigas dela.
-Oi Júnior!- disse sorridente- vai rolar o que hoje?
-Como assim?
-Ué! Eu acabei de ver a Judi com um amigo, comprando uma montanha de cervejas!
Fiquei meio sem jeito. E disse irônico:
-Vai rolar o maior espetáculo.
Estava de cabeça quente e resolvi não ir ao trabalho. Fui para casa. Chegando lá, a porta estava aberta. Na cozinha estavam os dois. Rindo, bebendo cerveja. Ela então se virou e fez uma cara de quem parecia ter visto um fantasma.
-Ju... Júnior! Você não trabalharia até tarde, hoje?
-Surpresa?
-Muito- disse, desconfiada.
-Mário, você quer sair daqui, por favor?
-O quê?- disse Mário.
-Eu te disse para sair agora!
-Mas, Júnior, o que está havendo?
-Droga Mário, você deve estar achando que sou burro. Saia agora! Quero falar a sós com ela.
Mário atendeu ao meu pedido.
-Isso é jeito de tratar o meu cunhado; e que eu saiba, seu amigo?
-AMIGO? Amigos por acaso o apunhalam pelas costas?
-Que conversa é essa? O que ele fez?
-Não se faça de desentendida, meu amor!
-É... Eu não acredito amor. Já entendi: você ficou com ciúmes não é? Você realmente acha que eu o escolheria ao invés de você?
-“É comum perder-se o bom por querer-se o melhor”.
-O que aconteceu Júnior? “Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito!” Lembra? No fundo você sabe que não é nada disso, amor.
Senti-me sem chão. Pode parecer piegas, mas foi exatamente assim que me senti. Como alguém a quem tanto amava pôde me trair de tal forma?
E, num piscar de olhos, minhas mãos estavam manchadas por uma das tintas que dispunha em minha aquarela. Tinta esta, de cor “quente”. Um vermelho sem igual. Mas, não pude compreender porque Judite; minha querida Judi se encontrava caída ao chão, rasgada como que por garras de um grande felino. E muito menos o porquê de estar pintada, abstratamente, com a mesma tinta que lambuzava meus dedos.
Afastei-me de seu corpo a fim de achar pistas. Ao abrir a geladeira pude ver uma caixa e nela havia um bolo acompanhado de um bilhete que dizia:
“O destino é o que embaralha as cartas, mas somos nós que a jogamos...”
Feliz aniversário. Com amor,
Laura, Mário e Judite (sua Judi) ♥”
“Ser ou não ser- eis a questão. Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar em armas contra o mar de angústias e combatendo-o dar-lhe fim? Morrer; dormir; só isso. E com o sono- dizem- extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.”
Você me deu asas e me fez voar
Aflorou em minh´alma a imaginação
Me fez querer, quando eu dizia não
Você me fez levantar, quando não tinha mais forças
Me fez enxergar, quando eu não podia ver
Me fez nascer, quando eu queria morrer.
E daí que eu chorei à toa? E daí que não deu certo? Foi lindo, intenso, verdadeiro. Foi tudo que tinha que ser, digo mais, foi além... Muito além do que um dia eu imaginei.
Seu toque é unico
A noite cresce la fora
Você me deu aquele doce
Eu estava apaixonado
Meu sonho é passar a vida com você
Lado a Lado, sempre estaremos juntos.
Olho e não a vejo.
Então me lembro de nosso passado.
O seu beijo como a neve foi o melhor que já me aconteceu
Nunca esquecerei aquele gosto.
Sempre o terei.
Para sempre, para sempre...
Eu devo ser uma experiência que deu errado. Pois, não há, solução para os meus distúrbios e problemas mentais.
Eu amo a vida e vivo amando a cada minuto
desse meu viver, afinal foi ela, a vida
quem me deu... Você!
Mas tudo deu um nó
Eu
Você
Nós
Na cabeça
Na lembrança
No coração
Você vai
E leva o ‘s’
Acaba com o nós
Mas ainda resta
O nó
Que deu no meu coração
Se alguém
Já lhe deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem, pois é um dia especial
Eu sei
Que não é sempre
Que a gente encontra alguém
Que faça bem
E nos leve desse temporal
O amor é maior que tudo
Do que todos, até a dor se vai
Quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
Acordei nesse mundo marginal...
Hoje deu vontade de chorar e eu só queria um colo para encostar a minha cabeça e esquecer quer o mundo lá fora existe
Se eu chegar a cair um dia pode se certificar que alguém me deu uma rasteira por trás, mas se eu me levantar é porque eu tive força.
