Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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Eu escolho viver o momento, onde o coração respira e a vida realmente acontece.

Ainda bem que eu não odeio ninguém, a minha raiva é passageira e ela não estaciona no coração.

“Tem dias que eu me desligo do mundo pra passar mais tempo nos meus dreams, sem sentir, sem estresse 💤💭✨”

“Quando a realidade pesa, eu me dopo de dreams e sumo sem estresse 😴💤”

Ela foi, mas quando alguém me toca com carinho eu choro.
Ela foi, mas quando transo com alguém não me satisfaço.
Ela foi, mas quando beijo, o beijo é só físico não toca a alma.
E é isso.

[..] eu não tinha noção
de que meu frágil coração
guardava a habilidade
de fazer nascer
flores tão delicadas e cheirosas


até você surgir
e, devagar
tocar minhas raízes
com doçura.


Janete Galvão

O termo GENTE DO BEM deveria se chamar GENTE DO EU.
Eu acho... eu penso... Eu espero...
Minha família... Minha regra...
- Não tem nada de BEM no EU.
Gente do bem, faz o bem ao próximo! Pra mim, o bem é coletivo.

⁠eu te amo muito nunca vou esquecer de vc.

Alguns compram aplausos, eu invisto no futuro. Aplausos são barulhentos e passageiros. O futuro plantado hoje é a certeza da colheita de amanhã.

É preciso ser muito pra fazer eu desistir de mim
muito mais do que grito,
muito mais do que fim.


É preciso ser corte que nem o tempo cicatriza, vento que arranca raiz,
muralha que não se humaniza.


Porque eu me faço inteira até no caco,
me refaço no avesso do dia,
faço da dor um palco pra dançar minha poesia.

Dentro dessas linhas

Você chegou como um cometa,
iluminando um céu que eu já achava apagado.
Rasgou a rotina,
fez meu coração repensar seus próprios passos.

Dentro dessas linhas,
eu caminho sem pressa, sem medo,
absorvendo cada instante que você me oferece.

E pela primeira vez,
sem a necessidade de estar armado,
sinto que posso, enfim,
ser amado.

Mostrei meu mundo em tão pouco tempo,
cada esquina, cada pedaço de mim.
E você, sem reservas,
abriu o íntimo que antes era ferida —
e transformou silêncio em confiança.

Até quando nos desencontramos,
o destino fez questão de nos juntar depressa,
como se dissesse que não há fuga
quando duas linhas foram feitas
para correr lado a lado.

Vejo você no amanhã que sempre temi,
como calor nos meus dias nublados,
como ar leve nos dias ensolarados —
onde antes havia peso,
agora existe respiro.

Do Acaso

E mesmo sem querer te encontrar,
eu te procurava.
E mesmo sem saber o que buscar,
você me buscava.

Foi nesse acaso, disfarçado de sorte,
que o tempo rendeu-se ao nosso encontro.
Sem promessas, sem planos, sem norte,
mas com um sentir que venceu qualquer confronto.

Não era destino, era mera distração do universo:
um sopro breve que rasgou o céu cinza, perverso.
E entre meus vícios de solidão e razão,
teu olhar devolveu batidas do meu coração.

Eu, que me resguardava em meus invernos,
vi, em tua presença, uma fissura na minha muralha.
Um perigo silencioso e necessário:
o risco de sentir ainda me encontrar.

E se um dia duvidar de tudo outra vez,
recordarei o silêncio entre nossas palavras —
porque quaisquer que sejam feitas nossas almas,
a minha e a tua parecem ter sido feitas do mesmo.

Ela é um mar de coisas que eu não entendo...

Teu feitiço


Teu feitiço me dominou, tomou-me pelos braços e agora eu não quero mais me libertar,


Os passos emaranhados e as sombras daquilo que pulsava causaram encantamento, ao mesmo tempo que deixavam um rastro de medo no radar do silêncio,


Resta-me apreciar o teu veneno e me acostumar com tuas carícias sem saber aonde vai dá.

Eu nunca fui realmente insano,
apenas atormentado
pela minha própria mente.
Consumido pelos extremos,
rendido ao esquecimento.
Perdoei quase tudo 
exceto as raras vezes
em que meu coração foi tocado
com mãos que não sabiam cuidar.
Trago comigo uma estranha devoção:
a morte não como fim,
mas como pensamento constante,
sombra fiel que nunca me abandona

Senhor Romeo

Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.

“A minha paz é o espaço onde eu existo por inteira; não permito que ninguém a roube, porque nada externo tem o direito de comandar a quietude que sustenta a minha vida.”

Eu a vi hoje.
Ela não me viu.
Eu também não senti nada.
Nenhum aperto.
Nenhuma pressa no peito.
Só reconheci.
E guardei.
Como quem salva um arquivo
que já não precisa abrir.

⁠Para agradar a minha esposa, eu me casaria com ela uma segunda vez. Uma terceira. Quantas vezes fossem necessárias para deixá-la feliz.

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 1.

⁠Eu não temo mudanças. Eu as adoto. Só que há algumas pessoas que adotam as mudanças de forma exagerada...

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 1.