Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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"Quando nasci, meus pais não me avisaram que eu enfrentaria um mundo onde as pessoas já estavam anos-luz à minha frente, mas aceitei o desafio porque o objetivo não é alcançá-las, mas sim criar outros caminhos."

"O que estou perdendo se eu ganhar e o que ganho se eu perder?"

⁠“Eu nunca ganhei um pincel, nem por isso deixei de ser um artista, eu nunca ganhei uma caneta, nem por isso deixei de ser um escritor.”

“Eu nunca vou ganhar dinheiro fazendo fretes, as pessoas que eu conheço não mudam.”

Só porque eu não usei a falta de respeito que você usou contra mim, não significa que estou deixando você me desrespeitar.

“Se eu não organizar a bagunça, não me acharei.”

A distância entre eu e meu sonho é só a minha perspectiva.

“Quem sou Eu para dizer a minha princesa que ela virou um dragão, antes de conhecê-la Eu era um sapo”.

Quero alguém para chamar de meu.
Não por posse, mas por escolha.
Alguém que eu reconheça como casa.
Quero sentir o cheiro do aconchego,
e nos seus braços não apenas estar
mas ser lar também.
Porque amar, para mim, não é passagem.
É permanência.
É ter onde repousar o medo
e onde a alma possa descansar.

Se você encontrar alguém que te diz 'até do teu suor eu gosto', pare o mundo, agarre este alguém e não solte mais, custe o que custar.⁠

“O amor não tem rosto”, eu ouvi.
Peguei todas minhas palavras e guardei.
Depois peguei meus pensamentos,
Aqueles dispersos pensamentos e juntei um por um como
retalhos de uma emoção.
O amor não tem rosto.
Talvez por isso tenha a melhor visão,
O melhor cheiro,
O melhor jeito,
O mais terno e ousado sentir.
— Mas como o amor não tem rosto?
Fecha a boca e fecha os olhos.
O amor não tem rosto.
E eu continuei a ver você na minha visão.

E por que não esquecer os outros
que distantes deixaram de estar aqui,
e eu nem percebi...

Eu tenho os olhos de ver a vida nascer em cada manhã com cheiro de bogari e casa limpa,
As vezes é preciso pisar firme nas crueldade dos outros, de todos seus sons crueis. Mas definitivamente, é imperdoável não perdoar.
As vezes, eu preciso apenas dançar uma música como a Dama de vermelho, rasgar o rascunho da letra e escrever outro verso. Eu escrevi.
E há quem diga que o que escrevo não tem nada haver comigo. Lina Veira
Lina Veira
Poesias minhas

O ofício do sofrimento

Há quem trabalhe com ferro,
há quem negocie o trigo do dia —
eu assino recibos invisíveis
de uma dor que não tem firma aberta.

Bato ponto no escuro.
Pontual, o peito comparece
antes mesmo de mim.
Ele conhece o caminho.

Minha mesa é feita de memórias,
minha ferramenta, o silêncio.
Com ela aparo excessos de esperança,
lixo fino que insiste em brotar.

Aprendi técnicas:
respirar enquanto pesa,
sorrir enquanto rasga,
responder “tudo bem” com letra legível.

O sofrimento exige método.
Não aceita amadores —
cobra constância,
cobra presença integral.

Nos intervalos, tento descanso,
mas ele confere meus passos
como chefe antigo
que mora dentro da casa.

À noite arquivo o dia
em gavetas que nunca fecham.
O eco continua trabalhando
depois que o corpo desliga.

E ainda assim,
no rodapé de cada jornada,
há uma cláusula pequena:

quem suporta o peso
aprende secretamente
a reconhecer o leve.

Algumas coisas podem ser para sempre sim. Uma delas eu chamo de "lembrança". Essa nem sentimento é, ela é motivo para sentir. A lembrança é assim, até mesmo uma forma de amar.

Tem quem diga 'eu gosto de você', mas gosta pelo bem que recebe deste alguém, pois ao deixar de receber esse bem o gostar também se esvai. O sentido em gostar, cuidar e até amar não está só em receber, mas no quanto de bem nos dispomos a fazer por alguém a quem dizemos gostar.

Gotas de lágrimas

Quando eu era criança presenciei inúmeras vezes a minha mãe chorar, horas para pedir a clemência de Deus, horas para agradecer pela clemência que Deus concedera a ela.

Presenciei inúmeras vezes suas lágrimas ocasionadas pelo preconceito que ela sofria por conta da vida humilde que ela tinha, quantidade de filhos que sustentava, e por que ganhava a vida sozinha.


Zombavam da sua casa simples Que era feita de alvenaria sem estrutura, enquanto minha mãe chorava de felicidade por sair da tapera cujo teto e as paredes eram feitas de tapete.

Sem entender o motivo de suas lágrimas, por conta da pouca idade que eu tinha, me perguntei inúmeras vezes porque tantas lágrimas caia.

Hoje eu sendo mulher, mãe de dois filhos e sozinha, vejo os mesmos motivos das lágrimas da mãezinha.

E como ela chorou, eu também posso chorar horas para agradecer a Deus por tanta clemência, horas para pedir de Deus clemência.

Nesse momento eu me calarei, não direi uma só palavra, deixarei que minha lágrima caia,
Que fale por mim como as lágrimas da minha mãe falavam.

E como inúmeras vezes por tanta clemência agradecem as minhas lágrimas, por clemência elas rolam de novo, molhando meu rosto pouco a pouco.

Não tenho mais palavras, nesse momento tudo que tenho são gotas de lágrimas.

"Como eu poderia ser a mesma depois tudo que eu passei?
Seria um insulto à minha dignidade e à mulher fantástica que resgatei."

Eu me recuso a ser diferente de mim mesmo, sou como sou e amo ser eu mesmo e sempre serei eu mesmo, ninguém além de mim.
Levei anos para me aceitar como sou, mas agora, amo tudo isso.
Se os outros não gostarem, que assim seja.

Eu???
Eu sou imenso, sou um turbilhão de emoções.