Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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E aí quando menciono sobre essa fé que eu digo nunca é algo religioso.
Porém aquele algo que nos impulsiona verticalmente ou mente elevada!

Sorte 🍀

E se eu disser que te trago sorte

Sorte essa que só vem através de um ritual

Um ritual onde nós despimos de corpo e alma

Que com toque


nossas respirações em sintonia


Nossa frequência cardíaca


Forma um tipo de magia


Magia antiga


Magia carnal


Uma sorte que pode ser sentida


Sorte essa que se transpira


Energia


Fadiga


Que te leva a exaustão

Sentindo a alta vibração
Em nossas veias
Pulsando nossas cabeças
Tornando todos os teus sonhos em realidade
Tua felicidade
Teus desejos
Só preciso te tocar
Você receber
Se deixar
Torno tudo realidade.

Que isso que sinto não seja patológico, que eu não morra de algo não vivido, que essa dor passe.

Essa noite eu alimentei a morte com um pouquinho da minha vida.

"É com essa casualidade que te escrevo, nesse amadorismo de gente jovem como eu, sem passaporte pra muitas galerias de arte."

Milton Nascimento, Bituca.
Eu tinha vinte e poucos anos e ele cantou pra mim, com essa voz de anjo militante e eu descobri que também queria tudo isso...

“Quero a utopia, quero tudo e mais
Quero a alegria muita gente feliz
Quero que a justiça reine em meu país
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão
Quero ser amizade, quero amor, prazer
Quero nossa cidade sempre ensolarada
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver...”

E ele continuou cantando e me revelando a força da Arte e do Querer.
Eu tinha sonhos imensos, queria engolir a Vida em grandes porções; nunca gostei de saborear em pequenas doses, e ele foi cantando pra mim, enquanto eu compreendia esse jogo estranho de existir sem manual, sem bussola, “sem uma câmera na mão”, mas com uma ideia na cabeça e a trilha sonora perfeita... para minha busca de sentido, ou minha caçada...

“Por tanto amor, por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz, manso ou feroz
Eu, caçador de mim”

Aí hoje eu leio que o Bituca foi diagnosticado com Corpus de Lewy, a mesma doença do meu pai.
E de repente percebo que os meus amigos estão velhos, os meus heróis e ídolos estão morrendo, ou adoecendo... e eu também.
E de repente eu também descubro, que esse é só mais um desafio do jogo da vida, significa que passei para o próximo (e último) nível – aprenda com o passado, viva o agora e continue apostando nos sonhos e paixão.
Assim como ele, existem milhões de velhos demenciados, milhões de cuidadores assustados, esgotados e doentes, uma multidão invisível que sustenta com seu trabalho gratuito e exaustivo, a dignidade e a vida de quem ama.
Quem sabe a doença do Bituca não será mais um grito de resistência e denúncia, mesmo que não seja gritando com essa voz de anjo, tomara que você seja a voz de quem envelhece e adoece escondido em algum canto da casa.

“Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você...”

Você é gigante, vai esquecer isso, mas nós não esqueceremos!

“Agora não pergunto mais pra onde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada...”

A estrada continua, e nem precisa esperar aquela madrugada, porque ela virá, a estrada estará sempre ali à espera do caminhante e a gente aprende que nada disso depende de nós, tudo isso só existe para que realizemos plenamente nosso propósito, para que a vida tenha significado, mesmo que nunca saibamos qual é esse propósito, ou inventemos significados, para que o tédio e a solidão não esmaguem nossa paixão e fé.
Além disso, uma certeza eu tenho...

"Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão"

Esse ninguém tira de você.

Ao filho que vai cuidar, eu tenho um conselho...

“Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura”

Você terá apoio, amigos, respeito de uma multidão, condições de oferecer o melhor tratamento... mas cuidar de alguém amado, que vai saindo da nossa vida aos poucos, ainda que o corpo permaneça conosco é a experiência mais assustadora, solitária e visceral que você vai experimentar.
É um mergulho na fragilidade, impermanência e impotência humanas. Isso quebra todas as nossas certezas e a arrogante sensação de que temos algum controle sobre a Vida.
Você vai bater o pé no fundo do poço, sozinho... e quando voltar, será um ser humano muito melhor e mais preparado para realizar o sacro oficio de existir.

”E assim chegar e partir
São só dois lados da mesma viagem
O trem que chega é o mesmo trem da partida
A hora do encontro é também despedida...”

Obrigada Milton por continuar me inspirando.

“Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre”

Estou olhando sua foto.... E pensar que ontem eu estava beijando essa boca....

Ao longo de minha vida tive várias incertezas sobre o que eu queria colocar nela; mas essa dúvida, por focar sempre o depois, nunca aconteceu em relação ao que eu NÃO queria.

As pessoas não têm o que eu tenho porque não lutam para conquistar o que desejam.
Essa verdade nos convida à reflexão e revela a falha humana de permanecer no lamento, em vez de agir.
Há tantas situações e dores que poderiam ser transformadas se houvesse coragem de recomeçar.
Quando tudo volta ao início, nasce a chance de um novo recomeço —
e com ele, a esperança infinita de seguir adiante.
Afinal, você foi feito para vencer.
As fronteiras existem apenas até serem exploradas.
Vencer é simples: basta começar

Desde o início, muitos repetem: Eu vou deixar tudo na mão de Deus, Ele sabe o que faz. Essa frase soa como um alívio, uma forma de se esquivar das próprias responsabilidades. Mas será que é realmente fé ou apenas comodismo?
É muito fácil transferir para o divino aquilo que exige esforço humano. A fé não deve ser desculpa para a inércia. A própria Escritura afirma: Quem não deseja trabalhar, não pode comer. O trabalho é parte da dignidade humana, é o que nos conecta ao propósito e nos permite construir, transformar e sustentar a vida.
Deixar tudo nas mãos de Deus sem agir é como esperar a colheita sem plantar. A fé verdadeira anda de mãos dadas com a ação. Deus dá força, sabedoria e oportunidade, mas cabe ao homem levantar-se, lutar e produzir.
Portanto, não se trata de abandonar a confiança em Deus, mas de compreender que Ele nos chama à responsabilidade. O mundo não se move apenas pela oração, mas também pelo suor e pela coragem de quem decide agir.

⁠Se o que me resta é pilotar esse carro, essa é a vida que eu quero.

Eu não sou do tipo ausente, porém se eu tiver ausente na vida de alguém provavelmente essa pessoa foi ausente na minha quando eu mais precisei dela... sou ausente sim pra pessoas que não acreditam em mim e na minha capacidade, nas pessoas que nao valorizam meu trabalho aponto de procurarem outro sabendo que eu faço o mesmo. Hoje eu simplesmente entendi quem realmente merece minha presença.

E com toda essa conjuntura psicótica que o Brasil está vivendo, eu tenho medo. Não é medo por mim; é medo pelas minhas filhas, pela minha mãe, pelas pessoas que estão próximas de mim. Porque, Deus o livre, se um grupo extremista conseguir romper a linha tênue da democracia, todos nós estaremos vulneráveis. Tenho receio de ser alvo de perseguição política, como tantos já foram ao longo da nossa história. E, se isso não acontecer comigo de imediato, sempre paira o temor de que possam atingir minhas filhas, minha mãe ou as pessoas que amo. Para grupos que desejam o poder a qualquer custo, a violência nunca foi uma barreira — e, para mantê-lo, a história mostra que alguns são capazes de práticas desumanas.

Basta lembrar o que ocorreu em 1964: políticos, estudantes, trabalhadores e cidadãos comuns foram perseguidos simplesmente por defenderem suas convicções ou por protestarem nas ruas. Eu seria um desses: alguém que sairia às ruas para defender a democracia. Por isso, meu medo não é apenas da ruptura institucional em si, mas do sofrimento que ela pode provocar nas pessoas ao meu redor e naqueles que lutam por um país livre.

A democracia é um mal necessário. Mesmo que eu não concorde com tudo o que ela produz, ela ainda é o único sistema capaz de proteger vidas, garantir direitos e impedir que a barbárie se instale. Ela é o mal necessário que deve existir para toda a população do mundo — principalmente no Brasil.

Entre essa geração e a futura, onde estou eu?


-Halazia, Ateez

Prece da Semana...

Eu quero para essa semana, a leveza da simplicade, o carinho de Deus, o afago doce dos amigos, o aconchego da familia, um coração puro a pulsar, a generosidade dos gestos e das palavras, a humildade nos passos e nas atitudes, a serenidade nas escolhas, e a tranquilidade na tomada de decisões. Quero ainda, a presença de Deus, me guiando, me iluminando e me livrando de todo mal. Quero pra mim, quero pra você, quero pra todos! (Priscilla Rodighiero)

Quantas vezes você pensou e disse: EU NÃO VOU CONSEGUIR?
Nós, seres humanos, temos essa franqueza, toda vez que estamos diante de um contexto dificil e atingimos o apice da tempestade, a primeira coisa que nos vem a mente é que não vamos conseguir e sem perceber damos margem para nossa fraqueza e a dai nasce aquela vontade de desistir... Não permita, ore, busque a Deus, dobre seu joelho em oração se preciso for, mas aguenta firme, é o fogo te moldando e te transformando em uma pessoa melhor, creia no poder de Deus, Ele é o Deus do impossivel e não desampara seus filhos, é só uma luta e vai passar. E quando tudo terminar você comemorará os frutos da vitória! (Priscilla Rodighiero)

⁠Você acende essa chama em mim,
que eu sem saber como apagar,
me queimo completamente nela.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

Eu sei que tenho uma profunda admiração por você, e essa admiração cresce a cada instante em que compartilho minha vida ao seu lado. Você é mais do que o amor da minha vida: é minha inspiração, meu porto seguro e a razão dos meus sorrisos.


Cada gesto seu me ensina sobre carinho, cada palavra sua me envolve em ternura, e cada olhar seu me faz acreditar que o verdadeiro amor existe. Eu não preciso de nada além da sua presença para me sentir completo, porque em você encontro tudo o que sempre sonhei.


Quero que saiba que meu coração é inteiramente seu, e que minha maior felicidade é caminhar junto de você, lado a lado, construindo nossos sonhos e vivendo nossa história.

⁠Deus que divida é essa que tu me cobrar tanto?
Eu não sei mas em ti confio só peço que console meu pranto!