Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
Quantas vezes você pensou e disse: EU NÃO VOU CONSEGUIR?
Nós, seres humanos, temos essa franqueza, toda vez que estamos diante de um contexto dificil e atingimos o apice da tempestade, a primeira coisa que nos vem a mente é que não vamos conseguir e sem perceber damos margem para nossa fraqueza e a dai nasce aquela vontade de desistir... Não permita, ore, busque a Deus, dobre seu joelho em oração se preciso for, mas aguenta firme, é o fogo te moldando e te transformando em uma pessoa melhor, creia no poder de Deus, Ele é o Deus do impossivel e não desampara seus filhos, é só uma luta e vai passar. E quando tudo terminar você comemorará os frutos da vitória! (Priscilla Rodighiero)
Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.
Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.
Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.
E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?
Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.
Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.
Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.
Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.
Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:
Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.
Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.
Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.
Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.
Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.
Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.
E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.
E que esse amor nos cure, a todos.
Eu sei que tenho uma profunda admiração por você, e essa admiração cresce a cada instante em que compartilho minha vida ao seu lado. Você é mais do que o amor da minha vida: é minha inspiração, meu porto seguro e a razão dos meus sorrisos.
Cada gesto seu me ensina sobre carinho, cada palavra sua me envolve em ternura, e cada olhar seu me faz acreditar que o verdadeiro amor existe. Eu não preciso de nada além da sua presença para me sentir completo, porque em você encontro tudo o que sempre sonhei.
Quero que saiba que meu coração é inteiramente seu, e que minha maior felicidade é caminhar junto de você, lado a lado, construindo nossos sonhos e vivendo nossa história.
Deus que divida é essa que tu me cobrar tanto?
Eu não sei mas em ti confio só peço que console meu pranto!
Eu tento esconder e mascarar, mas sinto que não consigo, pois quanto mais eu tento, mais essa paixão cresce dentro de mim.
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
Há quem ouse a falar que somos libertos, e eu tenho de crer nessa fantasia.
Mas essa liberdade só me é convicta com prazer e ousadia.
"Se neste instante, essa fosse a minha última palavra, eu diria a você, adore ao Senhor, nada mais importa, nada é mais valioso"
Quem sou eu? Essa pergunta é primordial para o seu sucesso pessoal e profissional. Se você não sabe quem é, jamais terá autenticidade e nem autoconfiança.
Shalimar Farias da Silva
Essa eu fiz diante de um ciclo de uma amizade que foi importante pra mim, usei Camus para entender tudo que aconteceu e tudo que permaneceu. Me inspirei na musica Crochê de Jovem Dionísio.
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"Crochê de Amizade: pontos que seguram o mundo"
Há amizades que não chegam de repente; elas se constroem devagar, como crochê.
Um ponto hoje, outro amanhã, um fio que se enrosca no outro, uma conversa que vira apoio, um silêncio que vira confiança. Nada grandioso, nada teatral. Apenas presença. Apenas verdade.
“Crochê” tem essa atmosfera de afeto discreto, quase tímido, que lembra muito o jeito como algumas amizades profundas nascem: sem anúncio, sem expectativa, sem garantia — mas com uma sinceridade que toca onde a vida geralmente não alcança.
Camus diria que é exatamente nesses vínculos que o Absurdo da existência ganha uma pequena trégua.
Porque, num mundo que não responde,
não explica,
não abraça,
a amizade é esse gesto humano — quase rebelde — de dizer:
“eu estou aqui com você, e isso basta.”
A vida é desalinhada.
Nós somos desalinhados.
As dores que carregamos nos fazem tropeçar em nós mesmos.
A lucidez nos mostra que nada é garantido, que a solidão é inevitável, que o universo é indiferente às nossas angústias.
E, ainda assim, existe esse outro ser humano que decide dividir o tempo, o riso, o cansaço, a bagunça, o silêncio.
Isso, por si só, já contraria o absurdo.
É quase um milagre sem misticismo.
Amizade verdadeira não exige perfeição — apenas presença honesta.
É alguém que te vê fora do tom e, ao invés de tentar te ajustar, senta ao seu lado e ouve a melodia torta como ela é.
É quem te passa um fio novo quando o seu arrebenta.
Quem ajuda a desfazer o nó quando você mesmo não consegue enxergar onde começou.
A amizade não te salva do mundo —
mas te lembra que você não precisa enfrentá-lo sozinho.
E essa lembrança muda tudo.
Porque é fácil compartilhar os dias bons; o desafio está nos dias que parecem cinza por dentro.
Nos dias em que você questiona o próprio valor,
em que o mundo parece grande demais,
em que a alma parece pequena demais.
E é justamente nesses dias que um amigo — verdadeiro — transforma o absurdo em algo suportável.
Não com respostas.
Não com soluções.
Mas com a coragem silenciosa de simplesmente estar.
Camus acreditava que continuamos vivendo não porque encontramos sentido,
mas porque inventamos pequenos motivos para seguir.
A amizade é um desses motivos.
Um dos mais fortes, talvez o mais humano.
E, no fim, o crochê da amizade é isso:
um tecido feito de confissões e risos,
de ombros e demoras,
de pequenos gestos que ninguém vê,
mas que seguram o mundo inteiro do lado de dentro.
Não precisa ser perfeito.
Não precisa ser constante.
Só precisa ser verdadeiro.
Porque, quando o resto desaba,
são essas linhas simples —
essas linhas feitas à mão —
que impedem nossa alma de se desfazer.
E, nesse desalinho tão humano,
há uma beleza que Camus entenderia:
a amizade é uma revolta contra o vazio.
E cada ponto dado juntos
é uma pequena vitória silenciosa contra o Absurdo.
Y.C
EU somente
Se eu não sentisse essa rede de emoções — por mais clichês que pareçam —, esses sentimentos que me tomam dia após dia, eu não seria um ser humano; seria apenas um ser existente.
Eu deixo a moralidade para putas e ladrões.
Ontem mesmo eu estava com a solidão, essa velha cafetina da alma, me levou ao quarto de uma meretriz. Não tinha dinheiro, mas paguei com um relógio que encontrei no próprio prostíbulo; o tempo ali não pertence a ninguém.
Deixo a moralidade para os alcoólatras e os viciados em jogos, que fazem sermões com o copo na mão e roletas no bolso. Eu, por mim, não gosto nem de álcool nem de jogos, então só jogo quando bebo, e só bebo quando me percebo vivo.
Deixo a moralidade para os que se afogam na em águas rasas.
Eu prefiro os pecados honestos, as mentiras sinceras e as verdades que se contam em um beijo na boca.
Eu gostaria de ver aqueles que analisam meus passos investindo essa energia na cura das próprias feridas kármicas, libertando-se de uma vez.
Eu acho tão feio essa mania de rotular amor, eu acho tão desnecessário essa mania de ditar regras sobre quem devemos amar, eu acho a sociedade tão estúpida por não compreender os sentimentos que fluem seja entre dois homens ou entre duas mulheres, nós deveríamos ficar felizes pelos exemplos de amor, nesses tempos de tanto ódio.
Espalhe amor...💓
Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.
NO REGRETS
Será mesmo que temos algo a falar quando perdemos um irmão? Eu queria tentar…
Essa foto representa algo chamado intensidade, a intensidade de quem viveu cada dia como se fosse o primeiro. E é com lágrimas nos olhos que vou tentar falar um pouquinho sobre o que eu sempre levei de você e só percebi quando você me deixou. O que eu aprendi com você em Chiquinho!?
Com certeza a ser intenso. Sabe quando levamos a vida a um próximo patamar a todo momento que conseguimos? Levamos a sério todos os momentos porque amamos viver? Isso é assumir a responsabilidade por sempre apostar alto! E como você apostou heim! Podem nos chamar de loucos ou insanos, mas quem nunca pensou e não tomou atitude!? Cara como você me ensinou sobre o poder da ação. Que pensar é totalmente diferente de agir e temos que ter muita coragem pra agir, pois na intimidade do pensamento as vezes ficamos presos a nossos medos. E nenhuma relação saudável é sustentada pelo medo não é mesmo? Hoje eu sei que apostar alto na ação é reconhecer o mito do tempo. Quem se recusa a reconhecer que o tempo é presente do passado, presente do presente e presente do futuro está fadado a viver confiando em um falso tempo verbal!
Foi você que me tornou lindo, mesmo sendo feio, inteligente, mesmo sendo burro e além de tudo especial. Quantas pessoas se sentiram assim de seu lado em? Priorizando sempre a essência de quem estava ao seu redor. Se você sentisse cada abraço que me deram mesmo sem me conhecer. Diziam: “Você é o irmão de Fracisco né? Ele sempre dizia o quanto seus irmãos eram lindos”. Com certeza você sentiria a paz que senti de que você viveu totalmente sem arrependimentos.
Obrigado irmão por sempre trazer esse sorriso lindo em seu rosto! Desconheço um lugar onde você chegou e as pessoas não começaram a rir. Na uti eu só conseguia ver você levantando e fazendo alguma piada e todos os médicos e enfermeiros sorrindo. E mostrando que foi apenas mais uma de suas palhaçadas. De qualquer forma obrigado por lutar pela vida só pra que a família pudesse se despedir. E é assim que eu vou te levar dentro de mim e de todas as conquistas que eu concretizar em minha vida. Você foi e sempre será o cara que mais confiou em meu potencial, portanto eu não farei feio. Acredite!
Estou muito triste pela saudade que vai deixar o seu sorriso, mas tranquilo porque assim como você continuarei a viver uma vida intensa e “sem arrependimentos”. Não custa repetir algo que sempre falo e levo comigo: “Deixem as pessoas que vocês amam com tudo de mais intenso e verdadeiro, pois as vezes a vida nos tira essa possibilidade”. No entanto, com você ocorreu totalmente diferente, pois plantou tanto amor que não podia ser diferente, foi e continuará sendo muito amado!
Desejo a todos vocês nesse ano novo uma vida plena de momentos intensos! Eu procurei em minha memória e me perdi na quantidade de momentos que tive com meu irmão! Foi assim que eu percebi que a vida não se resume a idade, ela se resume a quantidade de memórias que valem a pena ser lembradas e obras que você deixou pelo mundo. Essas resistem até a materialidade de nossos frágeis corpos. Vai em paz irmão! Seu irmão ficou aqui vivendo essa babilônia …
Te amo
Átila Belens – Um cara que perdeu seu irmão, mas que não perdeu seu amor!
Post Scriptum:
"O tempo ensina, mas te mata
A fome engana, mas te convém
Um olho no abismo, o outro no asfalto
A vida é a ponte pro outro lado"
Essa noite eu sonhei que abria as gavetas da minha alma...
Na primeira havia Você;
Na segunda havia você;
E em todas as outras havia Você.
Mas, na última encontrei uma canetinha, velhinha tadinha...
Fui ver se ainda escrevia, e escreveu...
- Saudade de você!
Haredita Angel
20.12.25
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