Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
Não sou Contra o Aborto só por ser Pauta da Esquerda, e nem contra o Armamentismo só por ser Pauta da Direita. Sou contra a Morte Violenta _ dentro e fora do Ventre _ porque sou Cristão!
No campo da política polarizada, nada consegue ser mais medonho do que dois extremos tão diferentes, serem tão contraditórios e convergirem com tanta facilidade para o abismo da imbecilização.
Com tanto Sorriso forçado, só para tentar enganar a Tristeza, nada consegue ser tão Urgente e Carinhosa quanto a Atenção.
Só a possibilidade de você ser ou ter sido a metade da laranja de alguém, já é motivo mais que suficiente para o encardido te odiar. Imagina o resto!?!
Ainda há tanta Podridão a ser retirada de mim, que se não fosse a Misericórdia de Meu Pai, indubitavelmente eu Temeria pelo que pudesse sobrar depois disso.
Quão fácil é julgar alguém pelos erros dele, mas quão difícil é ser julgado pelos seus próprios erros! A balança da justiça não pode ser uma gangorra
O Brasil tem a sina de ser liderado por um palhaço ou um ladrão, mas geralmente quem assume tem estas duas índoles.
Deus, precisava criar um ser imperfeito como Adão para pecar e morrer? E os demais seres do Éden que nunca pecaram e morrem do mesmo jeito?
Censura é a consequência de algo feito de forma ilegal ou inapropriada que não é para ser revelado nem descoberto.
Do Sol,Para Além.
Vem do Sol,a luz que faz a vida ser.
Algo especial.
De uma estrela,para vários alinhamentos no seu sistema planetário.
Que é recitado por uma unidade astronômica,que sabe de cada movimento e distância,dos seus queridos seres.
No destemido planeta Mercúrio,e as suas noites amigas.
Do mesmo Sol,que o ilumina bem de perto.
Pelo lúcido planeta Vênus,e a sua grande personalidade.
Algumas vezes inquieto,outras vezes virtuoso.
Ao planeta Terra,que no azul e verde que se unem,também se encontra coisas sobre nascer,viver e sonhar.
Na vermelhidão do planeta Marte,há muito o que enxergar.
Como um desfiladeiro que atravessa a sua simplicidade até os mistérios que o envolvem.
Sob uma luz solar estão guardados,os quatro planetas rochosos.
Luz solar que permeia um Cinturão de Asteroides.
Milhares deles,saltitantes.
Voando entre muitos espaços,estão o planeta anão Ceres,que é um pouco tímido,e o pensativo asteroide Vesta.
E entre eles,outras notáveis belezas estão.
Aos olhos do Sol cada pedacinho de pedra,ou grande rocha é acolhido.
Como o gigante e gentil planeta Júpiter.
Que de um jeito fabuloso,também protege os quatro planetas rochosos.
Com um brilhantismo que marca o seu nome.
Até chegar ao planeta Saturno.
Bonito e rodeado por um entrelaçando sistema de anéis,que se tornam mais fascinantes,tocados pela luz do Sol.
Luz que chega com delicadeza ao planeta Urano.
Que é azulado em um misto de ternura e sabedoria.
Parecido com ele,é o planeta Netuno.
Predominante na cor azul,é sereno e coberto por nuvens brandas.
Onde ele está a luz do Sol,brilha de um jeito meigo.
Ainda com uma certa força,para sentir o Cinturão de Kuiper.
Que é repleto de rochas,gelo e de um silêncio profundo.
Na vivência desse silêncio,estão carismáticos planetas anões.
Plutão é generoso.
Haumea é gracioso.
E Makemame é grato.
E ainda tem mais.
Confiantes em cada ir e vir,dos seus respectivos sentimentos.
Nesse ponto o Sol brilha,sem um efeito de aquecer.
Mas,com a alma que tem,sabe que os seus seres distantes,estão em seu pertencimento.
Como o Disco Disperso.
E a sua calmaria permanente.
Nos confins do seu transparecer.
Que tem vários sorrisos ao planeta anão Éris.
Que é leal,e com gestos de cavalheirismo.
Nessa distância uma unidade astronômica,se permite ir um pouco mais.
Com uma parte da escuridão que se sobressai.
No planeta anão Sedna.
Que vê distantes os outros planetas.
As outras rochas e asteroides.
Que em harmonia, acenam ao seu coração,para que ele jamais se sinta só.
Até que novamente,possa tocar o Sol.
Sol que se move e atrai um lugar,os seus planetas,e as suas centenas de satélites naturais.
Na conhecida e encantadora,Lua.
Com Fobos e Deimos,em sintonia.
Nos ritmos entre Ganimedes,Io,Europa e Calisto.
Nas façanhas de Titã,e Encélado.
Nos compromissos entre Miranda,Ariel,Umbriel,
Titânia,e Oberon.
Nos trejeitos de Tritão,e Proteu.
E girando em Sol,também se vestem de luz.
Caronte,Hiʻiaka e Namaka,S/2015 (136472) 1. E que nas lembranças solares, Disnomia se completa.
E ainda existem outros satélites naturais,que são impressionantes e imponentes.
Mais distante do que o Sol pode iluminar,a vasta Nuvem de Oort.
Que entre emoções e suspiros,vagueia sem cessar com Cometas e Centauros.
Cometas que trazem brilhos mágicos.
Aos míticos Centauros,e as suas histórias antigas.
Nuvem de Oort que não é branca,ou de algodão.
E que conforta cada essência desse lugar.
Nessa longínqua jornada,a singela unidade astronômica se desdobra para continuar a contar.
E quando retonar mais perto do Sol,poderá recriar as distâncias que percorreu.
Dessa magnífica estrela.
Ao variados alinhamentos ao seu redor.
Estrela da vida.
Que é atraída pela luz da alma,para além de um lugar.
Nas Cores Das Borboletas.
Um pequeno e delicado ser tem a sua vida começando em alguma árvore ou em outro sensível lugar.
Ainda dentro do seu casulo esperando tranquilamente para ver a luz dos dias.
Pois com passar dos dias nas flores,em algum momento a sua vida será de muitos voos entre as pétalas e outras maravilhas.
Porque após o nascer de uma flor,nascerá uma borboleta.
E depois de outros dias,haverá mais borboletas sobre pétalas gentis.
Leves e coloridas borboletas.
Delicadas como as flores,os seus corações estarão por muitas vezes.
Dentro daqueles voos que farão em várias direções.
Principalmente para procurar as suas flores.
Semelhantes as suas pequenas asas.
Camufladas com os pingos e contornos naturais que trouxeram dos seus casulos.
Antes uma lagarta,um casulo,para depois voarem para uma vida ao redor das flores nos jardins,nas praças e nos vasos floridos.
Nas flores das árvores,algo bonito é visto quando uma borboleta parece parar as suas asas por um instante.
Sobre uma flor as suas asas descansam.
Em um pólen o seu coração se compadece.
Nas pétalas da sua vida o contrário também é verdade.
Nos dias que retornam as suas asas bailam com um movimento repetitivo e meigo.
Para voarem outra vez nas asas das muitas pétalas.
Que são fontes coloridas de carinho.
Por isso são visitadas em revoadas matinais por seres pequenos e agradáveis.
Vindas de casulos deixados por pétalas conhecidas.
Porque das flores algumas vezes nascem as borboletas.
E dentro dos casulos,
coincidentemente pode ter alguma semente que irá florescer em algo fino e colorido que irá querer voar na próxima luz do dia ao encontro de queridas inspirações.
Estrelas Viajantes.
Quando anoitece,o céu começa a ser iluminado pelas coloridas estrelas.
De centenas à milhares.
De bonitas estrelas.
Na sua formosura celeste tem entre as estrelas distantes motivos suficientes para estar entre elas.
Distante daqui,aquelas estrelas parecem sem movimentos.
Em uma ilusão causada por brilhos galácticos e estelares.
Ao redor de uma intensa gravidade que une o universo.
Como esse céu terrestre adorado e celeste.
Essas estrelas viajantes riscam o brilho das outras.
Minúsculas estrelas,como grãos velozes e brilhantes.
Estrelas que viram nesse céu,um outro abrigo,uma passagem para uma outra dimensão.
Mesmo sendo grãos,deixam linhas brilhantes nos seus rastros.
Enormes brilhos dessas estrelas viajantes.
De algum lugar desse Sistema Solar.
Vindas de um outro planeta,asteróide ou de um cinturão rochoso e congelante.
Viajantes estrelas que acendem no coração azul desse céu,as fotografias de outras viagens.
Até em cartas perfumadas com uma poeira cósmica.
Sem endereços essas estrelas procuram alguma atmosfera para que possam deixar cair os seus desejos.
E ainda escrevem em um movimento,pedidos que ressoam nas suas vindas quando se aproximam.
Aproximações de alguns segundos e que brilham como uma estrela maior.
Das milhares que brilham distantes,poucas estrelas conseguem viajar.
De um jeito veloz com uma rara luz de lembrança.
Vindas de um outro lugar para esse céu,fazendo com que cada noite tenha mais do que alguns momentos.
Sendo levadas por aqueles grãos brilhantes para alguma constelação ou para um outro maravilhoso destino.
Algo especial desse céu está em cada estrela viajante que entre tantas noites,encontraram no seu coração um lugar para ficar.
Antes de partirem para uma outra inesperada viagem.
O PERISPÍRITO.
FLUIDOS E PERISPÍRITO. A ARQUITETURA OCULTA DO SER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Desde os primórdios do pensamento humano, a inquietação acerca da constituição íntima do homem acompanha o desenvolvimento das civilizações, das religiões e das filosofias. Muito antes de qualquer sistematização científica, já se intuía que o ser humano não se reduzia ao corpo perecível, mas era estruturado por camadas sucessivas de realidade, umas visíveis, outras veladas, sustentadas por princípios sutis que escapam aos sentidos ordinários. É nesse horizonte tradicional, fiel ao passado e à sabedoria acumulada ao longo dos séculos, que se insere o estudo dos fluidos espirituais e do perispírito, elemento nuclear da antropologia espírita.
A Doutrina Espírita, ao organizar e esclarecer conceitos dispersos em tradições antigas, restitui ao perispírito a dignidade de princípio estruturante do ser. Não se trata de uma hipótese metafórica, mas de uma realidade ontológica, descrita com rigor filosófico e precisão conceitual. O perispírito é apresentado como produto direto do fluido cósmico universal, substância primordial de onde se originam todas as formas de matéria, desde as mais densas até as mais etéreas. Conforme exposto em “A Gênese”, capítulo XIV, item 7, tanto o corpo carnal quanto o corpo perispirítico procedem do mesmo elemento primitivo, diferenciando se apenas pelo grau de condensação molecular.
Essa distinção é essencial. Enquanto o corpo físico representa a matéria em estado tangível, sujeita às leis químicas e biológicas conhecidas, o perispírito conserva a imponderabilidade e as qualidades etéreas do fluido cósmico. Trata se, portanto, de matéria em outro estado, mais sutil, mais plástica, mais obediente à ação do pensamento e da vontade. Essa concepção dissolve a falsa dicotomia entre espírito e matéria, revelando uma continuidade ontológica que sustenta toda a criação, conforme reiterado em “O Livro dos Espíritos”, questão 257.
A formação do perispírito não é arbitrária nem uniforme. Cada Espírito o extrai dos fluidos ambientes do mundo em que se encontra, o que implica variações profundas conforme o planeta habitado e, sobretudo, conforme o grau de adiantamento moral do ser. Como ensina “A Gênese”, capítulo XIV, itens 8 e 9, Espíritos vinculados a mundos mais elevados possuem envoltórios perispirituais mais quintessenciados, enquanto aqueles ainda presos às faixas inferiores da evolução apresentam perispíritos mais densos e grosseiros, aproximando se da matéria bruta.
Esse ponto é expressivo e decisivo. A natureza do perispírito reflete fielmente o estado íntimo do Espírito. Não há disfarce possível. O envoltório fluídico funciona como espelho moral, registrando as conquistas e os atrasos do ser. Por essa razão, Espíritos inferiores frequentemente confundem o perispírito com o corpo carnal, permanecendo presos às ilusões da vida terrena, julgando se ainda encarnados, conforme descrito em “A Gênese”, capítulo XIV, item 9. Já os Espíritos superiores, pela leveza e luminosidade de seu envoltório, transitam entre os mundos, podendo inclusive encarnar em planos inferiores por missão, formando para si o perispírito adequado ao novo meio.
As propriedades do perispírito confirmam sua complexidade e sua centralidade na economia do ser. Ele é plástico, isto é, moldável pela mente, conforme ensina Emmanuel em “Roteiro”, capítulo 6. Essa plasticidade explica as transformações morfológicas observadas em Espíritos perturbados ou sublimados. É denso ou sutil segundo o padrão vibratório do Espírito, como exposto em “O Livro dos Médiuns”, capítulo IV, item 74. É ponderável, possuindo peso específico determinado pela condição mental e moral, o que define o habitat espiritual correspondente, conforme esclarecido em “Entre a Terra e o Céu”, capítulo XX.
A luminosidade perispiritual, tratada em “O Céu e o Inferno”, capítulo IV, revela a pureza ou a opacidade moral do Espírito. Cada ser é seu próprio farol. A luz que emite define sua percepção e sua posição no mundo espiritual. A penetrabilidade demonstra que nenhuma barreira material impede a ação do perispírito, conforme “Obras Póstumas”, item 16. A visibilidade e a tangibilidade explicam os fenômenos de aparição e materialização, amplamente documentados em “O Livro dos Médiuns”, capítulo I, item 57. A sensibilidade perispiritual evidencia que as sensações não dependem de órgãos físicos, sendo percebidas pelo envoltório fluídico em sua totalidade, conforme “Perispírito”, capítulo II.
A expansibilidade permite a exteriorização dos fluidos nos fenômenos mediúnicos e anímicos, como exposto em “Obras Póstumas”, item 11. A unicidade garante que não existem dois perispíritos iguais, pois cada um carrega a história moral do Espírito. A mutabilidade confirma que o perispírito se depura e se enobrece ao longo das encarnações, acompanhando a ascensão da alma, conforme “Depois da Morte”, capítulo XXI.
Quanto às funções, o perispírito atua como intermediário absoluto entre o Espírito e o corpo. Durante a encarnação, o Espírito conserva seu perispírito, sendo o corpo físico apenas um segundo envoltório mais grosseiro, como ensina “Obras Póstumas”, item 9. Ele transmite as sensações do corpo ao Espírito e as determinações do Espírito ao corpo, funcionando como verdadeiro órgão de ligação. Exerce função instrumental, individualizadora, organizadora e sustentadora, conforme detalhado em “Perispírito”, capítulo III, e confirmado por Emmanuel em “Pensamento e Vida”, capítulo 11.
Além disso, o perispírito desempenha papel decisivo nos fenômenos psicológicos, fisiológicos e patológicos. Kardec afirma, em “Obras Póstumas”, item 12, que o dia em que a ciência reconhecer o elemento espiritual na constituição humana, novos horizontes se abrirão, e as causas profundas de muitas enfermidades serão compreendidas. O estado psíquico, portanto, não é fruto do acaso, mas obra direta do próprio Espírito, como ensina Léon Denis em “No Invisível”.
Dessa forma, o perispírito não é um conceito acessório, mas o eixo silencioso que articula corpo, alma e destino. Ele registra, conserva e manifesta a lei de causa e efeito, tornando visível no além a obra íntima de cada ser, conforme exposto em “No Invisível”, páginas 51 a 52. É nele que se inscrevem as conquistas morais e as sombras não superadas, revelando com justiça e clareza o verdadeiro valor do Espírito.
Frase final.
Compreender o perispírito é compreender a si mesmo, pois nesse envoltório fluídico repousa, sem engano possível, a memória viva de tudo o que fomos, somos e estamos chamados a ser.
PERISPÍRITO. ARQUITETURA SUTIL DA EXISTÊNCIA ESPIRITUAL.
O perispírito constitui-se como uma das noções mais elevadas e, ao mesmo tempo, mais mal compreendidas da tradição espírita. Trata-se do envoltório fluídico do Espírito, organismo semimaterial que o acompanha desde as fases mais rudimentares da inteligência até os patamares superiores da consciência moral. Não é acessório, nem simples intermediário mecânico. É estrutura ontológica indispensável à experiência do ser no universo criado.
Enquanto o corpo físico pertence ao domínio da matéria densa e perecível, e o Espírito é o princípio inteligente imortal, o perispírito estabelece-se como o laço de união entre ambos. Ele não apenas conecta. Ele traduz. Ele interpreta. Ele ajusta o Espírito às condições do mundo em que se manifesta, tornando possível a encarnação e a ação consciente no plano material.
ENVOLTÓRIO FLUÍDICO E CORPO ESPIRITUAL.
O perispírito é definido como envoltório fluídico porque sua substância não é material no sentido ordinário, mas também não é puramente espiritual. Sua natureza semimaterial decorre de sua constituição a partir de uma substância extremamente sutil, inapreensível aos sentidos físicos comuns, mas ainda pertencente ao domínio da criação material em sua forma mais rarefeita.
Essa condição confere ao perispírito propriedades singulares. Ele possui forma. Possui plasticidade. Possui organização funcional. É um corpo espiritual no sentido rigoroso do termo. Corpo não como massa, mas como estrutura. Corpo não como peso, mas como função. É nele que o Espírito se individualiza no espaço, se reconhece como ser distinto e se expressa como consciência atuante.
LIAME ENTRE ORGANISMO E ALMA.
No estado de encarnação, o perispírito exerce a função de liame vital entre o corpo físico e a alma. Ele é o intermediário obrigatório entre a consciência espiritual e os tecidos orgânicos. Nenhuma sensação alcança o Espírito sem atravessar o perispírito. Nenhum impulso da vontade espiritual se manifesta no corpo sem que o perispírito o conduza.
É por essa razão que se afirma ser ele o verdadeiro órgão sensitivo do Espírito. A dor não nasce na carne. A alegria não se origina no cérebro. Ambas são registradas no perispírito, que recebe os estímulos físicos, os converte em impressões psíquicas e os entrega à consciência. Do mesmo modo, os comandos motores partem do Espírito, atravessam o perispírito e se expressam nos movimentos corporais.
AGENTE TRANSMISSOR DA VONTADE ESPIRITUAL.
O perispírito é o agente transmissor da vontade. Ele funciona como campo de interface entre pensamento e ação. Toda determinação moral ou intelectual do Espírito imprime-se primeiramente no perispírito, moldando-lhe as vibrações, os estados e as disposições energéticas, para somente depois repercutir no organismo físico.
Essa função explica fenômenos profundos da psicossomática espiritual. Desequilíbrios morais persistentes alteram a harmonia perispiritual. Tais alterações, quando prolongadas, repercutem no corpo físico sob a forma de enfermidades, limitações ou predisposições orgânicas. A saúde integral, portanto, não se sustenta apenas em fatores biológicos, mas na sintonia ética e mental do Espírito consigo mesmo.
NATUREZA SEMIMATERIAL E FENÔMENOS FÍSICOS.
A natureza semimaterial do perispírito permite ao Espírito desencarnado produzir fenômenos físicos e manifestar-se no plano terreno. Essa propriedade explica aparições, materializações, efeitos físicos e demais manifestações mediúnicas que, sem o perispírito, permaneceriam absolutamente inexplicáveis.
É nesse sentido que o perispírito foi definido como a chave para a solução de muitos mistérios antigos. Ele esclarece relatos históricos, tradições religiosas, fenômenos espirituais e experiências humanas que, durante séculos, foram interpretados como sobrenaturais ou milagrosos, quando na verdade obedecem a leis naturais ainda pouco conhecidas.
COMPOSIÇÃO A PARTIR DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL.
A substância do perispírito origina-se do fluido cósmico universal, princípio elementar da matéria em todos os seus estados. Esse fluido, ao se combinar com elementos próprios do mundo em que o Espírito evolui, dá origem a um perispírito ajustado às condições vibratórias daquele orbe.
Por essa razão, o perispírito não é idêntico em todos os mundos. Sua sutileza, agilidade e expansividade variam conforme o estágio evolutivo do Espírito e conforme o grau de materialidade do planeta ao qual se vincula. Espíritos mais elevados possuem perispíritos mais etéreos, mais luminosos e menos sujeitos às impressões grosseiras da matéria.
PROCESSO DE DEPURAÇÃO EVOLUTIVA.
À medida que o Espírito progride intelectual e moralmente, o perispírito passa por um processo contínuo de depuração. Essa purificação não é simbólica. É real. Trata-se de uma transformação gradual da substância perispiritual, que se torna mais sutil, mais harmônica e mais obediente à vontade consciente.
Esse processo explica por que Espíritos moralmente elevados não conservam marcas de paixões inferiores, enquanto Espíritos ainda presos a vícios e egoísmos carregam no perispírito as impressões densas de seus estados interiores. O perispírito é, assim, o espelho fiel da vida moral do Espírito.
NOMENCLATURAS E CONCEPÇÕES ESPIRITUALISTAS.
Diversas tradições espiritualistas atribuíram nomes distintos ao perispírito. Corpo astral. Corpo etéreo. Psicossoma. Embora as terminologias variem, o princípio fundamental permanece. Trata-se sempre de um organismo intermediário entre espírito e matéria, dotado de funções sensoriais, energéticas e estruturais.
Algumas correntes defendem a existência de múltiplas camadas corporais, chegando a enumerar até sete corpos distintos. Outras concepções, especialmente no espiritualismo oriental, descrevem o perispírito como portador de centros de forças, responsáveis pela distribuição e captação de energias sutis. Embora o Espiritismo adote uma visão mais sintética, reconhece a complexidade funcional do perispírito e a legitimidade de diferentes modelos explicativos, desde que não contrariem os princípios racionais da observação e da lógica.
CONSIDERAÇÃO FINAL.
O perispírito não é apenas um conceito doutrinário. É uma chave filosófica para compreender a unidade do ser, a continuidade da consciência e a responsabilidade moral que atravessa as existências. Conhecê-lo é compreender que nada no Espírito se perde. Tudo se grava. Tudo se transforma. Tudo caminha, lentamente, em direção à harmonia superior que governa o destino das almas.
"Tudo pode ser igual, mas com você será diferente."
Tudo pode até ser igual com todo mundo, mas comigo será diferente.
Deus de chamou pra ser luz
Nesse mundo escuro de ilusões
❤ aos poucos vou juntando força pra formar meu próprio quebra-cabeça, o amor por mim mesma ❤
No final de uma escuridão, encontrei a luz de um ser que me ensinou a viver. Mãe, obrigado por seus conselhos.
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