Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
Os influenciadores políticos e o risco social
Hoje amanheci lendo a revista Le Monde Diplomatique Brasil, que trouxe uma análise sobre os influenciadores franceses e sua busca por conquistar o público. O texto lembra que, em 2022, a França regulamentou a atuação desses agentes digitais após uma série de escândalos envolvendo golpes aplicados sob a forma de propaganda.
Esse movimento demonstra algo essencial: é preciso regulamentar as redes sociais e, principalmente, a atividade dos influenciadores que utilizam sua imagem para enganar seguidores. O risco aumenta quando o influenciador se converte em político, pois passa a atuar como “político-influenciador”, capaz de produzir tanto melhorias quanto graves prejuízos à sociedade.
No Brasil, esse fenômeno também é crescente. Vemos figuras, tanto à esquerda quanto à direita, que transformam a política em palco para estratégias digitais. Parte desses atores se limita a reproduzir discursos simplistas, muitas vezes baseados no apelo emocional e na baixa capacidade crítica de seus seguidores. Ainda que existam políticos tradicionais, com formação intelectual sólida, há também aqueles que exploram o engajamento fácil e, com isso, conquistam votos apoiados em práticas questionáveis.
Em um cenário global marcado por crises sociais e políticas, a influência desmedida desses personagens ameaça a estabilidade democrática. No caso brasileiro, o perigo é ainda maior quando certos grupos utilizam as redes sociais para atacar instituições, difundir desinformação ou proteger interesses pessoais e familiares em detrimento do bem comum.
Diante disso, torna-se urgente avançar na regulamentação das plataformas digitais, a fim de limitar abusos e fortalecer a proteção da sociedade contra cidadãos travestidos de influenciadores que, longe de promover o interesse público, podem agravar a fragilidade social e política do Estado.
“Entre os extremos da infância e da senescência, ergue-se um risco: a senilidade. Não é destino inevitável, mas, muitas vezes, o reflexo silencioso de escolhas negligentes ao longo da vida.”
Quem primeiro analisa uma nova lei corre o risco de errar primeiro, mas o desafio do intérprete é maior do que o medo do equívoco, pois o Direito nasce do embate das ideias e se fortalece no terreno fértil das controvérsias.
É doloroso demais quando a gente vê ou imagina alguém colocando em risco algo tão bonito como um amor tranquilo, por causa de confusão da cabeça ou do coração. Parece um desperdício — de tempo, de carinho, de tudo o que foi construído com tanto esforço.
Se construirmos mais muros do que pontes, corremos o risco de acumular ignorância em vez de adquirir sabedoria.
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O outro só pode ser FELIZ pela própria conta e risco. Você só é responsável pela sua felicidade, em vão tentará agradar para a qualquer outro felicitar.
Quando o amor transcende...
Ao tempo, ao risco do destino
A eternidade se faz presente
nada muda este rabisco.
A Lua não grita.
Ela aprende a ser pouca
para caber no céu imenso.
Um risco de luz
costurando a tarde,
lembrando que até o incompleto
ilumina.
Enquanto o dia se despede
sem pressa,
ela surge discreta,
ensinando que beleza
não precisa ser inteira
para ser eterna.
Para alcançar harmonia, se faz necessário pensar grande; ao pensar pequeno, corre-se o risco que se afogar em um copo d’água, porquanto se amolda ao insignificante
Fazer o que não pode
ajuda-te a compreender a tua verdadeira capacidade.
Porém, esse risco pode ser um erro fatal.
