Eu Gosto do Risco dos que Arriscam

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– A verdade é que ainda não sei se realmente serei capaz de escrever bem.
– Bom, isso é como nós, artesãos. Não espere perfeição no começo.

Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar.

Às vezes a ignorância é uma bênção, mas prefiro a maldição que a sabedoria traz.

A regra é: geléia amanhã e geléia ontem... mas nunca geléia hoje.

Sabe o que é bom nos corações partidos? É que eles se partem apenas uma vez. O resto são apenas arranhões.

"Mas sabe como é difícil encontrar, a palavra certa, a hora certa de voltar, a porta aberta, a hora certa de chegar." —

Há um porto escondido no coração do viajante.

A solidão significa: sou finalmente um ser completo.

Não tenho as habilidades para explicar as coisas do coração.

O amor nos obriga a fazer coisas por outras pessoas que elas mesmas podem fazer.

A gente aprende a apanhar antes de aprender a bater nos outros.

Quando você crescer, vai perceber que a família não é apenas sangue, são as pessoas que você escolhe.

...Um dia vestido de saudade viva...

Nunca desconfie dos seus instintos de rainha.

Certas pessoas parecem não ter mais juízo que um bebê!

Então por que morrer?

Toda folha de grama tem um anjo que se curva sobre ela e sussura: "Cresce, cresce".

Charlie Brown:"Não existe lugar nesse mundo para alguém invisível. Estou fardado a andar nesse mundo como uma alma perdida".

Com o passar do tempo, foi aos poucos se cansando desse exercício. Começou a achar cada vez mais exaustivas essas tentativas de evocar, de desenterrar, de ressuscitar mais uma vez o que há muito tinha morrido. Na verdade, anos mais tarde, chegaria o dia em que Laila não choraria mais por essa perda. Ao menos, não tanto, não tão constatemente. Chegaria o dia em que os detalhes daquele rosto começariam a escapar às garras da memória.

A Rosa da Imortalidade

Há muitos e muitos anos, em um lugar longínquo e triste, havia uma montanha enorme de pedras negras e ásperas. Ao cair da tarde, floria, todas as noites, uma rosa que conferia imortalidade. Mas ninguém ousava se aproximar dela, pois seus muitos espinhos eram venenosos. Entre os homens falava-se mais sobre o medo da morte e da dor e nunca sobre a promessa de imortalidade. E, todas as tardes, a rosa murchava incapaz de conceder sua dádiva a ninguém, esquecida e perdida no topo da montanha fria e escura, sozinha até o fim dos tempos.