Eu estou
Aceito quem eu estou sendo,
Aceito a situação que estou,
Aceito as pessoas como elas são,
Aceito a vida como ela é,
Para, através disso, me aceitar a mudar.
Quando chamo alguém de ignorante, eu estou sendo mais ignorante ainda por não entender quem eu julgo ser ignorante.
Quando eu penso que o outro vai me julgar pelas minhas escolhas, eu estou, na verdade, me julgando antecipadamente pelas escolhas que eu fizer.
O Criador deu-nos a oportunidade de reparar o dano. Eu estou fazendo a minha parte, e para o bem de todos nós, espero que você faça o mesmo.
E quando eu estou com você, não existe nenhum outro lugar no mundo que eu gostaria de estar. Isto é tudo que eu queria que você soubesse: se eu tivesse a oportunidade de escolher estar em qualquer lugar do mundo, na verdade, eu escolheria estar com você.
Saudade da gente
Eu estou com saudades da gente.
Não de um lugar,
nem de um momento específico.
Estou com saudade daquilo que acontece quando estamos juntos.
Das conversas que começam sem intenção e,
quando percebemos, já tomaram conta do tempo.
Das risadas inesperadas
e daquele jeito que só nós entendemos.
Tenho saudade de nós
até quando ainda estamos aqui,
imagina!
Porque existe uma diferença
entre estar perto de alguém
e estar verdadeiramente junto.
Amo nossa sintonia,
nossa cumplicidade,
A versão de nós
que aparece quando esquecemos o resto do mundo.
É uma saudade que pede presença.
Não é aquela saudade de voltar ao passado.
É a que quer simplesmente
mais um pouco daquilo
que é nosso.
Eu estou com saudades da gente...
Daquilo que somos
quando somos nós dois.
Se você presenciar eu me vitimizando, acredite. Foi muito pior do que eu estou expondo.
Eu cuido para não falar tudo que já passei pois já vi muita gente sucumbir por muito menos.
E não vejo mérito em ser obrigada a ser "tão forte".
Eu estou triste.
tão triste que já nem sei mais onde começa ou termina.
é um cansaço que não passa com descanso,
é um peso que não se explica
só se sente.
eu estou tão triste
que até existir parece esforço demais.
e o mais difícil de admitir
é que não é sobre querer ir embora…
é sobre não aguentar mais ficar assim.
eu estou cansada de estar triste.
cansada de tentar e não sair do lugar,
cansada de sustentar algo dentro de mim
que já não se sustenta sozinho.
tem dias que a vontade não é viver,
é só desaparecer um pouco…
silenciar tudo isso que não cala.
"Enquanto criticam a forma, eu estou focado no fundo: levar valor ao mercado e construir uma equipe de pessoas que também decidiram assumir o protagonismo de suas vidas."
Eu estou andando triste pela madrugada Perdido estou sem saber o que fazer
Eu estou aqui sem voce
Buscando uma razão pra te esquecer
Vejo a lua sempre iluminada
Ae me lembro das nossas noites de prazer
Eu estou aqui sem voce
Será que a gente pode , será que e gente pode
Se rever?
Eu estou fechada em meu mundo. Encontrei a serenidade que eu precisava, o universo disse que eu precisava encontrar...
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Eu estou preparada para tudo.
Cheguei no auge da minha maturidade.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Não sei de todas as coisas
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Nunca saberei
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Mas, se for para tomar decisões, eu já sei como fazer.
Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.
Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.
Porque o fascínio não mente.
O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.
E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.
Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:
O suficiente é luxo.
Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.
Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?
Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?
Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.
Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.
Eu comecei a me enxergar.
Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?
E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.
Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.
Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.
Espaço para o que realmente importa.
E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.
E aí entra algo que muita gente não entende:
Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.
Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.
E se você não entende isso, você não vende.
Mas se você entende… você constrói algo que cresce.
Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.
Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.
E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.
Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.
Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.
Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.
Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:
Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?
Porque existe uma diferença enorme.
Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.
Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.
E eu precisei escolher.
Eu escolhi agir.
Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.
Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.
E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.
Adaptabilidade.
Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.
Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.
Mas existe um preço.
E o preço não é dinheiro. É disciplina.
É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.
E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:
Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.
Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.
Isso é riqueza de verdade.
Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.
Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:
O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?
E mais…
Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?
Porque a resposta disso define tudo.
E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.
Foi um convite.
ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026
Tudo é uma crença, e eu estou sempre acreditando em algo — até quando penso que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito. Não há como escapar das crenças, porque até na tentativa de fugir delas, estou acreditando que estou fugindo. Mesmo quando digo que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito em nada.
A única coisa que eu posso fazer é mudar minhas crenças. E, no fundo, isso também é uma crença: a crença de que eu tenho o poder de transformar aquilo em que acredito. Cada crença que tenho, seja consciente ou inconsciente, muda a minha realidade. Ao alterar essas crenças, mudo não só o que penso, mas também o que sou e como vejo o mundo. E isso, por si só, é um ato de transformação.
Assim, percebo que a liberdade não está na ausência de crenças, mas no poder de escolher quais crenças adotar. O simples fato de acreditar que posso mudar minhas crenças já é uma crença poderosa, capaz de transformar minha perspectiva de vida.
