Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
O meu amor-próprio é como o sol, embora exista dias que ele não brilha eu sei que ele está lá prontinho pra brilhar novamente.
Eu não sei como nem por qual motivo eu me vi cantarolando "Always" do Erasure e pensando nele e querendo, desejando estar com ele e beijá-lo até perder o fôlego. Fiquei aflita com isso, confusa, estranha...Porque meu corpo queima de dentro para fora quando penso nele e parece ser quase impossível conter esse incêndio dentro de mim. Então eu já nem quero fugir e quero é sair correndo para os braços dele e me sinto tão idiota por isso!
Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse: bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias possíveis e projetos até impossíveis. Primeiro, não queremos perder.
Meus poemas morreram,
Assim como eu...
Me perdi neste personagem
E ele me enlouqueceu
Não sei a saída
Será na próxima esquina?
Vivendo ou sobrevivendo,
Nem sei mais, é só uma rotina
Como eu queria mas um beijo, mas um abraço estar ao seu lado, sem precisar pensar no futuro, só no presente.
Ja não consigo sentir mas seu cheiro em minha mente.
E daqui a semanas as lembranças daquele dia já não seram mas presentes.
As vezes o entardecer é mais lindo que o nascer do sol, as vezes o destino é mais precioso que a origem.
As vezes não saber o que sente não é sinomo de falta de amor , as vezes precisamos de mais provas pra saber o que queremos sem sentir mais dor.
Eu não me considero uma pessoa difícil de lidar, mas é que, como diabos eu ia querer ficar com alguém que me impede de voar? Eu sou conhecida pela liberdade que transbordo..
Eu não quero do meu lado um alguém que corte as minhas asas e me diga que não posso voar na imensidão desse céu quando na verdade, o que eu mais posso é poder.
Hoje vou falar o que eu sinto.
Posso inúmerar várias coisas que eu sinto como: solidão, tristeza, preocupação, as vezes felicidade, frio na barriga. Mas não quero falar desses sentimentos ruins.
Saudades absurdas do seu sorriso, do seu lábio que com aquele leve corte me deixava toda vez que a gente se via eu ficava com vontade de ficar te beijando a noite toda,
Sinto um amor extraordinário que por mais que eu não te veja a praticamente Um ano quando você foi embora para outro país esse amor continuou dentro do meu coração!!
Sinto uma enorme vontade de abraçar e não te soltar mais, ficar ali abraçados com o meu rosto no seu cabelo sentindo o seu perfume que me encantou desde a primeira vez que saímos.
Dos nossos jantares a base de vinho onde eu desfrutava da sua companhia adorável, das nossas conversas, do seu toque!
Sinto falta até da sua personalidade forte brigando um pouco comigo, mas acredito que era pra me fazer crescer tanto mentalmente, quanto como pessoa, ser uma pessoa melhor.
Agora eu estou aqui a milhares de distância e eu sei que não poderei te ver por algum tempo e eu to com uma vontade enorme de pegar um avião e ir te ver. Pode ser loucura mas quem quer vai atrás, e por você eu iria até a Lua, até o Sol ou ate mesmo até o infinito desse vasto Universo só pra poder estar com você novamente.
Bom, novamente mais um desabafo.
Parecia que naquele deserto eu sempre era vista como fraca simplesmente por não ser homem... Como mulher, eu havia pedido qualquer autoridade que tivesse.
Em vezes sinto-me incapaz de escrever
eu, que em tantas vezes utilizei estas
linhas como único refúgio possível.
Será que não mais me pertence a intimidade com as letras?
Não se sabote! - me vem à mente
A dor sempre me foi a ponte com a escrita
e agora, em tempos de paz, passo a não me sentir merecedora de tal oásis
Larga disso, doce menina
Sabes tu que este dom te acompanha
mesmo antes de quereres
é o que fica de você para o mundo,
é a sua essência mais bonita.
Venha e se entregue
ao seu mais antigo amor
Seja sempre,
e em todas as vezes que voltar,
muito bem vinda.
Ocidente e Ocidente
quanto mais tempo eu leio como um curioso as obras da academia ocidental e à 'pesquisa', mais eu me torno hostil à intervenção da erudição ocidental branca nos assuntos dos povos colonizados.
não há necessidade de contribuições brancas, ocidentais, questionamentos ou análises em relação ao sul global, povos colonizados ou minorias étnicas.
acadêmicos e professores brancos fetichizam, estetizam e exploram em nome de sua educação, estudos e carreiras.
uma sala de aula ocidental facilitada por um acadêmico branco é um local de violência, não de revolução
"Como eu já havia previsto, a parte mais triste era saber que aquilo tudo se tornariam apenas mensagens sem peso, palavras sem sentidos e lembranças de um amor..."
"Eles me perguntaram como eu sabia se meu verdadeiro amor era verdadeiro." Essa foi a pergunta que me fizeram naquela tarde de verão enquanto eu observava as nuvens passarem lentamente pelo céu. A verdade é que não sabia como responder. Como explicar o sentimento que eu carregava dentro de mim desde que o conheci? Como explicar a sensação de paz e felicidade que me invadia quando estávamos juntos?
Eu poderia ter dito que sabia que era verdadeiro porque sentia meu coração bater mais forte quando ele se aproximava, ou porque as borboletas no meu estômago nunca desapareciam, mesmo depois de tanto tempo juntos. Poderia ter dito que sabia porque ele me fazia rir como ninguém mais conseguia, ou porque sentia que podia ser eu mesma ao seu lado, sem medo de ser julgada.
Mas, naquele momento, a única resposta que consegui dar foi um simples "eu sinto". Porque, afinal, o amor não é algo que pode ser explicado com palavras. Ele é um sentimento tão intenso e complexo que só pode ser sentido, vivido e compartilhado. E, para mim, era isso que fazia meu amor ser verdadeiro: ele era algo que eu sentia com todo o meu ser, algo que me fazia ser uma pessoa melhor e que me fazia acreditar que tudo era possível.
Medo eu tenho vários. Alguns eu ouço como se fosse um aviso, eles me fazem enxergar até onde posso ir. Esses são os medos benéficos.
Já outros medos são como se fossem freios para a minha fé. E é aí que eu acelero mesmo e os deixo pra trás. Vencê -los é o início da vitória.
A clássica pergunta "Como você está?" e a resposta impensada "Eu estou bem!" estão mais ligadas ao nosso estado astral, que pode variar entre alto e baixo. Embora comumente associadas à saúde física, essa conversa inicial também reflete nosso bem-estar emocional e mental. Na verdade, faz pouco sentido questionar sobre a saúde de alguém que está à nossa frente, mas faz todo sentido querer saber como ela anda se sentindo ou seu estado energético e emocional diante dos desafios. Espero que este texto tenha melhorado sua vibe.
Evitando eu o risco, e abraçando o medo como guardião, poderia então estender meus dias nesta existência passageira?
Ou a prudência, por mais justa e, em sua lógica, até sábia, não passará de atraso para a alma, que, sem a travessia da dor, se condena a reencarnar indefinidamente, até que aprenda, enfim, aquilo que a fuga sempre lhe negou?
Eu gosto de ser tratado como o romântico chato
Eu gosto de ser ridículo, absurdo, único e insubstituível
Eu gosto de receber críticas de quem não me conhece
Eu gosto de aventuras inesperadas
Eu amo quem eu sou!
O Amor que não toquei
Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.
Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.
Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.
Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.
Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.
Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.
E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.
“Em pleno 2020 descobri que não amo ninguém, nem pelo menos eu nem sei como é esse sentimento, minha vida inteira não passou de uma farsa pois há vida inteira não consegui nem si quer dizer uma única vez eu te amo há ninguém sendo assim pra quê viver sem nem um propósito.”
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