Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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UM DIA:

UM DIA; Alguem irá se importar comigo,
do mesmo jeito que eu me importo com vocês.
UM DIA: Alguem irá me ouvir,
do mesmo jeito que eu os ouço.
UM DIA: Alguem irá cantar minhas musicas,
do memo jeito que eu canto as deles.
UM DIA: Alguem irá me compreender,
do mesmo jeito que hoje eu os compreendo.
UM DIA: Alguem irá se lembrar de mim,
do mesmo jeito que eu me lembro de todos.
UM DIA: Algue, irá me ver do mesmo jeito ,
que eu os vejo
UM DIA: Alguem irá chorar do mesmo jeito,
que eu hoje choro.
UM DIA: Alguem irá se lembrar de mim,
do mesmo jeito que eu os lembro.
UM DIA: Alguem irá se lembrar que eu existo,
do mesmo jeito que eu me lembro que eles,
existem.
UM DIA: Alguem irá me amar do jeito,
que eu amo você.
E espero que apenas um dia ninguem sofra,
do mesmo jeito que hoje estou sofrendo por ti,
Assim um dia eu possa encontrar alguem que me,
ame de verdade do mesm jeito que eu ti amo.
jack

Os olhos não vêem.
Mas por entre linhas
eu vou além da sua existência.
Do meu lugar secreto,
você é o reflexo
de que o amor
qualquer distância alcança.

Hoje eu vou de los hermanos
Porque a fé me abandonou e eu sou condicional
Sou meio velha e meio moça, procurando sempre uma flor, um outro alguém, um último romance...
Hoje eu vou de Los hermanos e deixa estar pois ninguém é mais sentimental que eu. Mesmo que isso não me torne um cara estranho hoje eu vou de Los hermanos!
Vou me vestir de pierrot pra cantar mais uma canção, vou deixar o verão pra mais tarde, fazer uma nova descoberta e me despir de todo esse azedume
Vou ver além do que se vê e não vou me arrepender por isso pois faltam menos de onze dias pra eu voltar pra casa e hoje, quem sabe, alto aqui do sétimo andar, já não me sentirei mais tão sozinho, hoje eu encontro um par, pois veja bem, meu bem eu serei um vencendor!
Pois é, adeus você que fica e lê que eu vou farrear, a morena aqui, à palo seco, hoje vai de Los hermanos!"

Não é que eu mudei,eu só cansei de ficar em ultimo plano para todos,e em primeiro para ninguem.

Eu gosto de desafios, deve ser por isso que gostei tanto de você.

Eu acreditei tanto em você. E o maior motivo da minha crença não eram as nossas risadas, os nossos carinhos, as nossas tardes de conchinha, as nossas noites de gordinhos, os nossos programas de índio, as nossas viagens de improviso, os nossos segredos contados pelos olhos, as nossas descobertas, o nosso amor. Nada disso era o meu maior motivo. Nenhuma briga resolvida, nenhum ciúme infundado, nenhuma discussão com final feliz, nenhuma manha de menina mimada, nenhuma pessoa que tentou atravessar nosso caminho e não conseguiu. Não era isso que me dava certeza de você. Eu acreditava em você, porque você foi a primeira pessoa que me fez acreditar em mim.

Juro que eu não entendo todas as coisas que você me faz sentir.

Vou desejar o que me cabe. Recolher o que me é dado. Agradecer. Viver. E agradecer. Porque eu já tenho tudo. E que não tenho Deus me dá. Eu já não peço.

Televisão pode até ser uma boa diversão, só não pode ocupar o tempo no qual eu poderia dedicar-me aos meus filhos ou ao meu marido.

Ele sempre diz que fui eu quem o ensinou a amar, mas ele me ensinou algo ainda mais importante. Ele me ensinou a acreditar em mim mesma.

Pacto com a felicidade

De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi: Eu hoje vou ser feliz! Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando...

Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.

Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus. Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!

Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir. Não vou lamentar nem amargar as injustiças.

Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.

Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.

Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.

Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém. Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.

Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.

Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.

E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz!

Antes, eu preferia ver o outro bem do que ficar bem. Agora eu quero pensar nas coisas que realmente me fazem bem.

Ele pega a minha mão e me puxa para um abraço, que eu aceito de bom grado, meu lugar favorito no mundo inteiro.

Se o problema era sua falta, o que eu faço agora que não sinto mais ela? Eu sorrio, eu danço, eu me apaixono por mim mesma, eu sou feliz.

“Mesmo que eu fosse apreciador dos bons restaurantes, não me imagino visitando a cozinha deles. Quando vou doar sangue, não olho para a enfermeira, muito menos para a agulha. O que acontece sob o capô do meu carro é um completo mistério para mim, beira a magia. Deve ser desmistificante para quem não está familiarizado com o processo de criação ver rascunhos, sementes de músicas que frutificaram longe de onde foram plantadas. (…) Natural, há um oceano na cabeça. As músicas, livros, desenhos, gritos, sussurros e silêncios são apenas as ondas que chegam à praia. E as ondas voltam. Sempre. Nunca iguais. Deve ser o que chamam “ponta do iceberg”. Talvez, depois de 25 anos, o resto do iceberg fique mais visível. Talvez não. Há quem diga que a função das palavras é esconder o que sentimos. Eu não digo.”

Oh! não poder eu voar até você, meu bom amigo, e exprimir-lhe, com a minha emoção e torrentes de lágrimas, os sentimentos que agitam o meu coração! Sinto-me ofegante e procuro me acalmar.

É que quando eu não tava legal, te procurava pra ficar bem. Mas e se eu não to legal por tua causa, procuro quem?

Decifra-me.

Eu sou a areia da ampulheta,
O tempo que se vai e não se aproveita,
A água que escorre entre seus dedos,
A vida que definha pelo esquecimento.

Eu sou a areia da ampulheta,
O sonho mal dormido que não teve fim,
O abandonado trocado pelo q é cômodo,
A erva daninha em seu jardim.

Eu sou a areia da ampulheta,
A criança abortada por falta de amor,
O silêncio do inocente perante a dor,
As mentiras ditas na cama ao calor.

Eu sou a areia da ampulheta,
Apenas complicação para sua vida,
Guardado em um canto de uma gaveta,
Deletado como mensagem não lida.

Eu sou a areia da ampulheta,
Metade confuso e complicado,
Metade alegria e tristeza,
O certo para o errado,
O errado para a certeza.

Simplesmente...
Eu sou a areia da ampulheta.
Ou decifra-me!
Ou por favor,
Simplifique e me esqueça.

O cozinheiro sempre sabe tudo sob culinária e eu que não sei nada, fico a admirar as delicias que ele prepara.

A chuva e o telhado, eu sem você!

Estou ouvindo a chuva bater no telhado, sentindo o telhado, a chuva bater, a chuva cair, a lágrima rolar, tristeza, a tristeza chegar, veio mais uma vez, veio outra vez.
Veio me roubar, veio me conturbar, vem como um ladrão vem me roubar, mas você, você nunca vem, como a chuva que sempre volta, eu nunca vejo você voltar!
Feliz é o telhado que sempre espera a chuva, e a chuva é a sua única alegria, a alegria que o telhado vem a sentir, mas eu não consigo sentir você, sem você não tenho ninguém.
Vem ser minha chuva, ser minha única esperança, vem, deixa eu te sentir não seja ruim, seja como a chuva que sempre volta e sempre dá á esperança voltar.
Tempestade de saudade, nem sei mais como seu rosto está, meu desgosto é que vem te mostrar, entra fica dentro de mim, tira sim o meu medo, ser o seu tanto de pena de mim.
Já perdi o medo, perdi a noção do perigo, sem você já até consigo viver por viver, só vivo por você, meu coração bate sem te ter.
Acabou a chuva, vou esperar outra chuva, mas você eu não devo esperar, você não vai voltar, mas a chuva vai o telhado alegrar, ela vai o telhado alegrar!
Ela não vai mais voltar, você não vai me chamar, mas eu vou chorar e ela vai voltar, a chuva vai voltar, o telhado vai se alegrar, eu vou ter minha lágrima rolar.
O romance entre você e eu já terminou, já acabou nosso amor, eu vou embora, pois acabou nosso amor, você me deixou, eu já me vou.
Como devo acreditar, como vou suportar, você tem que me ajudar, eu preciso me aceitar, preciso te deixar, tenho que acreditar.
Feliz é o telhado que espera a chuva voltar, ela vai voltar, ela sempre volta, você nunca volta, ela deixa esperança, você nunca deixa nada.
Não sei, só sei falar de nós dois, só sei que depois que você se foi, não sei mais o que foi, que eu acreditei, eu acreditei na sua volta e na volta da chuva, mas a chuva voltou, você não.
Essa tortura, ela dura, pendura e não tem cura se você não vem, se você voltar, vou curar.
O coração tristonho, cheio de sonho, vai sorrir e se encontrar, não vai mais a lágrima rolar.
Sinto saudades de você, meu fim ainda não teve fim, todo dia meu sofrimento começa de novo, toda vez você vem me atormentar com a lembrança de quando eu sabia pensar.
Não sei mais pois, só penso em nós dois, me lembra de seu cheiro, sua voz e a suave brisa da chuva fina á molhar nosso rosto ao luar, sim nós dois ao luar.
Eu pensei que nunca ia te perder, esperei o amanhecer, só depois percebi que tava sem o meu querer, não tinha como segurar, você deslizou como chuva desliza no telhado.
Se o telhado fica feliz de ver ela, a chuva deslizar e fugir, estou triste de não ter você aqui, e não sei onde está você, mas a chuva está pra cair.
As lembranças de nós dois, recordações de um tempo que se foi, saudade do amor que esteve comigo, e agora não espero porque não vem.
Sem medo, mas com receio me acordei, me deparei com a ausência de você, saudade sabor de desejo, sentido do meu meio ficar só, sem sua metade, mas com saudade.
Não vou mais falar de você, me deixou aqui, se soltou de mim, resvalou minha vida no abismo, que sem saber por um trisco, consegui me salvar, mas voltei á arriscar.
Feliz ta o telhado que sem ter risco, nem arisco precisa ficar, já que a chuva quando vem se divide com a sua metade, e o coitado sempre pensa, com a melhor parte ficar.