Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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- A cinco passos de você -

Eu sou fã deste tipo de filme.
Chorei muito, normal!

Se trata de um casal que tem uma doença que não podem se aproximar um do outro. No mínino, cinco passos de distância. Logo, eles não se tocam.

Mas aí entra o amor... Esta palavra de quatro letras é muito forte. O amor não quer saber do seu estado físico, mental, financeiro, se você é saudável, se você gosta de ficar sozinho, se você tem 5 ou 50 anos. O amor é atemporal.

Ele nunca pergunta quando vai entrar na sua vida. Eles apenas entra. Estou falando de amor verdadeiro. Amor mesmo, só existe um. E quando este amor verdadeiro chega tudo se transforma.

Este casal, Stella e Will, não podia se torcar. Uma infelicidade já que o toque humano é a nossa primeira forma de comunicação desde o nascimento.

No final do filme, Stella disse: "O toque humano passa cuidado, segurança, conforto. Tudo num carinho gentil de um dedo ou no toque de um lábio numa bochecha macia.

Nos conecta quando estamos felizes e nos prepara quando estamos com medo. Nos anima nos momento de paixão e amor.

Nós precisamos do toque de quem amamos quase tanto precisamos do ar.
Mas eu nunca entendi a importância do toque. Do toque dele (Will). Até não ter mais.

Então, se puder, toque! A vida é muito curta para perder um segundo "

Ei, psiu! Você mesmo que me manda indireta… Quer saber um segredo? Eu vejo tudo o que posta pra mim, eu só não curto por preguiça mesmo. Mas continue assim, mandando milhares de indiretas, porque eu gosto. É sinal de que eu ainda continuo rondando em seus pensamentos.

Eu não vou lutar na sua guerra. Eu vou acabar com ela.
(Carol Danvers)

Sinceramente, quem liga pro que eu penso? Pro que os outros pensam? O que importa é o que você acha quando se vê no espelho.

Eu não me importo com o que pensam, com o que falam.
Nomes e sobrenomes para mim não fazem a menor diferença. O que me importa, o que me leva a gostar das pessoas é o que elas levam de verdadeiro do lado de dentro.

A lua nasce para a noite!
O Sol se leventa para iluminar!
Eu nasci neste muito para te Amar!

Se eu não tivesse você não haveria mais nada
Só a aparência de um um homem que nunca pôde ser seu melhor
Se eu não tivesse você, eu nunca veria o sol
Você me ensinou a ser alguém

Toda minha vida você esteve ao meu lado
Quando ninguém esteve me apoiando
Todas essas luzes não podem me cegar
Com seu amor, ninguém pode me derrubar

Eu ouvi nos teus olhos tudo aquilo que você queria me dizer.

À Margem de Mim


Está tudo aqui. Vivo. Latejante.
Eu sei o peso de cada coisa que não fiz, sei a dimensão do caos ao meu redor, sei exatamente o que precisa ser feito.
E, mesmo assim, estou parada.
Imóvel.
À margem da minha própria vida.


É agonizante estar consciente de tudo e, ao mesmo tempo, incapaz de mover um único passo.
Minha mente corre, grita, pede mudança.
Mas meu corpo não acompanha.
É como estar presa dentro de mim mesma, olhando o tempo escorrer pelas mãos que não consigo levantar.


Querer e não conseguir.
Saber e não fazer.
Viver aprisionada em um corpo exausto, sem vida ativa, sem impulso.


O desejo de mudar é real, mas a energia… desapareceu.
E isso corrói.
Corrói de um jeito que palavras mal conseguem descrever.


É um conflito que desgasta, que sufoca, que mata por dentro devagar.
Um silêncio que ecoa mais alto que qualquer grito.
Um cansaço que não é só físico — é existencial.


E a esperança … já cansou.
Já desistiu de tentar.
Não porque queira, mas porque lutar contra si mesma todos os dias também tem um limite.
E o meu, eu já encontrei.


Agora só resta esse vazio lúcido.
Essa consciência cruel de quem vê a própria vida passar, e não tem mais forças para alcançá-la.

O fato de que eu sou um ateu não me faz pior do que você.

INGENUIDADE

Eu ainda acredito em conto de fadas
Eu ainda acredito em amor à primeira vista
Eu ainda acredito em sinceridade
Acredito em amor verdadeiro e eterno
Acredito na Paz
Acredito em uma luta não capitalista
Acredito na amizade sem interesses
Eu sou... Ingênua.
Pura ironia a credibilidade...

Eu sou assim

Uma pessoa de bom coração que não mede esforços quando se trata de você mesmo você querendo nada, uma pessoa que se preocupa ate um ralado na perna que cuida sem pensar em nada em troca, que sempre pensa na felicidade de quem ama do que na dele em si, uma pessoa que não é egoísta, interesseira, mal humorada muito menos cruel ou fria.
Uma pessoa que tem sentimentos que valoriza eles mesmo sendo difícil que se ama se cuida e mesmo assim tem muito tempo para cuidar de quem ama mesmo que ela não peça isso e faz sem querer nada em troca a não ser por um sorriso em seu rosto, parece que não existe esse tipo de pessoa mas elas existem e eu sou assim.

Autor: F.M

Sou muito grato por todas as minhas desilusões amorosas, sem elas eu não teria me tornado completamente apaixonado por mim mesmo.

Eu vivi, eu dormi bem, sonhei ruim.

Que eu possa ser livre para fazer o que me dá prazer! Que eu sempre tenha tempo para as coisas e pessoas que amo! Que eu saiba me entregar, sonhar, recomeçar sempre que necessário! Que eu possa lidar bem com o passado, viver intensamente o presente e deixar o futuro chegar livremente, sem sofrer por antecipação! Que meu universo seja sempre do tamanho dos meus sonhos, nunca menor que minha grande vontade de viver!!!

Agora, vamos ser claros. Eu não a amo, ok? Eu só sinto falta dela quando ela não está por perto, eu penso nela o tempo todo e eu nos imagino um dia correndo um em direção ao outro em câmera lenta, e eu estou um colete de camurça marrom.

Talvez eu tenha um pensamento um pouco retrógrado, mas ainda acho que amor é quando você pensa duas vezes antes de transformar mágoa em munição.

Fred Elboni
Blog “Entenda os Homens”.

Nota: Trecho da crônica "Eu te amo não diz tudo" Link

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Eu costumava ser o relâmpago, antes do trovão

Poema à Mãe

No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...

Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., Os Amantes sem Dinheiro, 1950

⁠Alguém pode parar o tempo um pouco?
Eu sinto que um grande erro aconteceu