Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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O dia em que eu morrer, não chore, apenas ria. Não sorria, ria-se de mim.

"Senhor, hoje eu não peço por mim, mas agradeço pelas vozes que se levantam em meu favor quando não estou presente. Obrigado por colocar no meu caminho pessoas de luz que enxergam o melhor de mim e espalham o bem a meu respeito.
Peço que o Senhor abençoe cada uma dessas pessoas. Que a bondade que elas emanam retorne para suas vidas em dobro. Proteja nossos laços, afasta a inveja, e que apenas o que é verdadeiro e construtivo prospere.
Que eu também saiba ser esta voz que edifica, honrando os outros e espalhando palavras de incentivo e amor pelas costas de quem cruza o meu caminho. Que o mundo seja preenchido com corrente do bem. Amém".


—By Coelhinha

Eu ainda tô aqui… mas não pra sempre.

Eu sei que minha mente não tá bem
Mas não tem por que eu te avisar
Não posso atrapalhar sua vida com algo que posso arrumar
Por isso crio poemas pra tentar me acalmar


Te vendo de tão distante
Sem poder ir até você
Imaginando como seria te ver de novo


Imaginando tua voz pra tentar relaxar
Não vai ser fácil mas preciso aguentar
Você não gostaria de me ver prantos
Pois, toda vez é sempre a mesma história


Cansado de tanto estudar
Desistindo de tudo
Pensando nesse vazio
Fazendo coisas erradas mesmo sabendo


Minha vida não está sendo destruída
A minha vida está ficando vazia
Meu coração já não sente nada por ninguém


Empatia, pouco sinto
Sentimento ruim
Impossível ignorar
Eu não tenho, por que outros merecem?


Em prantos por tudo
O nada é tudo
A luz também é a escuridão
O amor também destrói


Músicas lembrando do passado
Músicas românticas que trazem tristeza
Pessoas falando o que não sentem


Remorso por não ter sido o suficiente
Culpa por sido fraco
Silenciado por mim mesmo
Escrevendo pra substituir a voz


Ignorando o que você diz que mereço
Eu abraçando aquilo que entendo
Eles afirmando o mesmo que você
Eu negando e me isolando de todos


Carregando pesos na areia
Me sufocando com o ar
Sangrando pelos olhos
Me distraindo com coisas fúteis


Deixando você ir embora
Criando desculpas pra não acompanhar
Esperando algo me substituir
Para que possa ser feliz


Andando junto contigo
Quieto fico
Escutando os passos
Ouvindo os carros
Na minha mente, criando histórias


Brincando pra não te deixar sozinha
Fazendo o que não gosto
Deixando de me abrir pra lhe ouvir
Melhor assim


Maluco
Inconsequente
Inútil
Chato


Características me dão
Características me dou
Inacabadas eu sei que estão
Mas as completo com um toque de escuridão

A Flor do meu jardim


Ele era a flor que eu nunca cultivei
Nem mesmo desejei
ou se quer procurei
Mas sem querer me apaixonei

Sabe, eu li algo hoje que dizia que 'tem coisa que termina, mas não acaba'. Pensei em nós na hora. A verdade é que a gente não teve aquele ponto final de cinema, com trilha sonora e despedida marcada. A gente simplesmente ficou pelo caminho, e talvez isso seja o que mais dói: a sensação de que o livro fechou antes do último capítulo ser escrito.
​Você ainda está aqui, de um jeito estranho. Está na música que toca no rádio, no silêncio de casa, nos planos que eu ainda faço por hábito e depois lembro que agora são só meus. Fomos um 'quase' que pesou mais do que qualquer 'para sempre' que já vivi. E, por mais que o tempo passe e a distância aumente, esse canto aqui no meu peito ainda tem o seu nome. Provavelmente você nunca vai saber disso, e tudo bem. Algumas coisas são bonitas demais para serem ditas, e intensas demais para serem esquecidas.

Eu decidi escrever isso, não para te enviar, mas para tirar de dentro de mim. É difícil admitir que a gente não teve um final de verdade. A gente se perdeu entre o que fomos e o que poderíamos ter sido.
Dói pensar que talvez você já esteja vivendo outra história, enquanto eu ainda luto com as sombras do nosso 'quase'. Mas eu respeito o seu espaço e o seu tempo. Não vou te procurar, não vou te falar nada disso. Prefiro guardar o que tivemos como uma relíquia, algo que foi real enquanto durou, mesmo que não tenha durado o suficiente. Você foi a minha melhor 'quase' história, e eu vou carregar essas pegadas comigo por muito tempo.

02/05/2026

Eu amo o quentinho do café em minhas mãos, quando abraço o copo com os meus dedos.

Amo ver pessoas passarem, com seus sonhos, suas histórias e pensamentos.

Perceber que existem muitos mundos nesse mundo e que cada um tem o seu particular.

Quando eu era pequena, pedia pra Deus para pensar sobre o pensamento e a visão de outras pessoas.
Hoje, entendo que Deus nunca me permitiu viver isso do jeito que eu queria. Afinal, como seria dar uma espiadinha em algo tão particular?

Como uma criança pode ter esse tipo de pensamento?

Bom, até hoje não descobri…

Recentemente, decidi não questionar tantas coisas sobre mim. O nível de cobrança tem diminuído um pouco e, com isso, tenho me permitido viver…

E isso tem me feito um bem danado, porque eu tenho percebido coisas sobre mim que antes eu não sabia.
Esse momento também tem me permitido abraçar a Ana que eu já conhecia. E não só a Ana…

A Carol também, aquela que tinha pensamentos peculiares e deveras questionadores para uma criança de 8 anos.

Tem sido interessante esse processo de integração e descobertas.

Ana Caroline Marinato

⁠O medo é o primeiro passo para a liberdade, parece inverso, eu sei, mas acredite, é o portal escuro que, ao ser atravessado, abre o horizonte do impossível.

Meu passado é um espelho cujo reflexo me fere, ainda que eu o quebre, as lembranças de um tempo sombrio permanecerão intactas.

No terrível espinho do pecado eu pisei, mas a verdade que nunca quis ver Deus me revelou. Onde fui temporal, agora sou oceano, onde fui fonte seca, hoje transbordo.

Eu escrevo na esperança de que um dia alguém leia e compreenda esses cacos de mim, sem esse entendimento, as noites de insônia, as crises da minha depressão correm o risco de não ter deixado rastros que valham a pena.

Não posso ensinar nada, porque ainda vivo em construção, minhas certezas são andaimes e meu eu, uma casa inacabada.

Eu escrevo para não transbordar, o papel se torna meu confidente, onde meus pensamentos escorrem em rabiscos que carregam todas as minhas cicatrizes invisíveis, que além de mim, ninguém consegue as ver.

O medo é porta fechada e eu aprendi a derrubar todas.

Quando a dúvida sussurrava, eu respondi com trabalho. A persistência foi meu verbo preferido. Agora colho o silêncio das certezas.

Um dia eu já chorei por perder tudo, hoje choro por gratidão, as lágrimas mudaram de endereço, meu rosto aprendeu outro brilho.

Não busco abrigo, eu o crio, a casa nasceu das minhas mãos, e hoje habito onde antes só soprava o vento.

Eu eu eu
Nós seguramos a verdade que sabemos
Eu eu eu
Irmãos, deixem isso aparecer
Também
Não estamos sozinhos, não estaremos
Um dia se vai, mas hoje
Eu respiro livre
Trícolo—sangue, osso, respiração
Somos irmãos, complexos, conectados
Talvez
Você carrega cicatrizes, eu carrego lágrimas
Mas permanecemos juntos, enfrentando medos
O tempo acaba, momentos se passam
Irmão mais velho aqui
Tempestades, raios de sol
Noite e novos dias
Ainda assim, estamos aqui, rastreando e caminhando
Eu sou seu irmão mais velho
Irmãos, de mãos dadas
Amarrados por este trovão
Não planejamos
Eu sou seu irmão mais velho
Liderando, aprendendo todos os dias
Algum dia, algum dia, iremos
Mas não hoje
Eu eu eu
Nós seguramos a verdade que sabemos
Eu eu eu
Irmãos, deixem isso aparecer
Nenhum de nós é para sempre
Nenhum de nós fica
Todos nós vamos morrer
Mas brilhantes são esses dias
Eu digo, canto, e quero dizer isso
Eu eu eu
Ainda juntos, mesmo com a passagem do tempo
Eu sou seu irmão mais velho
Irmãos, de mãos dadas
Amarrados por este trovão
Não planejamos
Eu sou seu irmão mais velho
Liderando, aprendendo todos os dias
Algum dia, algum dia, iremos
Mas não hoje
[Eu eu eu
Nós seguramos a verdade que sabemos
Eu eu eu

A disciplina foi o músculo que treinei, quando nem eu acreditava, a prática falou, agora o corpo do ofício é robusto.