Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Ultimamente eu ando assim; Assisto programas que não me interessam, escuto musicas que não gosto, frequento lugares que odeio, e faço coisas que não quero. Vivo uma vida paralela, faço um outro papel, visto a melhor roupa, coloco um sorriso no rosto, saio por ai e tento mudar completamente pra saber se as coisas também mudam. E por mais que eu tente, uma hora o programa termina, a musica chega ao fim, os lugares fecham, a alegria acaba. Então eu volto pro meu mundo, sem roteiros, sem ensaios, com um pouco mais da parte de mim que eu fujo pra esquecer das coisas que não valem a pena ser lembradas. Mas é inútil. Eu sempre acabo me encontrando nessas fugas.
E se eu pulasse de um penhasco?! Mas o tal não fosse demasiadamente grande para acabar com as incerteza, não seria uma solução e sim a causa de um espaço sem preenchimentos, de dor e tormentos sem fim... Foi ai que resolvi doar-me e percebi... Sorrir.
E eu agradeço a tristeza que tive pois hoje reconheço a alegria que me cerca e tenho certeza que mesmo morando em uma choupana nada iria mudar, não é externo e passageiro e sim o que vem de dentro pra fora....é duradouro e verdadeiro!
Ela é um anjo, tem até asas, só são invisíveis aos olhos humanos, mas de uma certa forma, eu consigo vê-las.
Raio e trovão representa a minha grande pertubação. Já não consigo mais...Talvez com paz, eu ganhe essa luta. Agora pego minha espada que o trovão me deu, quem estiver errada, não espere nenhum esforço meu.
Trabalhei tanto...para uma avaliação muito importante...mas não me avaliaram...o que eu ganhei??? EXPERIÊNCIA SEMPRE!!!ISSO É MARAVILHOSO!!!!
Sonho genealógico
Era uma noite de verão, estava quente e eu dormia.
Alguns instantes após comecei a sonhar e o que sonhei agora relato.
No sonho eu estava em minha própria casa revirando compartimentos e gavetas em busca de documentos que me permitissem convergir para o meu passado.
Queria descobrir o nome de meus bisavôs e trisavôs, etc. Contudo todo meu esforço era vão. Subitamente minha mãe apareceu no sonho e explicou-me que os papéis aos quais eu anelava estavam na antiga casa de meus avôs, naquele sitio onde passávamos todos os anos-novos.
Despedi-me da minha mãe e corri com afinco e esperança para a casa mencionada; enfim eu desbravaria minhas origens. Naquela paisagem onírica a casa estava tão bela quanto era na realidade - claro que minha mente usara minhas antigas lembranças para arquitetar aquele sonho - e toda uma atmosfera nostálgica pairava por sobre as arvores, a casa e os animais. Quando atravessei os umbrais da casa deparei-me com uma montanha de papéis amarelecidos atirados sobre os cômodos e o chão enquanto outros estavam fixados ao teto, como se a casa já estivesse a minha espera.
De repente ajoelhei-me sobre aqueles documentos e no primeiro que pus as mãos li o nome e o sobrenome do meu bisavô materno. Meus olhos pareciam não acreditar no que estavam lendo, parecia um sonho dentro de outro sonho. Eu descobriria tudo, tudo o que sempre ansiara para descobrir.
Tomado de euforia e já rascunhando e esquematizando minha arvore genealógica senti com se meus sentidos estivessem me abandonando, suave e perversamente eu acordava chocando-me com a realidade, a triste realidade onde estou perdido em um emaranhado de dúvidas que se conectam a outras dúvidas numa teia infinitamente colossal.
O golpe de misericórdia veio quando recobrei a consciência e lembrei-me que eu jamais encontraria essas respostas na casa de meus avôs, porque ela não passava de cinzas. Em futuro algum eu decifraria meu passado.
Minhas raízes sempre desapareceriam um pouco além dos meus pais, como se minha família tivesse surgido a pouco mais de cem anos nesta terra anciã, consumidora de vidas, algoz de todos os séculos.
Somente os sonhos trazem o que a realidade se nega a revelar.
Toda vez que me deparo com sua imagem eu me apaixono diferentemente dia após dia;
E nada esconde esse desejo de te ter aos meus braços pensando em te oferecer um poema no qual eu recite com o eco os meus sentimentos a você;
Deixe-me te encontrar para descobrir o seu eu com requinte de um romantismo suave, mas verdadeiro para iniciarmos uma linda história;
Que culpa eu tenho se o coração pede pra eu ir atrás só mais uma vez? Pra eu ligar só mais uma vez? Pra eu tentar só mais uma vez? Me diz, amigo, como é que eu faço pra esse ´só mais uma vez´ deixar de acontecer várias vezes?
Eu já sabia qual era o final daquele livro, já o tinha lido a algum tempo atrás. Mas, por algum estranho motivo, decidi que queria viver tudo aquilo por mais uma vez. Não havia muito sentido no que eu estava fazendo, afinal, eu já sabia como as coisas iriam terminar, e o desfecho daquela história não era um dos mais felizes, mas, de certa maneira, apesar de tudo aquelas páginas conseguiam me fazer sorrir... Talvez fosse isso... Elas me faziam sorrir...
Aprendi que eu posso caminhar sozinho.
Aprendi que sozinho se pensa.
Aprendi que as pessoas não toleram a solidão, mais tudo isso não quer dizer que eu seja uma pessoa solitária.
Muita gente vê a beleza do ser humano pelas vestes, pela bela maquiagem ou pelo foto shop. Eu vejo pelo caráter ou pela sublime forma de viver.
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