Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

Cerca de 568978 frases e pensamentos: Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

A vida é finita, mas a responsabilidade é infinita: o que fazemos ecoa no mundo que entregamos aos outros.

Deus tem um plano maravilhoso para sua vida, principalmente se você gosta de sofrimento gratuito, injustiça arbitrária e mortes prematuras.

No fim, o niilismo não é vencido por argumentos. É vencido pela vida insistente, teimosa, que continua importando apesar de todas as teorias que dizem o contrário.

Niilismo é a masturbação intelectual de quem descobriu que a vida não tem manual de instruções e decidiu que, então, não vale a pena jogar o jogo.

O niilista que cultua o nada é o maior dos hipócritas: ele cospe na vida enquanto usa o oxigênio dela para reclamar.

A normalidade é o cemitério da inteligência. Se a sua vida não tem um toque de estranheza, você está apenas repetindo um roteiro escrito por mentes medíocres.

O ego é um vigia noturno que acredita ser o dono do prédio. Ele passa a vida trancando portas, sem perceber que o que ele mais teme já está do lado de dentro.

O sentido da vida não é revelado por revelações místicas; é construído na sola dos nossos próprios pés.

A humanidade é o único erro biológico que gasta bilhões tentando encontrar vida inteligente em outros planetas, simplesmente porque não consegue encontrar nenhuma por aqui.

Se a vida te der limões, jogue-os nos olhos de quem te deu essa frase motivacional idiota. Ninguém faz limonada com o peso do mundo nas costas.

O sentido da vida é para a frente, mas o meu GPS existencial está recalculando a rota há dez anos.

A vida é curta, confusa e cheia de pessoas muito confiantes sobre coisas erradas.

Religião promete paraíso após a morte porque sabe que na vida real só entrega culpa e dízimo.

O niilista não se mata porque, no fundo, ama demais a vida para abrir mão do sofrimento que o define.

Niilismo é negação da vida disfarçada de filosofia profunda.

O niilista ama o nada tanto que dedica a vida a espalhá-lo.

Niilistas são vampiros existenciais: sugam o sentido da vida alheia.

Religião promete vida eterna; ciência entrega vida melhor agora, uma escolha óbvia.

O niilista odeia a vida tanto que vive para odiá-la.

Niilismo é luxo: pobres lutam pela vida, ricos questionam seu sentido.