Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer."

O surf pra mim é como uma obra de arte:
o mar é o papel,
a prancha é o lápis e
eu sou o artista!

Não adianta, eu não acharei alguém como você, você foi incrível demais para se tornar substituível.

Se me falarem ''Te odeio'', eu levo isso como inveja, porque ninguém odeia por nada, sendo que nem me conhece.

A minha melhor vingança foi sempre sorrir como se eu nunca tivesse sido magoada.

Eu não sei se você entende que se pode fazer poesia apenas arranjando bem as cores, assim como se pode dizer coisas reconfortantes com música.

Vincent van Gogh

Nota: Trecho de carta à irmã, Willemien van Gogh, escrita em 12 de novembro de 1888.

Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Eu acredito em Deus, mas não como uma coisa, não como um homem velho no céu. Acho que o que as pessoas chamam Deus é algo que está em todos nós. Creio que Jesus, Maomé e Buda e o que todo mundo disse é verdade. Simplesmente as traduções deram errado.

Se eu fosse a chuva será que poderia unir meu coração ao de outro alguem?Assim como ela une os distantes céu e terra...

Amor como é que eu posso te esquecer
Se toda canção que toca me lembra você
Tantas vezes eu tentei mas não consigo
Meu coração insiste em dizer
Te amar é preciso

Você me acostumou com seus carinhos
Abraços e beijinhos meu amor
Minha vida sem você não faz sentido
Você me acostumou com seu calor
Você me acostumou com seus carinhos
Abraços e beijinhos meu amor
Minha vida sem você não faz sentido
Você me acostumou com seu calor

Sou um peixinho fora d'água sem você
E não demore, volte logo bem querer
Sumiu por quê?
Venha me ver
Minha alma gêmea é você

Minha mãe dizia que eu era como a água. A água abre caminho mesmo através da rocha. E diante de algum obstáculo, ela encontra outro rumo.

Memórias de uma gueixa
Filme “Memórias de uma Gueixa” (2005).

Não há como convencê-la de que isto não é mais um truque deles, mas não importa. Eu sou eu e não sei quem você é, mas te amo.

Eu sou incapaz de agir como ser humano.

O verdadeiro motivo da sua Inveja é que você não é feliz como eu sou, não possui o que eu possuo, não é o que eu sou e não vive a minha vida!!!

Me diz, como eu não me apaixono? Estou apaixonado por você, não sei como parar, estou louco por você, garota. Você me faz bem, você é o motivo para eu ainda estar aqui, nesse mundo cruel, que eu nunca me dou bem, com você não é diferente...

Meninas bonitas como eu, esnobam caras como você. É quase uma lei, você não foi execeção

Quem me odeia
é porque não pode ser como eu,
ou não consegue ser meu.

Todo dia eu consigo lembrar perfeitamente o jeito como você dizia “eu te amo” pra mim. Eu lembro como se fosse ontem. E isso machuca.

A tolerância é o que faz pessoas como EU conviverem com pessoas como VOCÊ.

Enquanto você paga de gatinha, eu me garanto como felina, porque não basta só miar, tem que saber arranhar.