Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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Eu amo a vida, porém acredito que muitos como eu já em algum momento sentiu o desejo de reescrever á própria história, seria possível fazer correções?

Como passar uma borracha naqueles momentos que sentimos que falhamos como redigitar o que já foi escrito, como reprogramar, seria de fato necessário fazer isso?

Eu diria, não, da mesma forma que os acertos nos proporcionam experiências valiosas, os erros também, eles nos leva a refletir sobre o que seria considerado importante para uma existência no intuito da reeducação, criar a possibilidade de formarmos valores, e especialmente de reconhecer as causas negativas de um erro.

Somos eternamente crianças em meio a uma existência onde estamos continuamente apreendendo, e reaprendendo a existir.

Inserida por JorgeBarbosa

Eu nunca levei uma cantada na minha vida, nem sei como reagir direito! Sou uma garota tímida, modesta e recatada! Este mundo é demais pro meu coraçãozinho!

Inserida por pensador

[Perguntado como ia sua mulher]
Comparada com o que ?

As bolsas, como os aviões, são cem por cento seguras. Todo avião que sobe desce.

O Brasil é como uma mulher mal vestida, mal amada e mal comida. Precisamos baixar, em vez de decretos econômicos, um decreto afetivo em relação ao Brasil.

O prazer imediato é como elixir paregórico, é vendido em doses escassas prometendo alívio, mas oferece um pobre e insignificante barato que deixa uma tremenda queimação no estômago.

O primeiro sucesso é como Colombo chegando à América: uma emoção que não se repete.

O pior nos médicos é que olham para nós como se não fôssemos nós mesmos.

Regozijamo-nos com a repentina fortuna dos outros, como se nos tivesse sido roubada alguma coisa.

Não é feliz quem não se considera como tal.

A decisão carece dum espírito de mestre; e é incomparavelmente mais fácil atuar tal como se é, do que imitar aquilo que se não é.

Existem pessoas que economizam a sua inteligência, como outras o fazem com o seu próprio dinheiro.

Há enganos que nos deleitam, como desenganos que nos afligem.

Numa epidemia a morte é desvalorizada. Porque se não desvaloriza no nosso quotidiano, que é como se houvesse também uma epidemia, embora ao retardador?

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Escrever, Bertrand, 2001

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

A propriedade enobrece a posse, assim como o casamento enobrece o prazer físico.

Supor, como todos nós fazemos, que podemos ficar ricos sem nos comportar do modo como se comportam os ricos é como supor que podemos beber todos os dias e permanecer sóbrios.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Se as coisas fossem como gostaríamos que fossem, mesmo assim as pessoas continuariam a queixar-se de que já não eram como dantes.

Um livro é como um espelho: quando é um macaco que se olha nele, não pode ver reflectido nenhum apóstolo.