Em paz comigo mesmo: frases que irradiam autoestima e leveza
Fiz um pacto comigo mesmo: sempre que houver motivos para eu achar que o meu amor por você está acabando, prometo, com todas as minhas forças, lembrar os motivos que me fizeram um dia lhe amar!
Pedro Marcos
Eu gosto de estar na presença dele. Mesmo que ele não fale comigo, mesmo que ele não me olhe, mesmo que ele nem saiba que eu existo. Eu o amo. Convivi com ele tempo o suficiente para ter certeza disso. Me conheço plenamente para ter certeza desse sentimento.
e para ser honesto comigo mesmo
eu preciso te dizer que eu sempre soube de cada defeito teu, e que mais para frente isso seria um problema.
mas o que eu realmente gostava era daquela sensação de poder sentir tudo aquilo com alguém.
O meu encontro pessoal com Jesus Cristo aconteceu quando eu me encontrei comigo mesmo e percebi que tudo que eu julgava nos outros era, na verdade, tudo que eu era. E tudo que eu apreciava nos outros, era apenas reflexo do que eu julgava de bom em mim. Caí por terra e chorei amargamente, quando constatei que as pedras que atirei nos outros me foram devolvidas com a mesma intensidade que eu as havia jogado. Da minha própria autoria, Ritinhascj ou Ritinha do Sagrado Coração de Jesus
Eu estava frente ao espelho e, brincando comigo mesmo eu disse para meu reflexo.
-Nossa que lindos olhos você tem.
E novamente ainda brincando o reflexo me respondeu.
-É que eu estou olhando pra você.
eu me sentava e escutava histórias de amor de todos, e eu ficava pensando comigo mesmo: “Onde está a minha?” é*
Eu não quero alguém que esteja sempre ao meu lado. Eu quero alguém que esteja comigo, mesmo quando estiver do outro lado do mundo!
Eu ser católico são dois polos que me deixa quase em contradição comigo mesmo:
Eu tenho muita coragem para defender a minha fé, tenho coragem para vestir a armadura, tomar a espada e me dizer como "soldado da fé".
Mas tremo os dentes quando parte desse grupo chamado "humanidade" chega em mim e me diz: "precisamos de você".
O bom é que a coragem vem da alma e a alma é a mais plena comunicação com Deus!
Sabe o que eu quero? Eu quero é fazer as pazes comigo mesmo, com minhas preocupações, com meus desesperos, e principalmente com minhas expectativas pra o amanhã. Porque no fim, todos os nossos planos e desejos fazem parte de uma eterna e cansativa corrida. Me acostumei, porque sou especialista em não terminar coisas. As séries estão pela metade, as Playlists também. Só quero é me deitar e esquecer - nem que seja até o momento de dormir - todas as minhas preocupações. E que hoje, só por hoje, a ansiedade não seja meu travesseiro.
Primeiro eu preciso aprender
lidar comigo mesmo;
Depois disso, pode ser que eu
consiga agradar as pessoas um
pouco mais.
Todo dia eu acordo e começo uma luta comigo mesmo, e ela só termina ao final do dia, sempre com derrota da minha parte.
A única dívida que tenho é para comigo mesmo, por ter me submetido a certas situações em que eu nunca mereci. Meus erros são fruto de um passado que não definem o presente. Quem discordar disso não fará parte do meu futuro, pois estou me livrando de tudo que me prende e me atrasa. Me boto, pela primeira vez, em primeiro lugar.
Tem horas que eu não
tenho paciência nem comigo
mesmo, equando isso me
acontece, eu mal me suporto.
Às vezes, eu me encanto comigo mesmo.
Fico pensando como eu reagiria se visse alguém igual a mim.
Hoje, por exemplo, depois de um dia inteiro de trabalho,
dirigi até um igarapé, pulei da ponte e me diverti sozinho.
Vivo cantando e sorrindo enquanto dirijo.
Passei por uma fazenda e conversei com Jesus.
Depois, brinquei com os amigos.
E então, ao voltar para casa,
vi alguns garotos brincando de pular corda na rua.
Parei a moto e fui brincar com eles.
Ficaram extasiados por eu ter pulado tanto.
E eu pensava naquela frase famosa:
“Posso fazer isso o dia todo.”
Se eu visse alguém fazendo isso com crianças na rua,
eu também ficaria encantado.
E acho que é bom se encantar consigo mesmo.
Porque eu poderia estar morto,
mas Cristo me deu vida.
E viver é uma roupa que me cai bem
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
1629
"Sempre fui casamenteiro (também e principalmente) comigo mesmo. Quando namorado, eu não me conformava em ter que me despedir para voltar, geralmente, na semana seguinte. Isso me atormentava e eu queria logo casar ou morar junto!"
