Eu Amo Minha Família
Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.
A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.
QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello
Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?
Sim, nossos pais têm que ser tudo para nós.
Namorados (as) vêm e vão.
Filhos vêm e vão.
Amigos vêm e vão.
Enfim, pessoas vêm e vão.
Mas os pais não irão, somos nós que iremos. Mas, quando voltamos, eles estão lá para nos receber.
Conheço empresários negacionistas que se dedicam mais aos negócios do que aos filhos e tendem a culpar o Estado pela envolvência dos filhos com drogas.
"Educar, é amar os seus filhos, e prepará-los para pensar, de forma a enfrentar o mundo. Adestrar, é amar os seus cãezinhos, é não deixá-los pensar, para seguir apenas as suas ordens. Simples assim!"
"Ajude a modificar o mundo. Eduque seus filhos, de forma a fazê-los compreender, que pequenas coisas, podem ser grandes conquistas. Não ensine-os a apequenarem as pequenas, grandes coisas."
"Pais negligentes, que criam os filhos em ambientes instáveis, violentos, abusivos, cheios de bebida e de drogas, ajudam no desenvolvimento de filhos delinquentes."
"Se todos cuidassem e educassem seus filhos com amor, respeito e responsabilidade, este mundo seria um lugar melhor."
"A negligência dos adultos ao vício rouba a infância dos filhos. Expor uma criança em um ambiente de bebida dentro e fora de casa não é lazer nem passeio; é ensinar a ela, desde cedo, que o caminho da própria ruína é algo normal."
"Pais que fazem promessas aos filhos, sem qualquer intenção de cumpri-las, banalizam a mentira e criam um Pinóquio piorado; não cobrem deles depois."
Reserve tempo para brincar com seus filhos enquanto são pequenos. Construa memórias que durarão a vida toda.
Abraão deixou um importante ensino: Que o maior legado que se pode deixar para os filhos é a FÉ EM DEUS!
Deus O escolheu para ser o pai de muitas nações e povos, justamente porque sabia que Abraão transmitiria a verdade de que sem FÉ é impossível agradar a Deus.
Nascidos da convergência cósmica entre o infinito e a poeira, os Nefilins — filhos híbridos dos Vigilantes — carregam nas veias o peso do Céu reprimido e o abismo da Terra: sombras sagradas que lembram ao universo que nem toda queda é uma ruína, e nem toda divindade busca a luz.
Reno Fioraso
Se até os pais tem inveja dos filhos ou ciúmes, imagina os irmãos ou os tais amigos, colegas ou conhecidos, na verdade ninguém quer ver o seu progresso, ninguém quer ver a sua felicidade ou conquistas, porque os próprios são infelizes e muitos são ingratos com quem tem, seus corações são obscuros e negativo, esses invejosos tiveram a mesma chance " O SOL NASCE PRA TODOS " mas jamais você terá amigos, pais e irmãos.
Seja seu próprio amigo e guarde segredos do que vai fazer ou prestes a conquistar , não dívida com ninguém sua vida, suas felicidades, só você terá seu próprio orgulho, faça tudo em agradecimento a Deus.
Educa teus filhos para a nobreza de servir, não para a vaidade de serem servidos; adultos, honrarão os que servem, servindo também.
O Brasil acolhe todos os imigrantes! Atitude louvável! Mas tratar estranhos como filhos e filhos como estranhos é muito estranho!!
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