Eu Amo Minha Família
Ganhava bem, reclamava pouco e conversava com as crianças. Ele só não gostava de ser incomodado quando lia seu jornal, quando dormia até tarde e quando descansava depois do almoço, e desde que seus chinelos permanecessem em paralelo ao pé da cama, que seu café fosse servido quase que fervendo, que não houvessem natas no leite, que as crianças não corressem pela casa, que as almofadas permanecessem na diagonal (...) e que os banheiros cheirassem a eucalipto, ele não exigia demais.
Tenho vontades
Tenho saudades
Tenho temores
Tenho tremores
Vontade de viver, de rir
Saudade de meu Pai, Saudades da velha Isaura que passava roupas com ferro a brasas, de minha Avó Idalina...
Temor de perder, de esquecer...
Tremor de frio, de alegria, de vontades.
Momentos reflexão
Meus critérios de vida estão calcados no emocional, na espiritualidade recebida do Pai Maior, "Deus". No amor, e na sensibilidade.
Não vejo nenhum mérito os quais sobrevivi, fazendo o auto julgamento.
Mas em análise de épocas diferentes, está nítido o antes e o depois; òbviamente a minha percepção perante os acontecimentos vividos até hoje, retrata uma experiência única e gratificante.
Tenho percebido claramente, uma tentativa de recuperar valores essenciais à minha lógica de vida.
Sendo super sensível, amiga, às vezes um pouco saudosista, outras alegres e divertida.
Adoro conviver com "amigos" os quais me sinto bem, principalmente com pessoas que nos estimulam a uma convivência proveitosa, tanto culturalmente, como socialmente e principalmente a um relacionamento de paz e muito carinho.
04/2005 Elaine Rezende
há dias, recebi a noticia que um filho está sendo gerado dentro de ti, na minha cabeça um turbilhão de sentimentos, vontades e desejos veio a tona, aquela dúvida da certeza, aquela certeza que doi mais que a dúvida, Nosso fruto de muito amor, porém proibido... sendo cultivado por outro lar...
TIMONEIRO VIAJOR
Sublime impulso divino, evoca ternura inefável
O véu do passado se rompe, à sombra do vento eclodir
Estrela guia de amor, fulgente persona notável
Doces memórias suplantam, pungente saudade a ferir
És pássaro livre a planar, garbosa aquarela em coral
És peixe no horto do éden, da cor do amanhecer
És poesia e viola matuta, de afeição passional
És harpa do chamamé, polca e rancheira a tanger
És pai, avô e marido, sogro, amigo e irmão
És vida pura do campo, um vale de águas corrente
És crepúsculo de aurora e ocaso, e noites de solidão
És sacra capela, és fé, oração em suplício presente
És zelo com o bioma, apogeu de justiça e beleza
És o colosso no ofício, o próprio toque de Midas
És a estância olvidada, esplendor que raia tristeza
Gravura de dias felizes, de juventude esquecida
Inelutável sentir sua falta, quando tudo memora você
Dispõem cicatrizes latentes que manam de fados velados
Afeto insurge aos olhos, entranha à alma e a gente não vê
Prenúncio de alegre delírio, de retro visor encantado
Caro me custa aceitar, a dor que desatina e abrasa
Nutre em mim um rancor, do romper do negro manto
Inverno transpõe primavera, e como abrolho o amor arrasa
E de ti, atroz outubro, ódio e ira se comuta em pranto
Sigo perene tormento, atos de mancebo penitentes
De entender-me ser feliz, com refutada tardança
Quisera dispor novos azos, rogo ao onipotente
Qual pólen ao pé da flor, junto a ti uma criança
O vento desnuda a flora, ramalham as folhas no ar
Liras quimeras esvaem, no desabrochar da aurora
Espuma das águas do flume, se dissipam no mar
Só o amor não consuma, essência divina de outrora
Oh! Meu Deus, perdoai! Bradei Senhor em devaneio
Profanei em sonhos de ventura, cantos de vã melodia
Ao sorver o agre do fel, e me ver amputado o esteio
Senti brumal despedida, transverter em cruel nostalgia
Mas o âmago da criação, de amor e eterno luzir
Face ao lampejo dos círios, fez fulgurar minh’alma
Levou-me o coração desvairado, fez desalento exaurir
Embucei o meu prantear, me fartei de saudade calma!
Agradeço ao Arauto de paz, o privilégio auferido
A progenitura afetiva, fruto de nobre etnia
Âncora na tempestade, secular precetor erudito
Comandante de sua estirpe, estrela de epifania
Prateado céu da idade, dourada índole jubilosa
Prematura ceifa no jardim, orfanando frutos nativos
Dissipando eflúvios de amor, ofuscando áurea luminosa
Recôndita presença ditosa, prelado de olhar cativo
Cruzastes trilhas e montes, trechos unidos cursamos
Novos nautas te escoltam, no cosmo que ora senda
Marchamos prantivos por ti, segues como estamos
Padece quem fica aqui, sofre mais quem se ausenta
Perde sua descendência, patriarca de exímia essência
Esmói coração em estilhas, pedras e espinhos a calcar
Mas logra anjo de luz, astral de aurifulgência
Pedras lajeiam o caminho, espinhos são rosas a brotar
Protetor celeste supremo, converto em prece o recital
O rogar do peito extravasa: Envolve em manto sagrado!
Consente regaço luzente, esplandece a rota do naval
Bênçãos em teu recomeço, no lar de etéreo estrelado
Destas veredas ao certo, segues zelosa oração
Que eternamente versaste, aos filhos teus com ardor
De amparo, alento e carinho, bonança e sublimação
Com excelsa fonte de fé, dossel de alvo resplendor
Em sacra vigília de guerra, iminente corona a raiar
Deus recrutou ao flagelo, soldados de sua falange
Nosso anjo da guarda, convocastes a batalhar
Em coro os céus regozijam, a família do eleito plante
Capitão meu capitão, o bom timoneiro viajor
Aguardo ansioso o dia, do reencontro fraterno
O brado da proa da nau, ”rema meu remador”
Te amo hoje e sempre, meu amigo paterno
Edson Depieri
https://www.edsondepieri.com/
Sem arrependimento, nem o melhor dos homens pode ser salvo.
Mas havendo arrependimento genuíno, até o pior dos pecadores recebe salvação nos braços do Pai.
Marcaram-me com o gosto das suas vidas,
tais quais haverei de senti-las sempre,
um tanto quanto foram para mim
o dorso e a mente,
o calor e a sombra fina.
Há esmeraldas nos seus olhos,
e dizem pouco às suas virtudes.
Adornam suas faces e modelam seus corações.
Do necessário que se tem para viver
percebem ainda,
ter de tudo para doar.
A adoração e o louvor são tão importantes quanto a oração. Pois enquanto a oração faz com que tenhamos intimidade com nosso Pai, a adoração e o louvor fazem parte do nosso relacionamento com Ele, onde reconhecemos a Sua grandiosidade. E é um prazer imenso dedicar nosso coração inteiramente ao Pai, totalmente rendido a Ele.
Esta é uma oração escrita pelo general Douglas MacArthur, um militar e escritor estadunidense, destacado comandante do exército americano durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Senhor, dá-me um filho que seja
bastante forte para saber quando é fraco
e corajoso o bastante para
enfrentar a si mesmo quando tiver medo;
um filho que seja orgulhoso e
inflexível na derrota inevitável,
mas humilde e manso na vitória.
Dá-me um filho cujo esterno não esteja
onde deveria estar a espinha dorsal;
Um filho que te conheça e que
saiba conhecer-se a si mesmo,
que é a pedra angular do saber.
Guia-o, eu te suplico,
não pelo caminho fácil do conforto,
mas sob a pressão e o aguilhão
das dificuldades e dos obstáculos;
que aprenda a manter-se ereto nas tempestades.
Dá-me um filho de coração puro e objetivos elevados;
um filho que saiba dominar-se
antes de procurar dominar os outros,
um filho que aprenda a rir,
mas que não desaprenda de chorar;
um filho que tenha os olhos para o futuro,
mas que nunca esqueça do passado.
E depois que lhe tiveres concedido todas estas coisas,
dá-lhe, eu te rogo, compreensão bastante
para que seja sempre um homem sério,
sem, contudo, se levar muito a sério.
Dá-lhe humildade, Senhor,
para que possa ter sempre em mente
a simplicidade da verdadeira grandeza,
a tolerância da verdadeira sabedoria,
a mansidão d verdadeira força.
Então, eu, seu pai, ousarei murmurar:
“Não vivi em vão!”
Quem diria, que um dia me veria, aqui nessa ansiedade, inexplicável felicidade, amor que não cabe no peito, que transborda, que faz de mim um novo sujeito, não teve jeito, não nego, me entrego, o tempo todo a espero, não me contenho, a imagino, a desenho, em meus pensamentos a tenho, minha princesa, minha vida, minha linda filha querida, ah se possível fosse, faria a ela um poema, um poema chamado Helena, só para dizer que a amo, só pra dizer o quanto eu a amo, só pra dizer a ela: Minha linda, minha pequena, amada Helena, te amo.
Há algo sutil e sublime quando a gente tem um filho. Algo indescritível, que só quem passa por essa experiência é capaz de entender. Nossos medos e anseios trazem em nós resignação. Assim, sem notar, lançamos um olhar sobre nós mesmos e percebemos como somos tolos, nossos problemas tão insignificantes. Eles nascem e fazem de nós pessoas melhores. E cabe a nós, então, a responsabilidade de passar a eles esse sentimento sublime, esses valores, esse amor tão intenso. Eis o bem maior de toda essa vida. É algo indescritível, mas é incrível.
Se o meu coração falasse
Ele não falaria nada
Por que nada o tem a dizer
Se o meu coração pudesse sorrir
Ele não sorriria
Por que motivo algum faz o rir
Se o meu coração sentisse
Um amor verdadeiro, intenso, e puro
Ele poderia falar da experiência única de um amor assim
Ele poderia sorrir, sorrir bastante
Por ter sentido esse amor.
COISA LINDA
Sabe, agora só me resta saudades daquele tempo que me pegavas no colo...
Que comigo jogavas bola, que ia a rua comprar a coca – cola.
Me deixava pegar o seu carro, me perguntava como iam as garotas e eu convencido daquelas mimadas e adoradas proteções, de repente eu vejo uma traição e do mundo você ir em vão e deixar quebrado o meu coração.
Você, meu melhor amigo, que me ensinou as malícias do viver.
Você, que me deixou à vontade para o meu caminho escolher.
Você, que tudo por mim fez, nunca irei lhe esquecer.
Pai, coisa linda. P de proteção, A de amor e I de irmão.
Pai, eu te amo e sempre te amarei, podes crer, por ti vencerei !
Um louco, um vagabundo, digam oque quiserem,
Sou homem maduro e não um qualquer.
Minha vida tem somente um dono,
o velho pai no céu.
Aqui nesse mundo mesquinho,
Levo na garra, na bota e no chapéu.
Deus Único
Filha sou tua
Deus de toda grandeza
Que aos meu olhos com clareza
Faz-me ver toda beleza
E ao encanto de cada dia
Sopra o teu vento de certeza
Que tu és o meu Senhor
Pai de toda fortaleza
Branca.
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