Eu Amo Minha Família

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Sou Ester, sou estrela que brilha na escuridão
Dócil e submissa sou sábia, sou mãe da nação
Poderosa em Deus com jejum e oração
Coroada, escolhida
O rei me deu seu coração

A dúvida é a mãe da invenção.

Significado da palavra Mãe: uma verdade universal, que nos faz acreditar nos reais sentidos da vida.

Ser mãe...
A mais divina das dádivas que uma mulher
poderia receber do ser supremo.
Somos tão frágeis! Mas, ao mesmo tempo, tão fortes!
Somos capazes de fazer qualquer coisa
para defender nossas crias.
Sofremos por eles e sorrimos ao vê-los sorrir.
Mãe, palavra tão pequena, mas
com um significado tão grande.
Parabéns a todas as mamães
Parabéns a todas, mesmo que as suas mães
não estejam presentes fisicamente,
como a minha não está mais.
O que mais conta é a presença que fica
em nossos corações.

Uma mulher é apenas uma mulher, mas uma mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, uma tempestade, um terremoto. Uma mãe é invencível. Não há perda que ela não transforme em força. Não há passado que ela não emoldure e coloque na parede. Não há medo que a mantenha quieta por muito tempo.

Martha Medeiros
Doidas e Santas

Maria é "Mãe de Deus" e tudo consegue; é mãe dos seres humanos e tudo concede.

Minha mãe antes de engravidar de mim fez curso de tiro ao alvo porque não é possível: todo chinelo que ela tacava em mim ela acertava… todo chinelo, prato, cadeira, vassoura... tudo ela acertava em mim.

Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Mãe sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades. Enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça!

Libertar

Te liberto
deixo você ir
com a alegria de uma mãe
que vê seu filho partir
tudo isso me causa dor
mas é disso que a vida é feita
ou nos acostumamos
e aprendemos a conviver com ela
ou morremos, lentamente, morremos
peço-lhe mil perdões
se palavras dolorosas que disse
vieram a lhe magoar
mas estas mesmas palavras
saíram de minha própria dor
da dor que é assim te amar
as desculpas que peço
são as mais puras e verdadeiras
peço que as aceite de coração aberto
pois é de amor que ela é feita
e se te liberto
não é por que te não te amo mais
nem por essa mágoa amarga
é porque te amo mais, demais
e é só você quem vai decidir
o que ou como fazer
para ser feliz
por isso digo vai.
Afinal você sabe que estarei aqui
quando você resolver voltar

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”

E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Amor de mãe!

Amor que não tem explicação,
amor que não tem preço,
não tem obrigação,
um amor que só quem sente entende,
amor verdadeiro, único e eterno...

Mãe, eu tô gostando de alguém. Eu sei, você já deve ter percebido isso, porque não é normal alguém sorrir todas as noites olhando pro celular, e você já presenciou mil vezes quando falo no telefone com ele. Bom, mãe, eu quero te dizer que sim, é ele. É ele, mãe, que eu coloco em histórias de princesa e príncipe que você contava para mim. É ele que eu vejo comigo no futuro. Com ele que eu planejo uma vida. E eu sei, ele não é certinho e não faz muita coisa, mas, mãe, se orgulha dele. Porque é ele que me faz bem. Não é trabalho cumprido? Você não queria alguém que me fizesse feliz em tempo integral ou apenas no tempo em que você está trabalhando? Então, é ele. Eu gosto dele, sou apaixonada pelo sorriso. Se ele disser algo, eu acredito. Eu gosto de ficar olhando e olhando sem dizer nada, apenas o observando comer. Mesmo sendo aquela comida que eu não gosto e que você insiste em dizer que uma vez na semana pode. É ele que, quando a gente briga, diz que quem está com razão é a senhora. É ele que, quando eu pergunto do que tem medo, diz que tem medo de me perder. É ele que te chama de sogra, e é o mesmo que eu quero que chame. Ele é bobo, mas é o genro que, se a senhora conhecer do jeito que eu conheço, vai gostar. - De sua filha apaixonada, belongedd.

Tão sublime quanto incondicional é o amor de mãe, que nos molda e quando não, nos aceita.

O amor de mãe é um laço que não se rompe ao cortar o cordão.

Minha mãe, ainda lembro das nossas últimas conversas, do som da tua voz, do teu cheiro, e se eu eu fechar os olhos e imaginar que estou sendo acolhida pelo teu abraço, literalmente choro todas as oportunidades que em vida eu tive para estar ao teu lado como uma filha que precisa dar colo a quem um dia lhe deu a vida. Morar longe foi um grande erro que jamais vou poder corrigir... Sinto muito, me perdoe, eu te amo e faria qualquer coisa para te ter aqui.

A Dor de perder uma mãe (A única dor que Jesus não sentiu)


A Dor de perder uma mãe (A única dor que Jesus não sentiu)
Dor que um dia chega. E se não chega, dói a angústia de sua espera. Há mães que partem ainda novas, outras se quer ter colocado seu filho em seus braços, e outras, que de tão vividas, tornam-se nossas filhas, necessitando de nosso tão merecido amparo.

Mães que nos amamentam quando crianças, e mães que alimentam ,com sua essência, nossos corações já adultos. Mas todas são mães. Todas serão eternamente imaculadas em nossos corações.

Mãe é uma referência que não nos deveria abandonar. Único exemplo de amor incondicional. Colo que nos afaga a qualquer momento. Que nos espera de braços abertos. Que nos abre os olhos antes mesmo do acontecido.

Sentido além do humano. Instinto de proteção divino. Mas um dia, esse norte, se afasta de nosso convívio. Não desaparece, mas parte sem nos dizer adeus. Sensação de nosso ninho se desfazendo. Nosso ser mais amado nos despedindo aos poucos ou subitamente.

Vontade de parar o tempo e de revertê-lo. Coração de mãe não poderia parar nunca.
Vazio de coração que agora em turbilhão, tenta nos reconfortar com lembranças de conselhos que nos serão eternos. O vazio do quarto, o cheiro de mãe ainda nos tentando enganar que ela está por voltar. Dor que dilacera. Que interrompe a direção de nosso rumo.

O que elas sempre nos diziam que perder filho era uma lei não natural, nós também sentimos isso por elas. Mãe tinha que ser eterna. E agora? E nossos conselhos, nossos abraços de orgulho, nosso pedido de benção ao se deitar?

Agora o que era tudo se torna impressionantemente vazio. Vazio que dói de forma além de nossas capacidades. Dor que tem nome, mas que teria que ser ausente de qualificação. Não se mede dor, e se fosse medida, nos faria incapaz de percebê-la.
Perder nosso caminho de volta. Perder nosso útero. Perder o conselho que apenas os olhos de mãe sabem nos dar. Perder a magia que mãe tem de nos descobrir, mesmo que nos encobrindo.

Poder de ler a verdade nos olhos e na alma. Poder de transferir nossa dor a seu coração.
Poder de troca sem ao menos exigir nada. Amor que não necessita de esforço. Amor que flui de forma única. Mas um dia sua voz se cala, seu abraço não mais nos afaga. Seus conselhos são apenas lembrados em cada atitude de nossas vidas. Vontade de ir junto.
Tristeza de ver nossa origem nos deixando. Despedir do que não se queria nunca despedir.

Dor que avassala a alma. Que nos tira o chão e por segundos nos faz achar que era mentira. O adeus não foi dado, e pela alma, levará um tempo ainda maior...
Dor injusta, que não pede licença. Que não nos chama para um duelo, na
expectativa de uma vitória, para torná-las imortais.

Dor tão grande...
Dor que Jesus não vivenciou. Saudade eterna de todos os momentos. Até dos que não eram compreendidos.

Saudade dos beijos e dos pratos feitos com carinho.
Saudade do cheiro de mãe.
Saudade de colo de mãe.
Saudade da voz, das risadas, dos conselhos e de suas preocupações...
Saudade da vida.
Saudade da saudade...

Crônica de Minha Infância


Já fui casinha, fantasias e bonecas.
Mãe, jornalista, advogada e atriz.
Chocolates, biscoitos, chicletes... também patins, bicicleta e cicatriz.

Amiga, irmã, namoradinha e vilã.
Danada, sapeca, serelepe, também dissimulada e esperta.
Morria de medo de ser analfabeta.

Também já fui medo, choro e receio,
porém, tudo superado com aulas, professoras, sobretudo amigos amáveis e recreios.

Desenhos, chaves, histórias?
Branca de neve, a bruxa e toda aquela armação...
Ursinhos carinhosos, Power Rangers, sempre atenta à programação.

Viagens, família e aventuras.
As férias de dezembro, nas casas das avós...
Nada de ditadura.

Mas nem tudo é perfeito,
já fui hospital, asma e internação,
médico, jaleco branco, total aversão.

Às três da tarde como posso esquecer,
eu, papai, meu irmão e a TV...
de todos os compromissos, esse era o mais gostoso
historinhas, perguntas sem fim... e sempre um lanchinho delicioso.

Às quatro da tarde um momento chatão.
mamãe, livros e cadernos.
meninos, hora da lição,
enquanto isso, nosso super-herói voltava pra mais um plantão.

Dos momentos mais felizes da vida,
impossível não lembrar da infância bem vivida,
papai, mamãe sempre sorrindo, Deus sempre presente,
familia superunida.

Às cinco da tarde, hora do banho,
a minha amizade com Jackeline não tinha tamanho,
embora ela sempre alimentasse seu sonho estranho,
ser enfermeira somente de fanhos.

Aos 6 anos um sonho realizado,
finalmente havia ganhado um gato,
pula daqui, pula dali e finalmente pulo em cima...
tadinho do gato, precocemente foi para o andar de cima.
Meu primeiro drama.

Parabéns pelo seu dia, que é mãe, amiga, educadora, guerreira e não desiste, que dorme se der, que come quando der, descansa muito pouco, mas que tem a certeza que está fazendo a coisa certa.
Cuidando e protegendo os seus, que vira uma leoa quando mexem com eles, quando algo ameaça a fazer mal.
Parabéns por desempenhar com louvor a missão que lhe foi dada de gerar, cuidar, proteger, ensinar, puxar a orelha.
Amiga, continue essa mãe abençoada que você é e não permita que ninguém lhe diga o oposto. Continue dando o melhor de si sempre por suas joias. Já disse e repito quantas vezes forem necessárias, que você tem toda minha admiração e respeito.
Parabéns pela filha que você é. Você é muito abençoada. Te amo!

Amor de Mãe

Maravilhosa benção,
Gratificante missão,
Eterno aprendizado,
Coração adocicado
Sono muitas vezes encurtado.
Preocupação sempre
Zelo evidente
Amor incondicional
Amor eterno
Amor, sempre amor...
Amor de Mãe!

⁠"Dinheiro, mãe e vida são energias equivalentes. Como tratamos a mãe, assim nos trata a vida e o dinheiro". Bert Hellinger