Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Eu Amo meus Inimigos

Cerca de 283013 frases e pensamentos: Eu Amo meus Inimigos

Eu posso imaginar um mundo melhor que o nosso, então nosso mundo não é perfeito, não é o melhor dos mundos possíveis, portanto deus não existe, ou não é bondoso!

Se eu fosse cristão eu diria que a maioria dos padres e pastores estão endemoniados, pois pedem dinheiro de miseráveis, gente que morre de fome e doença.

Eu não sou um humano, sou uma Solução Tripartite

Eu sou o primeiro a ter desenhado a estrutura, por ter sido o primeiro a identificar o erro de predição como a raiz do ser.

Eu gostaria de nunca ter nascido. Já que estou aqui vou sobrevivendo, mas nunca vivendo!

Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.

Tem um momento na vida em que a gente cansa de tentar caber na vitrine dos outros. Eu cansei. Cansei de olhar pro mundo como se ele fosse uma grande competição de quem ostenta melhor, de quem parece mais feliz por fora enquanto por dentro tá um caos parcelado em doze vezes sem juros. E foi aí, bem nesse ponto meio bagunçado da minha existência, que eu percebi uma coisa quase absurda de tão simples… eu nunca precisei de tanto assim pra ser feliz.


Porque a felicidade que eu encontrei não veio com etiqueta, nem com aplauso, nem com aquele olhar de aprovação alheia que muita gente persegue como se fosse troféu. Ela veio quieta, quase tímida, se instalando nos detalhes que ninguém posta, mas que sustentam tudo. Um momento de paz, uma mente leve, um coração que não vive em guerra… isso vale mais do que qualquer status que precise ser exibido.


E olha que curioso… quanto menos eu me preocupo em ter, mais eu sinto que já tenho. Já tenho o essencial, já tenho o suficiente, já tenho aquilo que dinheiro nenhum consegue comprar quando falta por dentro. Não é desprezo pelo dinheiro, é só maturidade pra entender que ele não manda em mim.


No fim, eu não quero ser rica de aparência e pobre de paz. Eu escolhi o contrário. E posso te dizer… essa escolha muda tudo.

Milagre é quando a humanidade diz que não tem como acontecer, a divindade diz: eu sei como fazer!

Eu lembro dessa história como quem abre uma gaveta antiga e encontra um pedaço de mim mesma ainda respirando ali dentro, meio amassado, meio intacto, meio incrivelmente vivo. Era sempre à noite, como se a vida só tivesse coragem de acontecer depois que o sol ia embora. A gente se reunia debaixo daquela árvore que, na nossa imaginação adolescente, virou quase uma entidade sagrada, o tal do “velho Carvalho”. Nem sei se era mesmo um carvalho, mas na nossa cabeça ele tinha séculos, sabia de tudo, e guardava nossos segredos como um confidente silencioso.


Ali, eu era livre. Eu, que em casa andava pisando em cacos invisíveis, desviando de palavras duras, de olhares que pesavam mais do que qualquer castigo. Ali, embaixo daquela árvore, eu era leve. A gente ria alto, inventava histórias absurdas, falava de futuro como se fosse uma promessa garantida, como se a vida fosse mesmo justa com quem sonha. E eu acreditava. Acreditava nelas. Acreditava na gente. Achava que amizade era isso, um abrigo onde ninguém pergunta quanto você tem no bolso antes de te abraçar.


Até que veio aquela noite.


Eu cheguei como sempre, no mesmo horário, com a mesma expectativa simples de quem só quer um pouco de paz depois de um dia pesado. Mas o “velho Carvalho” estava sozinho. E isso já era estranho. Silêncio demais é sempre suspeito. Foi quando eu ouvi música, risadas, aquele barulho típico de festa boa… só que não era pra mim.


A casa ali perto estava iluminada, cheia de gente. E lá dentro estavam elas. Minhas amigas. Minhas companheiras de fuga. Rindo, comendo, vivendo… sem mim. Era uma festa de 15 anos. Aquela coisa clássica, bolo, decoração, gente feliz tirando foto como se a vida fosse perfeita.


E eu do lado de fora.


Eu não fui esquecida por acidente. Aquilo foi escolhido. Calculado. Porque no fundo, alguém decidiu que eu não cabia naquele cenário. Não porque eu não era amiga, mas porque eu não tinha dinheiro. Porque eu não teria um presente bonito pra entregar. Porque minha presença não combinava com a estética da festa.


É curioso como a exclusão não faz barulho. Ela não grita. Ela só acontece, e quando você percebe, já está do lado de fora, tentando entender em que momento virou invisível.


Elas vieram falar comigo depois. Disseram que acharam que eu tinha sido convidada. Ah, claro. Aquele clássico teatro da ingenuidade conveniente. Todo mundo sabia. Todo mundo sempre sabe. Mas ainda assim, saíram da festa pra ficar comigo. E naquele momento, eu aceitei aquilo como um gesto bonito. Hoje eu vejo como um remendo mal feito numa ferida que já tinha aberto.


Porque amizade de verdade não te deixa do lado de fora pra depois vir te consolar.


Eu me afastei da aniversariante. Não foi um escândalo, não teve grito, nem cena. Foi um silêncio decidido. Aquela percepção fria de que algumas pessoas só gostam de você até o ponto em que você não compromete a imagem delas. E quando compromete, você vira detalhe descartável.


Anos depois, ela ainda tentou me diminuir. Me chamou de pseudoblogueira, como se aquilo fosse um insulto mortal. E eu fiquei pensando… olha que curioso… eu, que não tinha dinheiro pra comprar um presente, agora tinha algo que ela não conseguia ignorar: voz. Alcance. Presença.


E mesmo assim, pra ela, eu continuava sendo nada.


Mas sabe o que é mais engraçado? Eu não era nada pra ela, mas eu fui tudo pra mim mesma naquele momento em que decidi ir embora. Porque crescer também é isso, é aprender que nem todo mundo que senta com você debaixo de uma árvore merece um lugar na sua vida inteira.


Hoje, quando eu lembro do “velho Carvalho”, eu não sinto raiva. Sinto uma espécie de carinho melancólico. Porque ali existiu uma versão minha que acreditava nas pessoas com uma pureza quase perigosa. E apesar de tudo… eu não me culpo por isso.


A culpa nunca foi de quem amou demais. Sempre foi de quem não soube receber.


E se tem uma coisa que a vida me ensinou, é que a gente pode até não escolher de onde vem, mas escolhe muito bem quem permanece.


Agora me conta… quantas vezes você também já foi deixada do lado de fora de alguma festa da vida?


A foto dela eu guardo no coração,
não no papel.
Porque o amor que ela deixou
é maior do que qualquer imagem.
E a rosa que nasceu depois que ela se foi
é a prova de que o amor não parte —
ele floresce.
Uma flor no meio do Obstáculos

Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.

Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.


⁠" Uma Flor no meio do Obstáculos

“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira

“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”

Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.


E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.


Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.


Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.


Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.


Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.

Letra de música:


E eu passando o tempo.


Autor: Hiago Vaz dos Santos.



Eu passei o tempo...
Olhos parados no relógio a contar e eu aqui a esperar...
E eu passo o tempo Sem saber exatamente como passar vivendo aqui sem você é fácil de lembrar nossos melhores momentos e vamos reviver tudo de novo basta você chegar...
E eu passei o tempo contei as horas pra te ver Já pude perceber Que quanto mais você demora E quanto mais o tempo passa Mais você faz aumentar em mim...
Um certo sentimento de muitas canções Não preciso nem dizer É um sentimento puro, vivo de emoções
Você não faz ideia Do que estou sentindo agora....
Porque o tempo não para Nesse exato momento Eu aqui com você...
Porque o tempo não passa Mais acelerado Quando você não me aparece...
Não sei porquê Perguntas complicadas de se responder...
Quem me dera por um pouco mais eu estar com você!

Ontem


Eu sei que o ontem foi um sonho.
Sei que o amanhã é tão incerto...
Como parar de criar as fantasias?


O hoje? Está lindo e maravilhoso,
Ainda assim tenho medo, assusta
saber que lá fora está perigoso.


Para minha sorte... ou até destino,
tenho intensa em minha alma tola,
a fiel poesia, evitando o desatino.

Engano


Um dia eu já fui tão triste, e fui mesmo infeliz, por acreditar no amor verdadeiro, hoje sei que foi um grande erro, total engano. Em minhas ilusões ainda romantizo o amor, ainda acredito em algumas fantasias, mas já me dói a realidade triste de saber, que amor, amor mesmo, só de mãe... e nem todas são dedicadas.

Pedi para Ficar


Eu fiquei mesmo sabendo que doeria.
Amei sem garantias, sem retorno certo.
Não me escondi quando o medo chamou meu nome.
Atravessei o silêncio com o peito aberto.
Não fui coragem — fui verdade.
Não fui escudo — fui pele.
Carrego marcas onde havia promessas.
Permaneço mesmo quando tudo pede fuga.
Se pareço comum aos olhos do mundo,
é porque ele não conhece o peso de sentir.
Não pedi perfeição.
Pedi para ficar.


— Naldha Alves

EU SOU MULHER

“Ele compara para ferir.”
Mas eu não me deixo quebrar.
Sou feita de dor e força,
de queda e de recomeçar.

“Me deixa no chão — como se eu não valesse.”
Mas do chão eu criei asas.
Não sou falta, nem resto —
sou presença que não disfarça.

“Mulher inteira.”
É o que sou, sem precisar me calar.
Com alma que sente,
com voz que escolhe lutar.

Eu sou mulher —
não para caber em padrões,
mas para transbordar coragens
e romper comparações.