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Eu Amo meus Inimigos

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Nostálgico


Nesta manhã, eu encontrei uma bergamota bem doce e sumarenta
Arauto do outono, filha de uma árvore perdida na planície
Quem me dera voltar, e depois acordar no que já era
Fazendo disso a atualização da saudade

Eu, que detestava a chatice, me descobri sendo um chato.

Eu sou aquilo que percebe a genialidade. Eu sou aquilo que percebe os pensamentos.

Eu não tenho fé, eu sei.

Tudo o que eu fizer hoje, ecoará pelo infinito.

Na verdade eu sou intuitivo, eu nunca sei no que vai dar.

Na sua opinião, o que é mais provável: um jumentinho sustentar um homem ou um corvo? Eu sei que você dirá um jumentinho. Eu também diria isso, mas para minha e sua confusão, Deus usou um corvo, ou corvos, para sustentar o profeta Elias. Amigo, quem pode impedir a maneira estranha como Deus atua na Terra?

Eu já vi Deus tirar homens do fundo do poço, e também já vi Deus saciar a sede de quem estava na beira do poço.

Talvez a única boa notícia que eu e você tenhamos hoje é que nossos familiares e parentes estão bem, pois o que se pode esperar de bondade em um mundo que rejeita o Filho de Deus?

O profeta disse à viúva: 'Traga-me um pedaço de pão para que eu possa comer.' Ela, porém, respondeu: 'Tenho apenas um pouco de azeite e um punhado de farinha na panela.' Ele disse: 'Isso é suficiente.' Moral da história: Honre os filhos de Deus com o pouco que você tem, e Deus o honrará com tudo o que Ele possui.

Os dons espirituais não têm prazo de validade. Eu tenho um prazo, mas os dons não.

Se aqueles que estão perto de você não o honram, eu, mesmo estando longe, o honrarei com alegria.

Eu pensei que era uma ovelha, mas ao ser corrigido uma ou duas vezes, percebi que o bode ainda gritava mais alto dentro de mim.

Se você visse, ouvisse ou vivesse o que eu experimento todos os dias no mundo espiritual, seria um cristão melhor.

O ideal é que o eu e você de hoje se comparem com o eu e você de ontem. Só assim saberemos se já somos homens ou se ainda continuamos crianças.

Eu queria que você fosse e retornasse, mas a verdade é que muitos vão para o carnaval com vida, mas retornarão sem ela.

Se você me perguntasse qual foi o maior milagre que Jesus já realizou, eu lhe responderia que foi amar quem mais o feriu.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

Eu conquistei coisas que muitos só conquistariam com o dinheiro dos pais.

Personalidade


Eu sou instinto, visceral
Eu sou impulsividade
Eu sou pele, carnal
Eu sou intempestividade


Eu sou fogo que arde
Eu sou chuva que sente molhar
Eu sou paz no fim de tarde
Eu sou luz que faz brilhar!


Eu sou consciência que te faz pensar
Eu sou amiga que te acolhe
Eu sou abrigo no abraçar
Eu sou genuína, pode acreditar!


Eu sou loucura para te alegrar
Eu sou brinquedo quando quero brincar
Eu sou responsabilidade sempre que precisar
Eu sou séria quando a vida me cobrar.


Eu sou mansa, basta não me provocar
Eu sou uma louca tempestade
Eu sou sossego, se você não me irritar
Eu sou bondade e não maldade!


Eu sou intensa, sou amor
Eu sou tranquila, não provoque minha ira!
Eu sou alegria, mas tambem posso ser dor
Muito prazer, eu sou Palmira!