Eu Amo meus Inimigos
Oh meu bem amado, amado meu! És fogo que apascenta os meus desejos, és frio que desorienta a minha razão;
És formosa e graciosa, tens beleza entre os lírios, o meu céu te contempla pela tua fragrância propagada no ar;
Não preciso das concubinas, pois tenho a minha rainha que és maravilhosa como a lua, brilhante a noite, inspiração da rua;
Quero a luz para iluminar os meus entendimentos e compreender quem realmente merece ler o meu coração;
Sou amor, paixão e querer reconhecendo o meu pesar buscando encontrar a virtude oferecida por alguém quem nem sempre soube amar;
Nunca me perca para acreditar que as honras e verdades são para quem se alimenta da felicidade alheia;
Vejo que os meus próprios sentidos ficaram dormentes quando se situaram em seus caminhos procurando a sua direção;
Pois nossa história ainda não terá fim e sim iniciará em jubilo para deixar para traz o avesso que nos perseguem;
Não olhe para traz e sim para o meu coração que tanto lhe quer amar e cortejar você;
Oh mulher bela, quanto a mim! Decifrai-me com sabedorias erguendo diante de ti o meu coração e meus versos tão vivo que te cortejas para as tuas vitórias;
Não temas os teus caminhos tão desafinados quando não tenham diferenças mesmo não tendo estado para te fazer independente;
Oh! Conjuro-vos os meus mais verdadeiros sentimentos, roubar-te-ei dessa vida que tanto lhe deu dúvidas com um coração balançado pelo que não lhe pertencia;
Mesmo que todas as estrelas trouxessem toda inspiração não me tiraria a minha atenção a ti, que tanto quero para todo sempre;
Antes que prove os meus sentimentos sinta o perfume que o meu coração exala por ti, mulher formosa de mim!
Não são só palavras que queiram te encantar, mas sim o limite que em mim cabe para inverter o que te frustraste;
Explica-me o que não consigo ver sentido que me leve às tuas cores reais para me fazer entender as tuas próprias razões;
Os meus fundamentos não mais se abalam pelas minhas certezas de te amarem, pois do amor tudo e todos se abalam na medida do possível;
Aparta-te da solidão no qual são enganosas ao coração, buscai a harmonia e desviar da luxuria ao seu encalço;
O coração ambicioso empobrece a própria alma e desonra o que tens de mais precioso;
Clame por seus direitos, pelo o amor que prometido está não abata o seu próprio coração e não viva a angústia alheia para satisfazer indesejáveis olhos;
Como és encantadora! És tão única e suave que meus desejos querem conhecer os teus segredos mais ocultos;
Contemplar-te-ei com os meus versos tão vivos que agir da forma intensa lhe trará verdades com o permitir com um para o outro;
Queremos ser felizes de forma simples, de forma justa para com o coração, que suporte o melhor da paixão;
Quero sentar-me a sua sombra e sentir o seu acalento, restaurar-te-ei com o doce dos meus sentimentos, apimentando a sua inocência para vivermos os momentos desejados;
Hoje o amor não se faz passageiro por entre nós, no entanto busco aquela que o meu coração tanto ama e quer;
Durante minhas inspirações, os meus pensamentos vão daqui ao infinito para muito além do que você possa imaginar;
Portanto guardar-te-ei para dedicar-me de todo o meu coração segurando o teu exaltando e respeitando até que a morte nos separe;
Sou hábil com as palavras, manejando poeticamente cada sentimento vivente em meu coração para dar-te todas as verdades e segurança concedida;
Ah se fosses minha rainha, dominasse o meu coração encantando os meus sentimentos e propagando o que me faz bem;
Abraçando-me quando sentisse frio e dando atenção quando me visse carente, ainda sim te levaria far-te-ia adentrar em meu coração;
Contudo por-me-ia em teu coração para assim adquirir suas certezas pela felicidade e tanto colher os frutos dados;
Confiar-me para que seu coração não se sele e não se abrande para tais sentimentos;
O meu silêncio traduz de tal forma os meus sentimentos que me vejo entender a mim mesmo sem nada a dizer;
Se não entendes dos meus sentimentos, ó mulher tão bela e formosa, pelo menos leia os meus olhos para poder compreender o meu coração;
A tua face glorifica a tua graciosidade de forma esplendida, mas é encantadora nas atitudes de amar;
Entendo que nosso leito de amor és verdejante envolvido por pétalas de rosas com versos imortais a nossa relação;
Para conhecer o meu coração, basta ler os meus olhos que se faz a introdução para começar os capítulos que se postam em minha alma;
Para entender os meus versos, compreenda os provérbios da vida e adquirirá a sensatez das minhas palavras;
Sacia-me com exatidão que em meus atos verás que te darei toda honra para está em meu caminho;
Livrar-te-ei de toda aflição com os meus próprios sentimentos e contagiar-lhe-ei com minha alegria que infinitamente quer te levar junto a mim;
Quero apartar-te do medo que Honda as tuas certezas, vigiar os teus passos dando-se por segura em meus braços;
Deixe-me restaurar com o melhor de meus sentimentos o teu coração e perceberás que com brandura se faz atenção e querer;
Dar-te-ei de beber se tiveres sedes e dar-te-ei de comer se demonstraste fome, pois todo o meu carinho eu te cobrirei sem que me peças;
O suficiente raramente é encontrado pelo coração vazio, mas é agradecidamente pela alma transbordante;
Os meus desígnios são para ter o amor verdadeiro e não para viver momentos inventados;
Mesmo que os costumes alheios transpareçam para que façamos a invenção, não havemos de cederemos, pois queremos a felicidade eterna e não a alegria instantânea;
Sem nos conhecer, ainda sim penso muito em você com a tua doce voz sussurrando em meus ouvidos;
Dizendo-me que és horas de nos permitir e deixarmos de tanto medo para ser feliz;
Embora nos falte certezas no que queiramos de forma exata no caminho para ambos;
Só precisamos saber uma única coisa que os sentimentos que se afloram no interior de nosso coração é só o que basta;
Nesse momento duvidaste dos meus sentimentos e da minha inspiração, mas sozinha não teres um coração que suportasse todo o meu amor;
Meus próprios pensamentos me desatinam, me torturam pela inflexibilidade das verdades poéticas;
Nem a escuridão pode apagar o meu amor pela vida, que em muita das vezes me cobrou o que nunca me deu;
