Eu Amo meus Inimigos

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E eu sou como sal na ferida, eu
sou como sabão no teu olho.

Eu não quero que você venha falar comigo porquê precisa de ajuda, porquê todo mundo te deixou de lado ou porquê eu mudei com você. Eu só quero que você chegue pra mim tipo “não tenho nada importante pra falar nem quero pedir nada, só tava com saudade da sua voz”.

Violência doméstica

Quantas vezes me bateu
sem falar o que eu fiz
eu só queria ser feliz
você não compreendeu
o meu coração sofreu
sentindo o corpo padecer
em troca de tanto amor
tive sofrimento e dor
mas não vivo sem você

É difícil de entender
porque sou tão submissa
sirvo pra tua cobiça
teu momento de prazer
porém, nada vou dizer
o meu direito é se calar
se nem piso na calçada
mesmo assim fico marcada
sem ter forças pra lutar

Apenas vou chorar
recuar mais uma vez
diante da tua embriaguez
nada posso recusar
tudo tenho que aceitar
calada sou agredida
e por ser tão dependente
vivo casada e carente
escrava da própria vida

Gostaria de gritar
para o mundo inteiro ouvir
o tanto que sofri
sem poder denunciar
se não tenho onde morar
vivo a mercê da sorte
vou me recolher tão cedo
convivendo com o medo
de escrever a própria morte.

Ela me disse que era menina, então, virei a cabeça para o lado e chorei. "Tudo bem", eu disse. "Fico contente que seja uma menina. E espero que ela seja uma tola. Essa é a melhor coisa que uma garota pode ser neste mundo, uma linda tolinha".

Talvez o melhor seja eu sumir, desaparecer, pra saber quem realmente vai sentir minha falta.

Eu era o tipo de garota,
que me fazia vítima da vida.
Agora sou o tipo de garota,
que fez a vida de vítima.

Eu não queria admitir que alguém como eu poderia se apaixonar por alguém como você.

Chora o meu coração como....
choram as rosas o seu perfume...
transforma-se em lágrimas.!
Eu sinto-me tão perdida....
Como um pássaro de asa partida..!
As lágrimas que invadem o meu coração...
são palavras da minha alma....
uma linguagem do amor...!!

Eu tenho saudade de quando inverno era frio, verão era calor e beijo na boca era namoro.

Não é porque eu não gosto de você. Só estou com medo. Há uma longa estrada à minha frente. Mas eu sou fraca demais. É por isso… é por isso que estou te deixando pra trás.

Sigmund Freud perguntou o que querem ás mulheres?E eu pergunto o que querem os homens?

Eu penso que as pessoas que desejam mal ao próximo, não sabem o que é, nem tão pouco para que serve um bumerangue !

Poesia Urbana

Eis eu aqui entre os carros vendo o mundo pela janelinha embaçada.
Pessoas passam por mim, vejo o lixo nas guias.
A correria diária desta gente.
Vejo também olhos perdidos;
Olhos perdidos como os meus...
O que será que esses olhos perdidos procuram...

Eu já cometi o maior pecado de todos: quebrar a confiança de alguém que disse me amar. Por isso que aqui digo, se algum dia eu repetir o mesmo erro, por favor, me matem da maneira mais dolorosa possível

Não tenho pena dos ignorantes, talvez a ignorância os faça mais felizes que eu.

Sou loba , sou fera... mexe comigo pra ver... eu revido... mordo , arranho, viro outra... cuidado comigo.. sei ser boa.. mais quando eu quero sou muito venenosa..

Não, eu não tenho mais medo de ser largada, trocada, deixada no canto da sala quando o trabalho dele o impedir de vir me ver. Eu não tenho mais medo de ser aquela a qual ele busca conforto nas horas vagas. Aquela a qual ele olha nos olhos buscando olhos alheios. Meus medos mudaram. São medos novos eu diria. É isso o que me aterroriza, afinal. Tenho medo porque meus olhos acompanham as palavras por ele escritas. Medo porque eu tenho mudado sem ele sequer ter me feito algum pedido. Medo porque eu nunca quis me sentir tão próxima de alguém como quero me sentir dele. Na verdade, eu nunca quis estar na vida de alguém como eu desejo permanecer na dele. Medo porque no final das contas eu o amo, e sinto que ele me ama também. Medo pela dificuldade em usar a palavra “amor” face a face com ele. Medo pela dificuldade em citá-la quando estamos ao telefone. Medo pela distância oceânica em que nos encontramos após tantas conversas. Medo por me entregar para ele da forma que nunca quis me entregar a ninguém. Medo por querer ele grudado em mim, embora eu abomine essa prática insuportável dos casais. Medo por dizer e fazer coisas as quais eu repudiaria em pessoas apaixonadas. Medo por estar escrevendo esse texto. Medo porque ele derreteu o gelo que protegia meu coração, fazendo com que a água transbordasse pelos meus olhos. Medo porque quanto mais eu estou dentro, mais o sinto fora. Medo porque eu nunca senti por alguém essa imensidão que sinto por ele. Mais medo ainda de me perder dentro dela.

Em troca do poder, talvez eu tenha perdido algo que é essencial para um ser humano.

⁠Eu vou detê-los. Não importa o quanto seja pisoteada. Uma coisa eu aprendi naquele navio: a jamais desistir.

Eu tomo decisões. Talvez não sejam perfeitas, mas é melhor tomar uma decisão imperfeita do que buscar continuamente uma decisão perfeita que nunca se encontra.