Eu Amo meus Inimigos
Eu demoraria mais o meu olhar no teu, se não fossem o passado, as mágoas, a alma encardida. Eu demoraria mais o meu olhar no teu, se não fossem as brigas, as palavras mal-ditas, o "passou-da-conta-agora-chega". Eu demoraria mais o meu olhar no teu, se não fossem as cartas rasgadas, a música esquecida, a falta de compreensão. Eu demoraria mais o meu olhar no teu, se não fosse o medo de me ver refletida bem dentro, bem fundo dos teus olhos, como aquela velha cigana, um dia, contou ao ler minha mão.
Mais um ano de amor que eu vivi com você
Tantos momentos de felicidade
Vamos celebrar essa nossa paixão
Do jeito que a gente quiser
Dando asas à imaginação
Em qualquer lugar, em qualquer lugar
Pode ser aqui perto ou longe daqui
Numa noite estrelada de amor em Madri
Pode ser um pôr do sol numa tarde em Paris
Ou então um cruzeiro pelo Atlântico Sul
Ver o dia acordar ver o céu todo azul
Só pra testemunhar a comemoração
Mais um ano feliz dessa nossa união
É tão bom viver com você
Eu só posso agradecer
O presente mais lindo
Que a vida me deu
A estrela maior,
Uma bênção de Deus
É tão bom viver com você
Teu amor me fez perceber
Que a palavra mais bela,
O mais belo lugar
É tão pouco pra te presentear
Sou livre, curiosa e desconfiada, presente e ausente, carinhosa e tosca. Sou paradoxo, sou eu mesma. Não sou quem não queira ser!
Eu vou prá longe
Onde não exista gravidade
Prá me livrar do peso
Da responsabilidade
De viver nesse planeta
Doente
E ter que achar
A cura da cabeça
E do coração da gente
Chega de loucura
Chega de tortura.
Isso mesmo, meu amor, eu me lembro de você. A mulher que surgira em minha vida como um meteoro, devastando tudo o que eu conhecia, modificando meu mundo, alterando-o para sempre e o deixando mais bonito, trazendo sentido a ele. Lembrava-me da mulher que amei desde o primeiro instante, desde o primeiro olhar, que havia me ensinado a enfrentar tudo de maneira diferente, que me mostrara o quão maravilhosa a vida pode ser, mesmo quando tudo parece perdido.
Minha mulher. Minha Sofia.
Destinado - As memórias secretas do Sr. Clarke
Sabe como eu lido com pessoas que me odeiam e querem me ver mal? Olho nos olhos delas e digo: - Oi linda, como você está? Sabe o nome disso? Indiferença, e isso é pior que qualquer palavra suja que você diga a ela, e sem dúvidas fere muito mais, demonstra superioridade.
As pessoas podem dizer o que elas quiserem sobre mim, mas no final do dia, vou continuar sendo eu mesma, e vou continuar vivendo a minha vida.
Eu nunca entendi qual o verdadeiro propósito de criar uma armadura em torno de si. Os melhores momentos da vida só podem ser aproveitados quando não há máscaras, nem omissões. O mundo precisa de gente com a cara limpa, que não tenha medo de demonstrar suas fraquezas. Precisamos de gente que ria das próprias mancadas, e admita quando o amor veio pra ficar. Esquivar-se de um possível sofrimento já é privar-se de uma futura (grande) felicidade.
Sei que está com medo. Eu também já tive medo. Eu entendo como é. Ser diferente. Não ter ninguém neste mundo.
"Espero até quando eu achar que vale a pena, eu estava aqui ontem, estou hoje e estarei amanha, porém quando eu não estiver mais pode ter certeza de que não voltarei."
“Mas eu sabia, desde quando te conheci, sabia que você não era como os outros, tinha algo em você que me chamava atenção, sabia também que isso era perigoso, evitei me aproximar, evitei me apegar, mas você tomou conta dos meus pensamentos e quando me dei conta, você já tinha entrado na minha vida. Resolvi dar uma chance pro meu coração, resolvi arriscar. E se não der certo? O que não mata, fortalece.”
E eu vou mandar umas flores só pra te dizer
Que a vida tem espinhos, pode machucar
Mas lembre dessas flores sempre que doer
Pra saber que minhas dores vale a pena amar
Ambos queríamos fugir de nossos abismos. Eu da solidão e de ter alguém e ela das pessoas que a machucavam. No entanto, eu sempre me mantive nesse abismo. Tristeza e solidão sempre coexistirão em meu ser, como a maldade.
Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-
catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço
vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.
Eu era como uma concha, como uma casa vazia, por meses sem ninguém - uma casa condenada - eu era completamente inabitável. Nenhum investimento poderia me deixar funcional outra vez.
