Eu Amo meus Inimigos

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Nesse instante eu quero falar ao filho: No silêncio das horas, meu estimado amigo Márcio,
agora,uma estrela no céu brilha mais forte.

Sua mãe partiu, em seu caminho erguido, deixando saudade, deixando seus ensinamentos que agora ecoam no vento, como sussurros de amor e de carinho.
Que nas lembranças você encontre alento,e nos amigos, um porto, um ninho.

A dor da perda não tem medida, mas o amor que ela deixou é eterno.
Que sua jornada seja revestida de paz, luz e um abraço fraterno.

Estamos aqui, ao seu lado, presente, para amparar-te na tua tristeza, agora tua mãe vive em cada semente, nos corações e na sua natureza.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Eu não sou inimigo de ninguém. Não carrego rancor, não forjo barreiras invisíveis entre mim e o outro. Sou a quietude no meio da tormenta, o rio que segue seu curso indiferente aos obstáculos que encontra. O inimigo não sou eu; são as sombras que habitam nas mentes alheias, são os medos e inseguranças que projetam nas suas percepções distorcidas. As pessoas se debatem contra os espelhos das suas próprias inquietações, guerreiam contra fantasmas que criaram. Eu permaneço aqui, inabalável, testemunha serena de uma batalha travada no íntimo de cada um. A verdadeira luta é interna, e, enquanto não reconhecem isso, continuam a ver inimigos onde há apenas reflexos de si mesmos.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Loucura seria se eu não me ouvisse,
se não escutasse a voz tempestuosa do meu próprio ser, no silêncio das minhas inquietações e nos gritos das minhas certezas;

Loucura seria se eu não me permitisse,
sentir cada pulsar do meu coração,
dançar ao ritmo dos meus sonhos/ideais e desalinhar meus passos ao som das minhas paixões;

Loucura seria se eu não me seguisse,
pelos caminhos que eu mesmo traço,
pela estrada que se faz no instante em que decido viver a minha verdade e que Deus impõe que eu viva;

Loucura seria se eu não me amasse,
com a intensidade de um pôr do sol,
abraçando minhas imperfeições, celebrando minhas singularidades, mesmo não sendo compreendida e julgada negativamente pela maioria que não aceita minhas decisões;

Loucura seria se eu não me fosse,
se não me permitisse ser tudo o que sou,
em cada suspiro, em cada escolha, em cada recomeço.

Inserida por RosahyarahAlves

A minha jornada é tão ⁠ significativa quanto a minha vitória.Cada dia que persisto, é um dia que eu triunfo.
Cada passo que dou, é um passo em direção ao meu próprio despertar.
A cada amanhecer, renovo a fé que me sustenta, pois cada dia que persisto, é um dia que eu triunfo,um dia que a força do meu espírito se revela,e o eco do meu esforço ressoa na vastidão da vida.
Nas adversidades, encontro o meu crescimento,enas pequenas conquistas, construo meu destino.A minha caminhada não é apenas sobre chegar, mas sobre sentir o vento, ouvir o silêncio, e aprender com cada curva do caminho.Porque a verdadeira vitória não é o fim; mas o aprendizado que acumulo, aresiliência que estou cultivando eo amor próprio que cresce em meu peito,dia após dia, em cada novo amanhecer.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Eu não consigo consertar o passado,
as páginas rasgadas, o tempo calado.
As dores que vieram sem eu chamar,
as palavras que faltaram para me salvar.
Mas eu tenho o hoje, inteiro, presente,
um sol que insiste em nascer, persistente.
Tenho o agora, que pulsa e respira,
um tempo que acolhe, que cura e inspira.
O ontem ficou na curva da estrada,
com suas sombras, sua voz calada.
Mas aqui estou, viva, de pé,
refazendo o caminho com o que a vida é.
Não posso voltar, mas posso seguir,
plantar novas flores, voltar a sorrir.
Eu não conserto o que já passou,
mas no hoje, enfim, algo em mim renasceu e brotou, e como muitos dizem: suave como furacão e tranquila como um vulcão.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Em meu jardim.

Se cada flor tem seu tempo eu aceito florescer no apropriado momento. Rego meu jardim com lágrimas, meu sorriso muitas vezes nutri as flores da minha vida tal qual os raios solares nutrem uma flor , espero que meu solo( mente e alma) voltem a ser férteis, que as folhas e galhos secos e as ervas daninhas( algumas pessoas) sejam retiradas . Que no jardim da minha vida, eu possa florescer, que meu pólen
( palavras) possa ser espalhado para nutrir a alma de muitas "abelhas".


Inserida por RosahyarahAlves

⁠Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.

Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.

Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.

No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.

Inserida por RosahyarahAlves

E hoje eu sei o que eu mereço e isso mesmo, ja diz o ditado: só temos aquilo que merecemos.

Inserida por ProfVOG

Se você não existisse eu te inventaria só pra me fazer feliz, todos os dias.

Inserida por ProfVOG

"Praza a Deus que eu possa consagrar-me inteiramente ao seu serviço e ser para sempre seu escravo".

Inserida por arovel_lima

⁠“Não se deve esperar por um guia. Meu caminho eu mesmo faço.”

Inserida por diogenessouza

⁠Será possível, será suficiente que a nossa coragem possa enfrentar essa autodestruição?

Eu posso responder apenas por respostas contingentes, porque se eu fizesse uma resposta necessária, eu cairia apenas numa fé e não estaria me colocando numa posição filosófica. É possível que sim e é possível que não.

Mas entre essas duas possibilidades, nós podemos escolher a daqueles que creem que é possível que sim. E então nós podemos também nos comprometer em atuar dentro dessa possibilidade.

Se malograrmos, ficará, pelo menos, dentro de nós, a satisfação de havermos cumprido o nosso dever e de termos realizado uma possibilidade nossa.

E se amanhã houver outro ser inteligente que possa saber da nossa história, poderá olhar para aqueles que amaram a coragem e que tiveram o gesto heroico de lutar contra a própria autodestruição com respeito por esses homens.

Nós podemos nos engajar deste lado, já que estamos numa época em que todos querem se engajar. Então vamos nos engajar, mas para o lado construtivo, para o lado do bem, para o lado que lance uma nova esperança, que creia em valores superiores e que não proclame de antemão a sua derrota, porque então ela é uma dupla derrota; é a derrota daqueles que nem sequer combateram, daqueles que nem foram para o campo de batalha enfrentar o seu inimigo.

Inserida por FJE2010

Asa Branca

Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Para eu voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

Inserida por chachabrasil

Cocota

De manhã muito cedinho
Lá vou eu para o meu banho de mar
Visto o short, sai correndo
No caminho é só dizendo
Praia boa é Cocotá

Pulo pra lá e pra cá
Não me canso
Sou forte que nem Sansão
Tenho que ser véio macho
Dá pra caça, é muito baixo
Sou caboclo do sertão }bis

Chego na beira da praia
Com Helena meu amor
Dou mais de vinte mergulho, opa!
Véio macho! Sim senhor!
Reumatismo foi embora
Alergia se acabou
Para um banho medicina
Praia boa é Cocotá
Ilha do Governador } bis

Inserida por chachabrasil

Dezessete e Setecentos

Eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Dezessete e setecentos!
Dezesseis e setecentos!...

Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Sou diplomata
Freqüentei academia
Conheço geografia
Sei até multiplicar
Dei vinte mango
Prá pagar três e trezentos
Dezessete e setecentos
Você tem que me voltar...

É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!
É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!

Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Mas olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Eu acho bom
Você tirar os nove fora
Evitar que eu vá embora
E deixe a conta sem pagar
Eu já lhe disse
Que essa droga está errada
Vou buscar a tabuada
E volto aqui prá lhe provar...

Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!...

Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Mas rapaz olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas é dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Não, pera aí
Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas porque
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Mas olha aqui rapá
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Mas não é dezessete e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...

Então deixa
É por isso que não gosto
De discutir com gente ignorante
Por isso é que o Brasil
Não "progrede" nisso...

Inserida por chachabrasil

Ovo de Codorna

Eu quero um ovo de codorna pra comer
O meu problema ele tem que resolver (bis)
Eu tô madurão
Passei da flor da idade
Mas ainda tenho
Alguma mocidade,
Vou cuidar de mim
Pra não acontecer
Vou comprar ovo de codorna
Pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer...
Eu já procurei
Um doutor meu amigo
Ele me falou
"Pode contar comigo"
Ele me ensinou
E eu passo pra você
Vou lhe dar ovo de codorna pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer...
Eu andava triste
Quase apavorado
Estavam me fazendo
De um pobre coitado
Minha companheira
Tá feliz porque
Eu comprei ovo de codorna pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer
O meu problema ele tem que resolver

Inserida por chachabrasil

Pense N'Eu

Pense n'eu quando em vez coração
Pense n'eu vez em quando
Onde estou, como estarei
Se sorrindo ou se chorando
Se sorrindo ou se chorando
Pense n'eu... vez em quando
Pense n'eu... vez em quando (bis)

Tô na estrada, tô sorrindo apaixonado
Pela gente e pelo povo do meu país (olêlê)
Tô feliz pois apesar do sofrimento
Vejo um mundo de alegria bem na raiz (vamos lá)
Alegria muita fé e esperança
Na aliança pra fazer tudo melhor (e será)
Felicidade o teu nome é união
E povo unido é beleza mais maior.

Inserida por chachabrasil

Respeite Januario

Quando eu voltei lá no sertão
Eu quis mangar(zombar) de Januário
Com meu fole prateado
Só de baixo, cento e vinte, botão preto bem juntinho
Como nêgo empareado
Mas antes de fazer bonito de passagem por Granito
Foram logo me dizendo:
"De Itaboca à Rancharia, de Salgueiro à Bodocó, Januário é omaior!"
E foi aí que me falou mei' zangado o véi Jacó:
"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai, "Luí"
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!

Eita com seiscentos milhões, mas já se viu!
Dispois que esse fi de Januário vortô do sul
Tem sido um arvorosso da peste lá pra banda do Novo Exu
Todo mundo vai ver o diabo do nego
Eu também fui, mas não gostei
O nego tá muito mudificado
Nem parece aquele mulequim que saiu daqui em 1930
Era malero, bochudo, cabeça-de-papagaio, zambeta, feeei pa peste!
Qual o quê!
O nêgo agora tá gordo que parece um major!
É uma casemiralascada!
Um dinheiro danado!
Enricou! Tá rico!
Pelos cálculos que eu fiz,
ele deve possuir pra mais de 10 ontos de réis!
Safonona grande danada 120 baixos!
É muito baixo!
Eu nem sei pra que tanto baixo!
Porque arreparando bem ele só toca em 2.
Januário não!
O fole de Januário tem 8 baixos, mas ele toca em todos 8
Sabe de uma coisa? Luiz tá com muito cartaz!
É um cartaz da peste!
Mas ele precisa respeitar os 8 baixos do pai dele
E é por isso que eu canto assim!

"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
Nem com ele ninguém vai, "Luí"
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!

Inserida por chachabrasil

Seu Delegado

Seu delegado, digo a vossa
senhoria
Eu sou fio de uma famia
Que não gosta de fuá
Mas tresantontem
No forró de Mané Vito
Tive que fazer bonito
A razão vou lhe explicar
Bitola no Ganzá
Preá no reco-reco
Na sanfona de Zé Marreco
Se danaram pra tocar
Praqui, prali, pra lá
Dançava com Rosinha
Quando o Zeca de Sianinha
Me proibiu de dançar
Seu delegado, sem encrenca
eu não brigo
Se ninguém bulir comigo
Num sou homem pra brigar
Mas nessa festa
Seu dotô, perdi a carma
Tive que pegá nas arma
Pois num gosto de apanhar
Pra Zeca se assombrar
Mandei parar o fole
Mas o cabra num é mole
Quis partir pra me pegar
Puxei do meu punhá
Soprei o candieiro
Botei tudo pro terreiro
Fiz o samba se acabar.

Inserida por chachabrasil

⁠Modo de ver

Eu mudo
Porque mudo
Ninguém muda
o mundo.

Inserida por RuanVieira999