Eu Amo meus Inimigos
Não sei dizer qual foi a minha visão... Será que vão dizer o que deveria enxergar a final?
Eu não queria lutar para tanto te guardar...
A minha maneira enlouqueci de forma única e intensa... Exagerado nas alturas eu me entreguei e em um tanto me apaixonei;
E pelas tuas inocências entendi as saliências que impuras em um libidinoso ato de luxúria nos encontramos para sentir o gosto carnal que o oposto atrai;
Por carinhos maliciosos entendi com as mãos trêmulas de tanto querer o teu corpo nu que nasci para você e você para mim... Ah como és perfeito... Deus meu... Teu e nosso...
Mesmo por entre as dúvidas e certezas, saibamos escutar o nosso próprio coração como a espera de um pesar um longo suspiro retribuído pelos gemidos seus;
Tenho estado indeciso cabisbaixo sem atenção, pelas chances que eu mais queria que alegrasse o meu coração...
Nem sei quem eu sou... Não me vejo criança ou a criança que enxergar o correto com erros inocentes que se repete, sem perceber o quanto queremos um ao outro;
Minha boca te mastiga aos poucos para te saborear e descobrir o teu verdadeiro eu, pois lhe peço o entendimento para que me permita ser o teu vício e assim você ser o meu;
Teus pedaços me tentam e seus aperitivos me desordenam... Tu és o meu pecado mais gostoso a a saliência que comporta a minha razão;
Adquiri sentimentos que nem eu sabia que poderia ter por você... Não pelo que tens, mas sim pelo que és...
Nunca gostei ou amei simplesmente por parecer perfeito, pois sei que a perfeição pertence somente a Deus!
Sempre fui atraída pelas qualidades e até mesmo os defeitos para aprender a tornar um pouco melhor...
Busco aprender com os meus erros e não julgar os dos outros, mas sim conviver com os próprios erros, então te pergunto... Quem nunca errou?... Ou nunca perdoou?
Um trago um vício... Claro em teu corpo nu... Em tua boca sedenta de paixão, teus olhos manda que eu umedeça a sua boca... E até mesmo o teu corpo;
Permita-me adentrar em teus fluidos acariciar a tua nuca para que nunca mais se sinta só;
Sinta o contentamento que desatina sem dor de amor... Por favor, abraça-me para que eu me sinta um vencedor;
Se eu te desse o meu coração... Cuidaria dele como se fosse uma preciosidade?
Ou não se importaria e deixaria em qual quer parte?
Tenho ele como uma vida, pois é nele que guardo todo sentimento direcionado a você;
Quando não me querem, mas precisam de mim... Eu fico para honrar, dignificar e amar...
Quando me querem, mas não precisam de mim... Eu vou-me embora por que o trabalho já foi feito;
Aventuro-me e me arrisco, pois entendo que se eu não me atrever com ousadia, não valerá a pena o meu caminho...
Necessito que se importe comigo, mas nem sei quem mais eu sou... Só sei da dor que me assisti em noites sem sentidos me bate sempre as inspirações no mais lúcido vivido;
Mas quando me dei conta, tendo que cuidar de mim... Ignorando o julgamento do mundo, eu entendi o gosto de um amor melhor... Me assustei!
Vivo a bagunça da minha intimidade onde eu consigo me encontrar... Não quero a realidade que me faz perder o jeito de amar...
Quando eu me vejo perdido sem ninguém para me ajudar a levanta... É quando eu devo acreditar nas minhas capacidades de superar as minhas dificuldades... E então me fazer determinantemente vencedor;
Canto a vida para que a mesma entenda da minha satisfação de vivê-la e agracie-me com o melhor...
Imagine se eu pudesse te surpreender com algo que ninguém jamais pensou em fazer por mim... Seria maravilhoso...
Mas loucura seria eu mudar o meu caminho para se encontrar ao seu esquecendo do meu por você...
Sou livre para escolher o coração que desejo habitar, mas devo admitir que eu sou escravo do amor...
Então por que eu finjo tanto? Tento manchar as palavras que nunca foram ditas... Será que para forjar uma ilusão da felicidade? Ou para me ver viver o que não se pode ser vivido?
Entre eu e você ainda ficou o que arrumar... Algo não terminado que não está por cuidar, no entanto não mais quero falar para não magoar...
Falo ao meu coração tudo que dói em mim tudo que deixei de viver por ti e tudo o que me restou foi saber para onde vou...
Sorte no amor?... Ah por favor, tenha paciência, nem sempre o coração contém esperança... Aprendeu a ser incrédulo;
Fico abismado quando admiro a noite e sua beleza e com tudo isso eu já consigo me permitir mudar... Já que a minha força é suportar a queda do meu próprio despedaçar;
Minha insensibilidade é o veneno da humanidade retribuída pelo pecado indecente que me assisti pelo atrevimento de ser ousado, mas verdadeiro;
Eu abro quais querem que sejam as castidades com as minhas verdades que alimenta o sonho alheio... Deixar-te-ei a vontade de tocar os meus lábios com os seus, pois por algum motivo resvalará o meu corpo junto ao seu;
Deixemos que as nossas peles se entrelacem uma com a outra transpassando o perfume para que o momento seja inesquecível!Traga novamente o teu prazer para que eu possa abrir quais querem que sejam as frestas;
Liberte a paz que se oculta em teu eu... Seja para com o próximo o que queira para consigo mesmo e entenda que o caminho da vida é seleto ao que fazes...
