Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Se queremos conselhos verdadeiros, devemos buscá-lo somente com pessoas que se esforçam para viver a Palavra de Deus na integridade.
O crescimento da obra do Senhor não depende somente do nosso trabalho, mas do nosso esforço para viver em unidade com todos os nossos irmãos em Cristo.
Precisamos aprender a enxergar a tribulação através da ótica de Deus, porque todo o sofrimento pelo qual passamos contribui para o crescimento espiritual pessoal e da igreja.
Jesus orou em seu ministério terreno e continua orando à destra do Pai. E nós? Temos nos dedicado à oração como deveríamos?
A Palavra de Deus é o próprio Deus falando conosco, por isso temos que ministrá-la com todo o amor do nosso coração, com toda integridade e sinceridade.
Sou obediente à Palavra apenas quando tudo vai bem, ou permaneço fiel ao Senhor mesmo em tempos difíceis?
Na cruz, contemplamos o amor eterno do Pai que, pela justiça consumada em Cristo, transforma a dor em vitória, a morte em vida e a separação em comunhão eterna.
O sofrimento do Servo Sofredor não foi punição por seus próprios pecados, mas um sacrifício voluntário que abriu o caminho para nossa reconciliação com Deus e nossa completa restauração.
Jesus tomou sobre si o peso dos nossos pecados para que pudéssemos experimentar paz, perdão e cura integral - corpo, alma e espírito.
A verdadeira obediência se revela precisamente quando é desafiada pelas adversidades, pois nasce de um coração regenerado e confiante na soberania de Deus.
Murmurar é perigoso e pode gerar consequências irreversíveis, pois expressa desconfiança n'Aquele que tem o poder de intervir e transformar as circunstâncias.
Alimente-se da Palavra de Deus e rejeite os pensamentos de incredulidade — deixe que morram diante da Verdade eterna.
As palavras têm poder: podem edificar os que nos cercam ou contaminá-los. Por isso, precisamos escolher falar somente aquilo que edifica e fortalece as pessoas ao nosso redor.
A memória espiritual curta é uma das maiores causas da murmuração. Quem esquece o mar que se abriu ontem, acaba temendo os gigantes de hoje.
Cada desafio no deserto foi um teste divino, destinado a elevar o povo da infância espiritual à maturidade da fé. A forma como respondemos revela o verdadeiro grau da nossa confiança em Deus.
A fé verdadeira não nega os desafios, mas mantém os olhos fixos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. A incredulidade de uma geração pode prolongar o deserto da geração seguinte.
O ambiente espiritual que cultivamos determina se seremos uma geração que entra na promessa ou que perece no deserto. A incredulidade é contagiosa — e a fé também.”
