Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Já percebeu como a gente vive como se tivesse todo o tempo do mundo? Como se as pessoas fossem eternas, como se o “depois” fosse garantido? Mas não é. Não é mesmo. E é louco perceber isso, porque, no fundo, a gente sabe. Só que finge que não, pra evitar encarar o quanto tudo é passageiro.E olha, não tô dizendo isso pra te assustar, nem pra te deixar pensando em como o tempo passa rápido. Tô dizendo porque acho que a gente precisa se lembrar: o agora é tudo que temos. E não dá pra continuar guardando palavras, acumulando abraços ou adiando o carinho em quem a gente ama. Não dá pra viver pela metade. A vida é sobre sentir. Tudo. O amor, o medo, a alegria, a dor. Tudo junto, bagunçado. O que eu quero te dizer é simples: seja gentil com o tempo que você tem. Seja generoso com o que sente. Não economize. Ame como se fosse a última chance, mas não por desespero — por coragem. Seja vulnerável, permita-se ser visto. Não esconda as partes de você que acha que ninguém vai gostar. Tira as armaduras. Então, não espera o momento certo pra se declarar. Não espera a ocasião perfeita pra perdoar, pra agradecer, pra cuidar de alguém. Faz agora. Faz do jeito que der, mas faz. Deixa o mundo um pouco mais bonito só por ter existido nele.
Seu Tac tic
Como um relógio que permite ser servidor do tempo, mas não tem dominio de suas vontades, o tempo passou, e deixou para sempre, em cada tic tac um tac tic seu em mim, que não passa nunca.
Quando se é criança parece que os paradigmas não conseguem grudar na
nossa consciência. Nossa realidade, nessa época, nos blinda com todas as vontades que temos de conhecer o mundo, brincar e divertir-se, o quanto mais se puder - sem parar. Sem questionar muito. Não ficamos remoendo o dia-a-dia, pensando em coisas negativas. Percebeu que quando somos crianças aproveitamos o máximo do tempo presente?
SENTIMENTO OCULTO
A distância e o tempo, por vezes criam muros de Berlim nas nossas vidas que a qualquer altura podem ser quebrados por nós (O Homem), mas o sentimento esta sempre lá oculto, este ninguém quebra senão a força divina de cada um de nós!
O MAU TEMPO
Nos moldes que se apresenta, bem que nos favorecia, num ninho.
Aconchegados, preguiçosos, mimosos, a degustar de um vinho.
Ótimo seriado, tábua de acepipes, carnes tenrrinhas e vermelhas.
Bom papo, pouco bate bapo, risadas e sussurros por detrás das orelhas.
O tempo eterniza os nossos sonhos, mesmo que a nossa consciência não alcance p sentido da vida, ainda assim, o tempo eterniza a nossa vivência.
São rosas as pétalas do mês de Outubro que agora tenciona terminar, que sobre a doçura do tempo que nos garantiu prestigiar a nossas refinadas mulheres, acalenta-lhes sob a proteção do mês de Novembro que em breve começará, trazendo-lhes a certeza de que nenhum mal CANCERÍGENO lhes flagelará.
O tempo não nos ensina a ter maturidade, mas, a maturidade nos leva a alcançar o tempo na dinâmica das circunstâncias em que vivemos.
O pouco do tempo que se vive, se vive no tempo do muito do que não se aprende vivendo, mesmo que se pense que se esteja aproveitar a vida no tempo, apenas somos a ilusão do instante que se esfuma no ar das horas que passam sem tempo.
O tempo que aparentemente gastamos é inesgotável, quem na verdade se esgota com o tempo somos nós meros humanos.
O tempo nos transforma em almas andantes, cujo receio do que sucederá com a nossa vida já não faz parte da nossa vivência.
Um terço do meu coração já não existe, pois, o tempo e a maldade das pessoas no mundo dilaceram a minha alma todos os dias em que vivo.
No vale do tempo esconde-se a certeza da nossa felicidade, mesmo com a pressão imposta pela vida somos felizes no jeito do tempo que se pode.
Escrevo o tempo na sua forma mais suave que se pode, mesmo sem espaço para reflectir insuflo o meu pulmão de ar e aceito a vida que do alto recebo.
Um poema feito sob a melodia do tempo traduz para a nossa vida o sentimento de estar a viver fora do nosso corpo, quando a felicidade esbafeja a nossa alegria nos tornando por instantes em seres infinitamente vivos.
O resto do tempo que o político tem como cidadão normal na sociedade ocupa-se a pensar na melhor forma de prejudicar o povo aplanado nas guerras de interesses que tem com os seus adversários.
