Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Feriado lá fora, a vida acontecendo… e eu aqui, quieto, sem nada para fazer, só tentando entender os caminhos que a vida ainda pode me levar.
Hoje eu queria escrever algo maior, algo melhor… mas só me veio o simples. Mesmo assim, deixo aqui estas palavras, sabendo que você está lendo. Simples, sim, mas sincero, e isso já vale muito.
Antes eu brigava por política e futebol. Hoje, aprendi a brigar pelo que realmente importa: eu mesmo.
Eu não dou, não vendo e não empresto opinião sobre a vida de ninguém. Não quero entrar no seu casamento, mas peço que você pense com calma. Se está ruim e você acredita que é melhor seguir outro caminho, a decisão é sua. Eu apenas aconselho; você escuta e escolhe o que for melhor para você. Quem vive a sua vida é você, não eu.
Pensando aqui… se cada abraço que ganhei nesse fim de ano valesse uma nota de 200 reais, eu já estaria milionário 😅💰
Hoje eu sorrio quando passo por uma promoção e meu cartão está bloqueado. Antes era frustração; agora é autocontrole.
Eu não costumo fazer elogios, mas hoje você está tão bonita que eu não podia guardar isso só pra mim.
Antes de você, eu era apenas um mapa esperando por um destino. Você chegou e me trouxe a alegria de quem finalmente encontra o lar.
Você me completa na alma, e cada dia ao seu lado é um verso lindo que Deus escreveu.
Seja qual for o tempo que nos espera, saiba: minha promessa é te amar com a mesma alegria de hoje, por toda a nossa eternidade.
Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.
Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.
