Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar

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A ausência se instala
Invade os espacos
E se o diabo veste Prada
Eu me visto de lembranças
Carregadas de falta
Como um fardo elegante
Pesado
E a cada passo um lembrete da
D i s t â n c i a

Eu já morri muitas vezes nessa vida...
Porque gente morre um pouquinho
Quando se perde alguém que ama...
Quando sofremos uma decepção...
Quando perdemos um bichinho de estimação...
A gente morre um pouquinho quando vamos alguém sofrendo e por mais que se queira ajudar não é possível...
Quando deixamos o lugar onde nascemos...
Quando nos deparamos com a traição...
A gente morre um pouquinho quando um projeto não deu certo...
Quando um amigo vai embora...
Quando deixamos de amar e alguém chora...
A gente morre um pouquinho quando os filhos deixam nossa casa...
Quando eles batem asas e passam a viver suas vidas...
A gente morre um pouquinho até que um dia de pouquinho em pouquinho a gente morre...

Renato Jaguarão.

“Entre tantos, minha alma e eu.”

O que eu sinto por ti não cabe em palavras
É como mergulhar em um oceano de definições e não saber me encontrar
Tão profundo como a extensa fossa
E tão belo quanto os raios de sol que refletem na água


De todas, você é a mais bela
É a que faz meu coração mudar de rotação
Esse seu jeito meigo me encanta
E me faz ter vontade de viver


Ter a ti em minha vida é como o meu mais lindo sonho
É como achar sentido nas mais complexas questões
Minha felicidade ao seu lado é genuína
Como uma carta de amor escrita à mão


Eu gostaria de lhe dizer tudo o que vejo
De te fazer enxergar com os meus olhos
Pois tua luz é capaz de curar qualquer cegueira
Tua luz é capaz de guiar ao mais perverso


Hoje convivo com o desprazer de não ter-te ao meu lado
E não sei como lidar com a dor que sinto em meu peito
Vejo em ti meu alicerce para o futuro
Vejo em ti a voz que rodeia o mudo


Pensar em você é como me debruçar em uma mistura de tristeza e felicidade
É como pensar em um mundo melhor
É como pensar na irmandade


Pois só tu és capaz de curar a mim
De enfaixar minhas feridas
De me fazer ter vontade de seguir

Não me venha com profissionalismo, o que eu quero mesmo é sentimentalismo.

Neste exato momento, se o livro da vida me concedesse um único desejo, eu não hesitaria: pediria para me transformar em um pequeno passarinho — discreto, de asas firmes e coração leve. Voaria pelos céus em silêncio, guiado apenas pelo desejo de pousar suavemente em sua janela. Ali, por breves segundos, eu te observaria com ternura, sem perturbar tua paz, apenas existindo na tua presença.

Mas não seria um pássaro qualquer. Carregaria comigo uma fragrância singular, sutil e envolvente — um aroma que ninguém mais poderia perceber, exceto você. Ao senti-lo, teu coração reconheceria, sem dúvida, que aquele instante, aquele voo, aquele perfume... era meu. Leoni T. Steil

Você é tão linda que eu me perco na beleza do seu corpo, de manhã.

Dizem que eu te busco sem ao menos sentir a intensidade ou como reluz.

Mas, eu sei que além do arranha-céu, além do temporal, posso ver que não há nada igual do que o paraíso ou seja lá o que for isso.


Surfando em ondas de ilusões posso ver bem mais do que a ambição e que neste mundo vázio, existe algo bem mais que a solidão.


Danilo Strada

Um dia alguém me falou que eu não era ninguém, tudo bem. Mas, pelos olhos de Deus sou uma jóia rara, alguém muito especial.


Danilo Strada

Tudo mudou.
Um dia eu era a mulher que você dizia admirar, aquela que te despertava desejo, carinho e respeito. Hoje, diante dos seus olhos, pareço ter perdido essa essência — como se o tempo tivesse apagado o brilho que antes você enxergava em mim.
Você já não me olha mais como mulher, não me enxerga como alguém que pulsa, que sente, que precisa ser vista. É como se eu tivesse virado apenas presença, rotina, um corpo que existe ao seu lado, mas não desperta nada dentro de você.
E isso dói. Dói porque eu continuo sendo mulher, com minhas forças, minhas fragilidades, minhas vontades e a necessidade de ser reconhecida. O que mudou não foi em mim, mas em como você escolheu me ver — ou melhor, deixou de ver.
Agora carrego em silêncio a ausência do seu olhar, e percebo: pior do que perder o amor, é ser esquecida como mulher.


Glaucia Araújo

Eu não reconheço mais o ser humano. O que era calor virou frieza, o que era lealdade se transformou em egoísmo, e o que chamávamos de amor agora se resume a interesse e manipulação. Olhares que antes transmitiam verdade hoje escondem mentiras, e palavras que antes curavam agora apenas ferem. Parece que a humanidade se perdeu em si mesma, trocando empatia por indiferença, coragem por covardia, e dignidade por conveniência. Sinto-me cercada por sombras disfarçadas de gente, por ecos de sorrisos que nunca existiram, por gestos vazios que não valem nada. E diante disso, só me resta uma constatação cruel: o ser humano que eu conheci morreu, e o que sobrou é apenas uma casca fria, distante, sem essência, sem alma.

Uma coisa que eu aprendi.
O que é uma montanha hoje, amanhã é um grão de areia... Depende da distancia de onde querem enxergar.

Mesmo que eu seja depressiva funcional, eu sinto que mesmo fazendo muitas coisas pra me destrair disso ao invés de procurar ajuda psicológica, afasto meus amigos e família, sinto que falho nas coisas que mais gosto como desenhar e a cada dia que passa sinto como se cada sorriso falso fosse uma facada em meu peito que sou obrigada a conviver me perfurando. Tento mentir pra mim mesma , vai que sei lá, mude tanto faz. Nao tenho medo de morrer , pra mim tanto faz , não importa o dia e a hora, mas aos 12 , nao entendo como uma criança dá minha idade consegue passar mais tempo planejando o próprio funeral do que seu futuro.

Meu maior problema é viver em sociedade… sério, eu devia ganhar bolsa por tolerância social.

Sono? Isso me resume. Mas eu finjo esforço só pra parecer que não tô me esforçando.

Eu juro que tô tentando (mesmo quando parece que não).

Meu tremoreu transformei em dança.

Olha só como o jogo virou ne!!



Um dia por vez — é assim que eu tento me concentrar,
colhendo pequenos segundos como quem junta cacos de vidro.
Sua ausência me assusta; sua falta, curiosamente, me cura.
Ando, e a cada passo desato um pranto de amor —
choro o que fomos e me reconstruo com as próprias mãos.

Você já me amou? Pergunto ao eco, porque duvido,
mas sei — havia pedaços seus que cabiam em amor.
Sinto seu cheiro no travesseiro, sua pele em lembrança quente,
mas não posso te tocar; não posso mais me enrolar em você.
Sinto falta do seu beijo — daquela risada que vinha depois,
do riso ao beijar sua barriga, daquela alegria desajeitada.

Às vezes sinto que tomei a decisão certa; outras, vacilo.
Nessas horas a solidão sussurra desejos que já não fazem sentido,
uma força antiga querendo voltar onde o fogo só consumia.
Mas sigo: um dia, um passo, uma respiração —
aprendendo que cuidar de mim é não apagar o brilho,
é deixar as brasas virarem memória e não prisão.

E se ainda chego a duvidar, permito ao menos esse perdão:
hoje me escolho, mesmo que doa, mesmo que trema.
Porque amar também é soltar, é aprender a costurar a própria alma —
e um dia por vez, reaprendo a ser inteira.

Eu quero conversar com zero quero entender em mim com Deus quero agradecer a ele porque ele é meu pai poderoso ele é meu pai um amor da minha vida é isso que eu quero agradecer ele primeiro a Deus e minha família meus amigos minhas amigas minhas professoras meus professores cada dia mais presente a Deus é isso